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    sábado, 30 de agosto de 2014

    PEC de Dilma quer alterar papel constitucional das Forças Armadas.

    30 de agosto de 2014

    Modelo da Copa: 

    Governo cria PEC para integrar forças de segurança estaduais e federal
    Centro Integrado de Recife funcionou durante a Copa (Foto: Diego Nigro/JC Imagem-UOL NE)
    A presidenta [e] Dilma Rousseff vai enviar ao Congresso Nacional nas próximas semanas uma proposta de emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de integrar os papéis das forças de segurança pública estaduais e federal. A intenção é criar Centros Integrados de Comando e Controle (Cicc) em todas as capitais, semelhantes aos órgãos criados nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo deste ano.
    “Nós vamos mandar ao Congresso [uma proposta] alterando o papel da União”, disse a presidenta [e], explicando que atualmente as Forças Armadas têm somente dois papéis: o de garantir a segurança de fronteira e a garantia da lei e da ordem (GLO), solicitada pelos estados de modo excepcional.
    Dilma justificou que a experiência com os centros de comando da Copa foram “muito bem sucedidos” e mostraram que era possível atuar em conjunto. Por esse motivo, essa “política nacional comum”, quando criada, vai possibilitar ações de inteligência e controle da segurança nas cidades. Como exemplo, citou que os centros têm capacidade de monitorar rapidamente a ocorrência de interrupções de trânsito. “Nós queremos que o modelo da Copa se torne permanente”, declarou.
    Destacando que atualmente a União só pode repassar ações ou promover parcerias pontuais, como por exemplo as GLOs, Dilma disse que a proposta não visa a ampliar a ação das Forças Armadas. O objetivo, continuou, é que “nós tenhamos que nos responsabilizar por quais são os procedimentos nacionais que vão ter, como vamos unificar nossas ações”. Segundo ela, a União não tem essa prerrogativa, motivo pelo qual há a necessidade de uma emenda à Constituição.
    Sobre os recursos para a criação desses órgãos, Dilma disse que a proposta não cria novas estruturas, sendo somente uma junção dos papéis das polícias militares, das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. “É uma ação conjunta, ninguém botou funcionário lá contratado a mais. Cada um entra com o seu e integra no que faz”, disse, acrescentando que será possível “fazer muito” com o que “temos de recursos”.
    A presidenta [e] disse que, com a experiência da criação dos centros durante a Copa será possível acelerar a construção dos órgãos nas demais 15 cidades, prevendo um prazo de cerca de um ano e meio para a concretização da proposta. Ainda, segundo ela, a proposta está sendo articulada pelo Ministério da Justiça e está sendo discutida com todos os secretários de Segurança Pública estaduais. Para o monitoramento de estradas federais e fronteiras dos estados, esse plano já vinham sendo discutidos pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, desde o fim da Copa .

    Brasil reafirma intenção de se juntar à Argentina e Chile em força de paz .

    30 de agosto de 2014

      Nova força de paz

    Brasília, 28 ago (EFE). - O Brasil reafirmou nesta quinta-feira a disposição de se somar à Argentina e ao Chile na Força de Paz Combinada "Cruz del Sur", uma iniciativa conjunta que está à disposição da Organização das Nações Unidas (ONU), informou o Ministério da Defesa em comunicado.
    A participação brasileira foi discutida na reunião que os ministros da Defesa, Celso Amorim, e do Chile, Jorge Burgos, tiveram em Brasília. Amorim explicou que o objetivo brasileiro é se juntar paulatinamente a "Cruz del Sur", inicialmente com o envio de um pelotão da Polícia do Exército e oficiais para compor o Estado-Maior Conjunto Combinado. Na fase seguinte, o Brasil enviará uma companhia completa de Infantaria.
    Ele garantiu que a participação do Brasil na iniciativa reforçará a integração regional e a formação de uma identidade de defesa sul-americana.
    "Até pelo histórico das relações entre o Chile e a Argentina, a Força 'Cruz del Sur' é uma iniciativa simbólica da cooperação Sul-Sul. Temos forte desejo de que a nossa participação seja concretizada", afirmou o ministro.
    Já Burgos afirmou que abordará o assunto na visita oficial que realizará à Argentina a partir de amanhã.
    A força de paz Cruzeiro do Sul, que começou a operar em 2006 e cujo comando trocado anualmente, conta com mil militares, dois navios e oito helicópteros. A força, com participação do exército, marinha e aeronáutica do Chile e da Argentina, está permanentemente à disposição das operações da ONU. O Brasil estuda se unir ao grupo desde 2012 quando enviou um grupo de observadores para acompanhar militares da brigada em Bahía Blanca, a 700 quilômetros de Buenos Aires.
    Na reunião os dois ministros também abordaram o aumento da cooperação nas pesquisas na Antártida e uma possível troca para melhorar a capacitação na operação de submarinos franceses Scorpène. Atualmente, o Chile tem dois deles e o Brasil está fabricando cinco, sendo um nuclear, no estaleiro de Itaguaí, no Rio de Janeiro.

