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    quarta-feira, 27 de maio de 2015

    Sargentos das Forças Especiais são feridos em tiroteio com traficantes.

    26 de maio de 2015

    Maré:

    Atualização: 6h
    Militares das Forças Especiais são feridos no Rio
    Unidade de elite foi atacada por traficantes no Complexo da Maré, que ainda feriram um terceiro soldado. 
    Movimentação de policiais militares e de soldados do Exército em comunidades do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro
    Movimentação de policiais militares e de soldados do Exército em comunidades do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro(Gustavo Oliveira/Folhapress)
    Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
    Criado em 1983, em Goiás, o 1º Batalhão de Forças Especiais é considerado a unidade de elite do Exército Brasileiro. O treinamento, um dos mais difíceis do país, capacita o soldado que se aventura a quase todo o tipo de missão, desde o planejamento e execução de ações de contraterrorismo, contraguerrilha, fuga e evasão, resistência física e psicológica. Se o Brasil entrar em guerra com alguma outra nação do planeta, os FEs, como são conhecidos, serão os responsáveis pelos reconhecimentos estratégicos e os primeiros ataques ao inimigo. Esta apresentação dá uma dimensão do tamanho do problema em que a ocupação do Complexo da Maré se transformou, na porta de entrada do Rio de Janeiro. Na noite do último dia 17 de maio, dois desses "supersoldados" foram feridos em confrontos com traficantes que, após mais de um ano de ocupação, continuam a mandar no território.
    De acordo com a assessoria da Força de Pacificação, além dos dois sargentos FEs, um terceiro militar de outra unidade do Exército também ficou ferido. "Foram ferimentos leves e receberam atendimento médico imediato", informam, sem detalhes mais aprofundados de cada caso. O fato é que desde 5 de abril de 2014, quando mais de 3 000 homens das Forças Armadas ocuparam a Maré - atendendo a um pedido de socorro do então governador Sérgio Cabral -, pelo menos 23 militares foram baleados e um deles, o cabo da Brigada Paraquedista, Michel Mikami, de 21 anos, morreu.
    A pouco mais de um mês do término da missão, prevista para 30 de junho, os militares, informalmente, admitem o temor de que outras baixas possam arranhar ainda mais a imagem do Exército: "Se até a nossa tropa de elite é atacada desse jeito, está claro que muita coisa deu errado", afirma um oficial do Comando Militar do Leste, que pede para não ser identificado.
    Um novo vídeo postado nas redes sociais também mostra um pouco mais da ousadia dos criminosos. No dia 21 de janeiro deste ano, um comboio com cerca de 40 homens percorria as ruas da Favela Vila dos Pinheiros, quando foi atacado. Na ocasião, dois militares se feriram. As imagens mostram um confronto de mais de dois minutos ininterruptos. Depois de tantos tiros de fuzil, um militar grita: "Para de atirar!", no que é prontamente atendido.
    Os bandidos, no entanto, continuam a atacar. E os militares voltam a responder os tiros. E um deles diz: "Não queria ação? Taí ação".
    No mês passado VEJA mostrou as relações promíscuas de alguns militares com traficantes, chegando a avisar os bandidos de uma operação que seria realizada pela Polícia Civil em junho do ano passado. Com o vazamento, os bandidos do Morro do Timbau retiraram todo o arsenal que estava escondido ali e levaram para outra parte da Maré. Essa relação, no entanto, não foi a tônica da ocupação: "Muita gente passou a se omitir mesmo para não morrer. Essa guerra não é nossa", diz um cabo, que foi atacado várias vezes. Numa única semana durante a missão, a Força de Pacificação chegou a se envolver em 80 confrontos diferentes.

    Veja/UNPP

    Bombeiro é preso após denunciar jornada de trabalho excessiva.

    Quarta-feira, 27 de maio de 2015

    Uilia Braga está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia; ele acredita que punição foi uma espécie de vingança.
    Reprodução/TV Anhanguera
    Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás.
     
    O Ministério do Trabalho vai investigar a prisão de um cabo do Corpo de Bombeiros após denunciar excessos na escala de trabalho na corporação. Uilia Braga está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia. 
     
    O bombeiro foi punido por transgressão disciplinar, por participar de uma reunião, em agosto do ano passado, para denunciar o que ele considera uma jornada de trabalho excessiva. 
     
