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    domingo, 8 de abril de 2018

    Comandante do Exército considera ‘ultrapassada’ polêmica .

    7 de abril de 2018

    Comandante do Exército considera ‘ultrapassada’ polêmica provocada por tuíte sobre impunidade

    Declarações de Villas Boâs geraram forte reação
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, participa de comissão do Senado
    Ailton de Freitas/Agência O Globo/22-06-2017

















    DANIEL GULLINO
    BRASÍLIA — O comandante do Exército, general Eduardo Villâs, considera como 
    "assunto ultrapassado" a polêmica em torno das suas declarações sobre "repúdio 
    à impunidade", segundo informou ao GLOBO o chefe do Centro de Comunicação
     Social do Exército (CCOMSEx), general Otávio Rêgo Barros.
    Na terça-feira, véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio
     Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal (STF), Villas Bôas escreveu em sua 
    conta no Twitter que que o Exército "julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos 
    de bem de repúdio à impunidade".As declarações foram criticadas por organizações
     como a Anistia Internacional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação
    Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Além disso, o Ministério Público 
    Federal (MPF) quer que o Ministério da Defesa dê uma explicação sobre um "eventual
     risco de função interventora" das Forças Armadas,
    Durante o julgamento do habeas corpus no STF, o ministro Celso de Mello também
     recriminou a fala do general, dizendo que o respeito à Constituição é "indeclinável". 
    Sem citar diretamente o general, Celso de Mello disse que um comentário realizado
     na terça por "altíssima fonte" foi "claramente infringente do princípio da separação
     de poderes" e alertou contra "práticas estranhas e lesivas à ortodoxia constitucional".
    — Nossa própria experiência histórica revela-nos que insurgências de natureza
     pretoriana, à semelhança da ideia metafórica do ovo da serpente, descaracterizam
     a legitimidade do poder civil instituído e fragilizam as instituições democráticas, 
    ao mesmo tempo em que desrespeitam a autoridade suprema da Constituição e das
     leis da República — afirmou Celso de Mello.
    Já o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que Villâs Boas é um
     "soldado exemplar" e disse que ele em nenhum momento fez menção sobre um
    "atalho no processo democrático".
    — Eu repito, não houve qualquer pressão do general ou menção sobre atalho
     no processo democrático. A gente vai, junto com todos brasileiros, decidir com
     muita alegria qual será o futuro do Brasil em outubro, porque isso ninguém
    vai tomar dos brasileiros e brasileiras. A democracia é algo consolidado e irreversível —
     declarou Jungman.
    O Globo/UNPP

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