    sexta-feira, 29 de agosto de 2014

    2º Sgt do Quadro Especial para Deputado Estadual . NOSSO CANDIDATO VEJA FOTOS E COMENTÁRIOS




    sábado, 23 de agosto de 2014

    Prezados companheiros militares do Rio de Janeiro, sou o Sargento VALERIANO TIBÚRCIO, o seu candidato a Deputado Estadual.
    Nº 70.720

    Diante da necessidade de representantes políticos inseridos em todas as esferas do governo, eu acredito ser fundamental, para todos nós da família militar (militares da ativa, inativos, dependentes e pensionistas), conhecer o máximo possível sobre seu candidato:

    Sou militar do Exército (2º Sgt do Quadro Especial), com mais de 27 anos de serviço e como militar, servi no 24º BIB (fevereiro de 1987 a abril de 1989) e na EsAO (abril de 1989 a novembro de 2002), mas foi no Departamento de Educação e Cultura do Exército (antigo DEP, de novembro de 2002 a junho de 2012), que compreendi o valor e a importância da educação para a formação do cidadão. Lá pude presenciar o funcionamento de um processo de ensino-aprendizagem de qualidade, ministrado nos Colégios Militares e nos Estabelecimentos de Ensino Superior Militares como, por exemplo, o IME (Instituto Militar de Engenharia, a universidade de engenharia mais bem conceituada do Brasil). Realizei, ainda, um trabalho que foi aproveitado pelo Estado-Maior do Exército, para ter maior economia nas atividades de ensino com formação, especialização e aperfeiçoamento. Foi aí que eu vi o quanto era necessário levar educação de qualidade para a população, para que todos tenham acesso a ela e se tornem cidadãos plenos e realmente qualificados para nosso mercado de trabalho tão competitivo. Atualmente estou servindo na Odontoclínica Central do Exército, desde junho de 2012.

    Minhas realizações em prol do desenvolvimento social:

    • Venho fazendo, um trabalho de esclarecimento quanto à educação e informação, como por exemplo, a inclusão no Quadro Técnico Temporário do Exército e da Aeronáutica, presto informações sobre o Pronatec e FIES, com o intuito de incentivar os jovens a terem uma carreira profissional promissora.

    • Presto apoio ao Projeto Social do Prof Josimar (Sgt Mota) na cidade de Japeri-RJ, onde a prioridade é preparar o jovem para o mercado de trabalho, com cursos de qualificação profissional.

    •  Caso seja eleito, com a ajuda da família militar, tenho diversos projetos para colocar em prática, como Deputado Estadual, são eles:

    • Primeiramente, o Deputado Estadual é um representante do povo, portanto, meu gabinete estará aberto para atendimento ao cidadão, que procura exercer a cidadania na busca de seus direitos, de forma transparente, como a coisa pública deve ser;

    • Conseguir, junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, um terreno para construção de casas para os militares, construídas com recursos do governo federal e estadual, em parceria;

    • Propor uma parceria entre o governo estadual e federal para a construção de um segundo colégio militar na zona oeste que atenderia aos praças do Exército, Marinha e FAB, sendo que o dinheiro para a construção viria do governo estadual, e manutenção, custos com professores e o terreno (na vila militar) do governo federal;

    • Propor a construção de uma escola para os filhos dos policiais militares (já existindo uma em Niterói) e outra para os filhos de bombeiros, também na Zona Oeste e Baixada Fluminense;

    • Propor a construção de um centro cultural na zona oeste e Baixada Fluminense (exemplo do Imperator,  no Méier) em terreno do Exército (a ser definido)  na zona oeste e Baixada Fluminense e tentar uma parceria entre prefeitura do Rio, governo estadual e EB, pois beneficiaria a população da região com mais uma possibilidade de lazer e cultura para a família;

    • Propor que o estado do RJ financie cursos profissionalizantes para os militares temporários (soldados) enquanto estão no EB, dando mais oportunidades para esses soldados concorrerem ao mercado de trabalho, ao serem licenciados das fileiras do Exército;

    • PMs e Bombeiros merecem ter salários dignos pelo trabalho de suma importância que realizam, e como Dep. Estadual, proporei mudanças no plano de carreira dos militares estaduais visando motivar e valorizar os Recursos Humanos dessas corporações;

    • Como Dep. Estadual, planejo me reunir com Deputados Federais e Senadores da base aliada e demais entes federativos que simpatizam e apoiam a causa dos militares das Forças Armadas, na busca da paridade salarial com os demais servidores públicos da União (principalmente para a votação da MP 2.215/01-MP do Mal e retorno dos direitos usurpados).