    "Nós denunciamos a escala dos bombeiros. Ela tem privado a pessoa humana do convívio com sua família. Ela tem privado o cidadão de ter acesso à dignidade”, afirmou Uilia em entrevista à TV Anhanguera pelo telefone celular ao qual tem acesso dentro do Batalhão.
     
    O cabo acredita que a punição foi exagerada, uma espécie de vingança. "Minha carreira acabou de ser sepultada. Eles cuidaram de enquadrar tudo o que fiz, a busca dos direitos, eles me enquadraram nos piores tipos indisciplinares existentes no regulamento", afirma.
     
    Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.
     
    Investigação 
    Uma auditoria da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) investiga o caso. A prisão disciplinar de militares é prevista no regulamento da corporação, mas a auditora Jaqueline Carrijo questiona os efeitos da punição. "Prisão é para bandido. Não é para trabalhador que reivindica melhor condição de trabalho", afirma a auditora. 
     
    O comando dos Bombeiros afirma que o homem cumpre prisão por ter cometido transgressão grave, prevista no regulamento da corporação. Além disso, diz que ele foi punido após a instauração de procedimento administrativo.
     
    Para a União dos Militares de Goiás, a prisão foi abusiva, já que os bombeiros punidos buscavam melhorias. Além disso, denuncia um déficit de profissionais na corporação. “O governo não contrata mão de obra para a Polícia Militar, e nem para o Corpo de Bombeiros”, afirma o presidente da União, Valdenir Medrado.
     
    Resposta
    O comando do Corpo de Bombeiros explica que a jornada atual dos militares é de 24 horas trabalhadas por 48 horas de descanso. Além disso, afirma que a corporação estuda a possibilidade de implantar uma escala de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.
     
    Já sobre a falta de trabalhadores, a corporação informou que o planejamento estratégico prevê a necessidade de concurso público para aumentar e efetivo nos próximos anos. Entretanto, não foi dito uma data específica para que isso ocorra.
     
    Fonte: opopular.com.br/UNPP

    segunda-feira, 25 de maio de 2015

    Cortes no Orçamento ameaçam a linha de blindados da Iveco e atividade militar .

    25 de Maio, 2015 - 10:25 ( Brasília )

    Ministério da Defesa perde R$ 5,617 bilhões em verbas


    Linha de produção do blindado Guarani em Sete Lagoas (MG) | Foto: reprodução


    Mara Bianchetti
    diariodocomercio.com.br
    A possilidade de suspensão da produção de veículos de defesa pela Iveco Latin America, subsidiária da CNH Industrial, em Sete Lagoas (região Central de Minas), aumentou na sexta-feira, com o anúncio do governo federal do corte de R$ 69,946 bilhões no Orçamento da União, que retirou R$ 5,617 bilhões dos cofres do Ministério da Defesa.

    Com isso, tornou-se pouco provável que aconteçam novas encomendas do blindado Guarani nos próximos meses, já que, com o contingenciamento, a Pasta terá que adiar a compra de equipamentos militares para as Forças Armadas.

    E os impactos negativos da paralisação da linha não serão sentidos apenas no município, como também no Estado. Além dos cerca de 300 empregos diretos e de outros mil indiretos ameaçados, a arrecadação de impostos também será afetada com o fechamento da linha de montagem voltada para atender unicamente a demanda do Exército Brasileiro. Além disso, haverá o enfraquecimento do parque industrial de Minas.

    Preocupado com a situação, no último dia 15, o diretor of Bus and Defence Vehicles Divisions da Iveco Latin America, Humberto Marchioni Spinetti, enviou comunicado ao prefeito de Sete Lagoas, Márcio Reinaldo Dias Moreira, afirmando que em função da atual condição financeira do Exército, provavelmente não será possível continuar produzindo as unidades blindadas a partir do mês que vem.

    E, de acordo com o documento, a conseqüência principal disso seria a parada na produção, além da adoção de outras medidas de contenção pela empresa, com reflexo no nível de emprego.

    Segundo informações da assessoria de imprensa da montadora, desde que foi inaugurada, em junho de 2013, até hoje, a planta da Iveco Veículos de Defesa já entregou 132 unidades do modelo Guarani. A empresa afirmou que o Exército chegou a fazer novos pedidos neste exercício, mas não soube precisar se ainda há alguma unidade a ser entregue antes da possível paralisação.