    • Então, companheiros, este é o meu compromisso com toda a família militar, caso eleito Deputado Estadual do Rio de Janeiro, mas para que isso aconteça, eu preciso da vossa confiança materializada no seu voto. A política deve ser renovada. Nós militares precisamos de bancadas militares dentro das esferas municipal, estadual e federal do governo para que, além de ter nossos anseios atendidos, possamos demonstrar a ética militar se refletindo num novo modo de fazer política. Para tanto, o meu lema nesta campanha é:


    “NÃO VOTE POR IMPULSO, VOTE NO TIBÚRCIO!!!  Nº 70.720”

    Estou com você, companheiros, para o que der e vier. Muito Obrigado.
    VALERIANO TIBÚRCIO
    Dep. Estadual nº 70.720














    A UNPP, APOIA NOSSO AMIGO E IRMÃO PARA A CÂMARA LEGISLATIVA DO RJ.
    Se todos se unirem teremos um representante na Câmara legislativa, juntos temos mais forças e poderemos mostrar nossa força política. Se não aproveitar agora, outra oportunidade dessa só daqui a 4 anos.

    ONU diz que 43 capacetes azuis foram sequestrados nas Colinas de Golã.


    29 de Agosto, 2014 -

    Geopolítica

    43 capacetes azuis 

    Captores são rebeldes sírios, de um dos vários grupos que combatem as forças de Damasco na região. Em sequestros anteriores, soldados acabaram sendo libertados em segurança.

    Um grupo armado sequestrou, nesta quinta-feira (28/08), 43 soldados da tropa de paz das Nações Unidas nas Colinas de Golã. Segundo comunicou a organização em sua sede em Nova York, os capacetes azuis foram capturados pela manhã, no lado sírio das colinas.
    Eles pertencem às Forças das Nações Unidas de Observação da Separação (Undof), missão que monitora o cumprimento do acordo de separação assinado entre Síria e Israel em 1974, após a Guerra do Yom Kipur.

    Não está ainda claro quem são os sequestradores, já que vários grupos sírios, como a Frente al-Nusra, ligada à Al Qaeda, combatem o exército de Damasco na região. Na quarta-feira, guerrilheiros rebeldes haviam assumido o controle de um posto de fronteira nas Colinas de Golã, no disputado limite entre Israel e Síria.
    A Organização das Nações Unidas declarou que "está fazendo todo esforço possível para assegurar a libertação dos observadores detidos", ressaltando que outros membros da Undof, detidos por forças armadas em março e maio, foram mais tarde libertados em segurança.
    Em junho, o Conselho de Segurança da ONU condenou severamente os intensos combates entre o governo sírio e oposicionistas nas Colinas de Golã. Além dos sequestros de capacetes azuis, foguetes sírios têm repetidamente errado o alvo, atingindo a parte de Golã ocupada por Israel.

    O Retorno do Samurai - Japão projeta caça de quinta geração.

    29 de Agosto, 2014 - 10:20 ( Brasília )

    Aviação

    Japão projeta caça de quinta geração


    A recente decisão do Ministério da Defesa do Japão de solicitar para o próximo ano financiamento para trabalhos no protótipo do caça nacional japonês ATD-X (Advanced Technology Demonstrator-X) pode se tornar mais um passo para transformar o país numa força militar totalmente independente.
    O estabelecimento como uma tal força independente no futuro pode reduzir significativamente a necessidade do Japão em serviços norte-americanos no campo da segurança.
    Ao longo da história pós-guerra o Japão tem gradualmente restaurado o seu potencial industrial militar. A sua própria indústria de defesa estava sendo desenvolvida mesmo quando isso não fazia nenhum sentido econômico. O Japão, até recentemente, aderia ao compromisso de não exportar armamentos. O nível modesto das forças de autodefesa significava que equipamentos eram produzidos em séries relativamente pequenas e tinha um custo enorme.
    No entanto, o Japão conseguiu alcançar um elevado grau de autossuficiência no setor da indústria de defesa. O país tem produzido e desenvolvido a grande maioria dos armamentos e equipamentos militares para o Exército e a Marinha.
    Ao mesmo tempo, as tentativas de desenvolver uma indústria independente de aviação se deparavam com resistência política dos Estados Unidos. Se recordarmos o enorme sucesso da indústria aeronáutica japonesa das décadas de 1930 e 1940 e o potencial tecnológico total japonês, podemos supor que a criação no país de aviões militares próprios tem boas perspectivas.
    No entanto, por causa da pressão dos Estados Unidos, o Japão teve que se concentrar em projetos de escala limitada. Por exemplo, na produção de caças F-1 e F-2, que era realizada com participação norte-americana. Além disso, o país produzia aviões de treinamento e combate, aviões de transporte, hidroaviões e caças norte-americanos sob licença. Em todos os casos mantinha-se uma notável dependência tecnológica dos Estados Unidos.
    Ter superado essa dependência, junto com ter abandonado a política de autorrestrição de exportações de armamentos abre novas perspectivas para o Japão. Trata-se tanto de desenvolver a cooperação técnico-militar com países estrangeiros, como de adotar uma política independente na área de segurança.
    Conseguir autossuficiência não será uma tarefa simples. Mesmo o projeto tecnicamente mais simples do avião regional de passageiros japonês Mitsubishi Regional Jet está constantemente enfrentando problemas. No entanto, as crescentes dúvidas sobre a eficácia das garantias de segurança por parte dos Estados Unidos em condições de aumento do preço dessas garantias fazem inevitável a continuação do rumo à independência técnico-militar.
    Segundo se sabe, os planos do Japão são bastante ambiciosos e presumem a criação de um caça completo de quinta geração com um motor japonês original. Ele será equipado com um radar com uma grelha de antenas em fases, um sistema de controle óptico-eletrônico e um sistema automático de diagnóstico de danos de combate. Este último permitirá corrigir o funcionamento do sistema de controle da máquina.
    Toda a experiência de desenvolvimento de aviões de quinta geração no mundo aponta para enormes riscos técnicos e um quase inevitável adiamento dos prazos inicialmente previstos de realização do projeto. No entanto, em Tóquio, parecem acreditar que o possível ganho político justifica tais riscos.

    Governo cria PEC para integrar forças de segurança estaduais e federal.

    29 de agosto de 2014

    Modelo da Copa: PEC de Dilma quer alterar papel constitucional das Forças Armadas.

      Integração das forças de segurança estaduais e federal
    Centro Integrado de Recife funcionou durante a Copa (Foto: Diego Nigro/JC Imagem-UOL NE)
    A presidenta [e] Dilma Rousseff vai enviar ao Congresso Nacional nas próximas semanas uma proposta de emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de integrar os papéis das forças de segurança pública estaduais e federal. A intenção é criar Centros Integrados de Comando e Controle (Cicc) em todas as capitais, semelhantes aos órgãos criados nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo deste ano.
    “Nós vamos mandar ao Congresso [uma proposta] alterando o papel da União”, disse a presidenta [e], explicando que atualmente as Forças Armadas têm somente dois papéis: o de garantir a segurança de fronteira e a garantia da lei e da ordem (GLO), solicitada pelos estados de modo excepcional.
    Dilma justificou que a experiência com os centros de comando da Copa foram “muito bem sucedidos” e mostraram que era possível atuar em conjunto. Por esse motivo, essa “política nacional comum”, quando criada, vai possibilitar ações de inteligência e controle da segurança nas cidades. Como exemplo, citou que os centros têm capacidade de monitorar rapidamente a ocorrência de interrupções de trânsito. “Nós queremos que o modelo da Copa se torne permanente”, declarou.
    Destacando que atualmente a União só pode repassar ações ou promover parcerias pontuais, como por exemplo as GLOs, Dilma disse que a proposta não visa a ampliar a ação das Forças Armadas. O objetivo, continuou, é que “nós tenhamos que nos responsabilizar por quais são os procedimentos nacionais que vão ter, como vamos unificar nossas ações”. Segundo ela, a União não tem essa prerrogativa, motivo pelo qual há a necessidade de uma emenda à Constituição.
    Sobre os recursos para a criação desses órgãos, Dilma disse que a proposta não cria novas estruturas, sendo somente uma junção dos papéis das polícias militares, das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. “É uma ação conjunta, ninguém botou funcionário lá contratado a mais. Cada um entra com o seu e integra no que faz”, disse, acrescentando que será possível “fazer muito” com o que “temos de recursos”.
    A presidenta [e] disse que, com a experiência da criação dos centros durante a Copa será possível acelerar a construção dos órgãos nas demais 15 cidades, prevendo um prazo de cerca de um ano e meio para a concretização da proposta. Ainda, segundo ela, a proposta está sendo articulada pelo Ministério da Justiça e está sendo discutida com todos os secretários de Segurança Pública estaduais. Para o monitoramento de estradas federais e fronteiras dos estados, esse plano já vinham sendo discutidos pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, desde o fim da Copa .

    quarta-feira, 27 de agosto de 2014

     
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