    Compromisso - Neste sentido, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Junior, cobrou do governo federal o cumprimento do contrato com a companhia. Para ele, o País precisa de uma política industrial que dê credibilidade e, principalmente, segurança jurídica para atrair novos aportes.

    "Um país não se faz só na conversa e na crença do futuro. Temos que ter ações efetivas para construir esse futuro", disse o presidente da entidade mineira, durante evento realizado na sede da Fiemg, em Belo Horizonte, na sexta-feira.

    "Se a empresa tem um pedido que foi colocado pelo Ministério da Defesa, que demandou investimentos e planejamento para explorar o mercado que se apresentava, e este pedido não é honrado, como vamos atrair novos investimentos? Esse exemplo é claro. Está na hora de exigir do governo federal que cumpra o contrato com a Iveco", enfatizou Machado Junior.

    Já o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Sete Lagoas, Saulo Queiroz, destacou a "Moção de Apoio" que a prefeitura, a Câmara Municipal e o setor empresarial, através da Associação Comercial e Industrial, enviou à Iveco Latin América. O documento externa a preocupação em relação ao iminente encerramento das atividades.

    "Deixamos claro que, se concretizada, a paralisação afetará diretamente a atividade econômica do município, com profundos reflexos na área social, porque implicará na eliminação de cerca de 300 empregos diretos, bem como no fechamento de outros mil postos de trabalho que, indiretamente, estão relacionados com a produção do veículo blindado, implicando também na descontinuidade de um exitoso processo de aprimoramento tecnológico e cultural, que vem agregando valores ao setor empresarial de Sete Lagoas e da região", disse.

    O contrato da Iveco com o Exército Brasileiro é de R$ 6 bilhões e prevê o fornecimento de 2.044 veículos blindados nos próximos 20 anos. A montadora do grupo Fiat investiu R$ 100 milhões para implantar uma linha destinada à produção dos blindados dentro da plataforma industrial de Sete Lagoas.

    Atividade militar da Embraer pode ser afetada por cortes no orçamento¹

    Os cortes orçamentários que serão anunciados nesta sexta-feira pela presidente Dilma Rousseff devem atingir a atividade militar da Embraer, disse à AFP Jackson Schneider, vice-presidente da área de defesa e segurança da companhia.
    "A Embraer provavelmente deve ser afetada em seus programas de modernização dos aviões de combate do exército brasileiro", declarou Schneider nas instalações da empresa na cidade portuguesa de Évora.
    O grupo obteve vários contratos para a melhora dos caças F5, do fabricante americano Northrop, os A1, desenvolvidos conjuntamente por Itália e Brasil, e seus próprios aviões de controle e vigilância E99, lembrou o dirigente.
    Schneider não acha, entretanto, que os cortes irão prejudicar o desenvolvimento do avião de transporte militar KC-390 porque é "um programa estratégico e muito avançado".

    ¹com agência AFP/UNPP

    quinta-feira, 21 de maio de 2015

    Militares tiveram aumento médio de 30 % acima da inflação, diz ministro .

    21 de maio de 2015

    Os projetos estratégicos não serão interrompidos, assegura Wagner
    Ministro Jaques Wagner (esq.) cumprimenta o Deputado Izalci (PSDB/DF) - (Imagem: CNBQ)
    Em entrevista nesta quarta-feira (20), na Câmara dos Deputados, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, informou que negociará até o ultimo momento com a Presidência da República melhores condições de contingenciamento do orçamento para a sua Pasta. Wagner explicou que as conversas envolvem também a equipe econômica (Ministérios da Fazenda e Planejamento) e a Casa Civil. O ministro argumentou que o objetivo é que não haja descontinuidade dos programas considerados estratégicos para as Forças Armadas.
    Jaques Wagner esteve na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDEN) onde participou de audiência pública sobre as ações da pasta e das Forças Armadas. Durante quase quatro horas, Wagner falou sobre projetos estratégicos, importância militar para o país, salários e orçamento, entre outros temas. Ao deixar o plenário da comissão, o ministro conversou com os jornalistas.
    “Os nossos projetos estratégicos não podem sofrer descontinuidade. Podem até sofrer, vamos dizer assim, uma velocidade um pouco menor por conta do que a gente está atravessando, e eu reconheço a necessidade do ajuste. Agora não podemos descontinuar nenhum programa desses que são estratégicos na Defesa, seja da Marinha, do Exército ou da Aeronáutica, porque para você colocar em pé um projeto desse demora, mas para você descontinuar e acabar com ele é rápido”, afirmou.
    Por sua vez, o ministro Wagner reconheceu que essa situação não é exclusiva do Brasil. Ele lembrou que recentemente, em viagem oficial à França, conversou com o ministro da Defesa daquele país, Jean Jean-Yves Le Drian, quando recebeu o seguinte comentário do colega: “olha, os projetos nossos, são projetos de 10, 20 anos, então você faz uma decisão, às vezes muda o governo, tem outra compreensão ou você tem um momento de maior perda da economia, então você preserva e eventualmente, sem acelerar”, reproduziu.
    Kelma Costa. Ivone Luzardo, Mírian Stein e Genivaldo Silva junto a outras lideranças (Imagem: CNQB)
    Em seguida, o ministro Jaques Wagner emendou: “Então, é esse o trabalho que eu estou fazendo. Eu ainda não tenho conhecimento definitivo dos números. Isso deverá ser passado para cada ministro, entre hoje e amanhã, na sexta-feira (22) vem a público. Ai a partir daí é que nós vamos trabalhar. Mas eu ainda estou trabalhando defendendo o orçamento do Ministério da Defesa”.
    A seguir trechos da entrevista do ministro Jaques Wagner:
    Repórter – Quais são os projetos que não podem ser descontinuados?
    Ministro – Os projetos estratégicos, por exemplo, você tá fazendo um submarino, esse é um programa de 5, 10, 15 anos. Se eu parar e perder toda a mão de obra qualificada, como é que eu retomo isso? A retomada é muito difícil. E quando você tem, por exemplo, um programa aeroespacial, como é que você para a construção de um satélite? Então, esses projetos, eu tenho certeza que a Presidência da República e os ministros responsáveis pelas finanças, têm consciência. Esses projetos não podem ser parados. É diferente de um projeto pontual. Você vai fazer uma, duas, três pontes. Você fez uma, não tem dinheiro para segunda, você não faz. Aquilo não é um projeto que está multiplicado. É um projeto único, de longo curso. Os projetos na área de defesa, a tomada de decisão, muitas vezes levam 6, 7, 8 anos, e a concretização, por exemplo, o projeto de submarino nosso vai até 2025. Então, um subprojeto desse, repito, se eu tenho uma dificuldade, eu posso ter uma repactuação nos contratados para fazer em uma velocidade menor, mas não posso descontinuar porque senão vou perder toda inteligência construída.
    Repórter – Sucateamento das Forças Armadas, os baixos salários, como o senhor pretende resolver na sua gestão esses problemas?
    Ministro – Essa constatação não é de hoje. O fato é o seguinte. O Brasil é um país que não tem problemas no ponto de vista bélico, propriamente. Então, às vezes, não há uma consciência das pessoas que a 7ª, 8ª economia do mundo com esse patrimônio natural que nós temos no mar, na terra da Amazônia, que ela precise ter Forças Armadas bem qualificadas. Esse sentimento que é muito simplório para responder o que corresponde a 7ª economia do mundo, fez com que, ao longo do tempo, fosse deixando muita coisa sucatear. Mas eu posso garantir que hoje, disse isso aos parlamentares, estamos num processo de recuperação, seja de qualificação, seja da questão salarial que teve reajuste, inclusive acima de outros segmentos do executivo, seja na questão do equipamento. Se você perguntar para qualquer membro das Forças, seja Marinha, Exército ou Aeronáutica, nenhum deles vai dizer que está satisfeito. E não estão porque tem um horizonte de chegar mais longe, mas todos eles reconhecem que, ninguém sonhava em ter um submarino de propulsão nuclear, ninguém sonhava em ter um caça compartilhado de tecnologia sueca e brasileira. E eles são realidade. Então, o que eu digo é o seguinte, a dor do contingenciamento, pela necessidade de continuar crescendo, não vai impactar no sentindo de interromper isso. Nós estamos em um processo claro de reequipamento das Forças, mas eu insisto, talvez, se fossemos um país que vivêssemos em guerra, eu não precisava explicar para o público ou para Câmara que eu preciso de um orçamento maior. Mas como você é um país que não tem essas ameaças, às vezes as pessoas perguntam “ué, não é melhor investir em educação?”. Eu digo: quem tem o patrimônio que nós temos tem que ter o poder de dissuasão, senão a gente acaba perdendo a capacidade.
    Repórter – E com relação aos baixos salários?
    Ministro – É isso que eu lhe disse. Eles estão sendo recompostos e eles sabem que estão sendo recompostos. Nós temos, ao longo dos últimos 13 anos, 12 anos, um aumento médio de 30% acima da inflação, então isso é recomposição salarial, mas é claro, eu digo sempre, a vida inteira e hoje eu vivo de salário. Salário de ministro e de operário que era. Nenhum salário é bom. O salário todo que a gente ganha, a gente quer ganhar melhor e eu acho que é legitimo essa demanda dos militares. Eu estou aqui para trabalhar por ela e pela qualificação deles e pelo reequipamento das Forças.
    Repórter – E quanto a necessidade de atualização da Estratégia e Política Nacional de Defesa?
    Ministro – Isso é, eu diria, quase que uma coisa corriqueira. Desde que nós resolvemos criar o Ministério da Defesa, aderindo ao que há de mais moderno no conceito de defesa nacional, depois nós criamos os documentos básicos da Defesa, o Livro Branco, a Estratégia Nacional e a Política Nacional de Defesa. E já está previsto, que de 4 em 4 anos, essa revisão tem que ser feita. Estamos em curso dessa revisão, que eu chamei de atualização e a dinâmica da tecnologia é muito grande. Por isso, é sempre importante você está revisitando o cenário geopolítico e atualizando sua estratégia. (R. A.)
    DEFESA/UNPP

    quarta-feira, 20 de maio de 2015

    Pesquisa revela que 7% dos policiais militares do Rio pensam em suicídio.

    Cerca de 50% do efetivo foi ouvido. 'O policial do Rio de Janeiro é estressado, trabalha longas horas e não dorme', pontuou o sociólogo Ignácio Cano
    Athos Moura
    Rio - Uma pesquisa que será divulgada pelo Laboratório de Análises de Violência da Uerj, em parceria com o Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, revela que pelo menos 7% dos policiais militares do Rio de Janeiro já pensaram em suicídio.
    A pesquisa foi baseada em dados de 2014 e ouviu 5 mil PMs de todas as unidades policiais da região Metropolitana do Rio. Ou seja, cerca de 50% do efetivo. A divulgação preliminar dos dados aconteceu nesta terça-feira, na Alerj, durante uma audiência pública sobre as violência e condições de trabalho de policiais do Rio de Janeiro.
    Outros dados da pesquisa dão conta de que 57% dos PMs tiveram disparos feitos em sua direção, 35% dos agentes atiraram em serviço e 8% foram feridos. Quando se referem a satisfação, 29% dos policiais alegaram que estão insatisfeitos com a profissão. Já 24% se sentem desrespeitados pela corporação e 1/3 disse que é desrespeitado pela sociedade.
    Segundo o coordenador do estudo, o sociólogo Ignácio Cano, as causa desses problemas podem ser elencadas através da escala de trabalho, baixa remuneração, diferença de salários entre praças e oficiais, baixo status social, alta exposição a confrontos armados, além, da impossibilidade de sindicalização. De acordo com Cano, os policiais não possuem uma forma de reivindicação e acabam sendo alvos de punições que estão previstas no estatuto da PM.
    "O policial do Rio de Janeiro é um policial estressado, que trabalha longas horas, que não dorme o suficiente, que tem angústia, ansiedade e que muitas vezes faz o uso excessivo da força, em muitas vezes, em razão disso. Então a gente tem que conseguir melhorar as condições de trabalho do policial para que ele faça o uso moderado da força", disse.
    O sociólogo apontou o regulamento da corporação como "antidemocrático e autoritário, que priva os policiais de muitos direitos básicos de expressão". De acordo com Cano, mudanças podem ser feitas, sem que pra isso haja aumento no orçamento da PM. "Há várias demandas que são urgentes e não tem custo para o estado. O estado não pode mais adiar a mudança nas escalas, por exemplo, que são ruins para os policiais e para a sociedade".
    A audiência pública foi convocada pelas comissões de Direitos Humanos e de Segurança da Alerj. Participaram representantes do estado, das corporações e familiares de policiais vitimados em serviço. De acordo com o deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos, a reunião serviu para ouvir as demandas e encaminhar os pedidos para os setores competentes.
    "Hoje é o dia da escuta, da gente ser capaz de ouví-los sobre como estão suas vidas, suas perspectivas e também a sociedade civil. Queremos tratar da qualidade da segurança pública ouvindo os profissionais de segurança", contou.

    terça-feira, 19 de maio de 2015

    Defesa - Audiências na Câmara e Senado .

    19 de Maio, 2015 - 10:45 ( Brasília )

    Defesa

    Comissão promove audiência com ministro da Defesa na quarta, Senadores ouvem Jaques Wagner sobre política de defesa na quinta

    A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional promove audiência pública nesta quarta-feira (20) com o ministro da Defesa, Jacques Wagner.
    Ele virá tratar dos seguintes temas:
    - a implementação da Política Nacional de Defesa, da Estratégia Nacional de Defesa e do Livro Branco da Defesa;
    - o percentual do PIB destinado à Defesa Nacional;
    - o salário pago aos militares das Forças Armadas; e
    - as condições de elegibilidade dos membros das corporações militares.
    Segundo um dos autores do requerimento para a audiência, deputado Cabo Daciolo (Psol-RJ), “dados recentes revelam que militares deixaram as Forças Armadas em busca de melhores salários.

    Atualmente, engenheiros, físicos e especialistas de alto nível, formados pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e com dedicação exclusiva, recebem R$ 5.500 líquidos por mês. 247 capitães e tenentes deixaram a carreira militar em 2013, incluindo a primeira mulher piloto de caça, que migrou para a Controladoria Geral da União (AGU)”.  A audiência será às 10 horas, no plenário 3.

    Senadores ouvem Jaques Wagner sobre política de defesa na quinta¹

    Foi remarcada para quinta-feira (21) a audiência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) com o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Inicialmente esta reunião estava prevista para ocorrer no mês passado, mas foi adiada.

    A reunião cumpre um requerimento de Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Ele lembra que o próprio Regimento do Senado prevê a realização de encontros anuais tanto com o ministro da Defesa quanto com o ministro das Relações Exteriores. Ferraço questiona como o país está se preparando para as Olimpíadas.

    — Nenhum país que sedie tal evento pode pensar na hipótese de “baixar a guarda” e reduzir os contingentes policial e militar. Quais são as ações que estão sendo tomadas para garantir o mais alto nível de segurança? — pergunta.

    O senador também se preocupa com a crescente parceria no campo militar que a China vem estabelecendo com importantes parceiros brasileiros do Mercosul, como Argentina e Venezuela.

    — A Argentina deve adquirir este ano centenas de blindados chineses. Recentemente a Infantaria naval da Venezuela também adquiriu o mesmo blindado. Como o ministro da Defesa vê tais acordos? — questiona.

    O senador ainda lembra que a modernização das Forças Armadas continua sendo um grande desafio para o Brasil, agravado neste momento de crise. Por isso, afirma ele, é importante o ministro esclarecer a população sobre quais projetos na área deverão ser contingenciados.

    O debate também envolverá a instalação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que estava previsto para o início deste ano, mas foi adiado. O Sisfron tem o objetivo de combater em toda a área fronteiriça a ação do crime organizado, como tráfico de drogas, armas e outros.

    Também está prevista para quinta-feira a análise das indicações dos diplomatas Marcos Raposo para embaixador brasileiro no Peru, e de Carlos Lazary para exercer o mesmo cargo no Equador.

    ¹Com Agência Senado -
    Sergio Vieira

    Provável suicídio: Major é encontrado morto em alojamento de batalhão do Exército.

    19 de maio de 2015

    Provável suicídio: 

     

    Major do Exército é encontrado morto em alojamento do 35º BI.

    A hipótese inicial é que o Militar tenha cometido suicídio. O comando do Batalhão não informou o tipo de arma usada e nem o local do corpo que o tiro atingiu.
    Foto: Ney Silva/Acorda Cidade
    Daniela Cardoso e Ney Silva
    Feira de Santana (BA) - O Major do Exército Alex Sandro Ribeiro da Silva, 41 anos, que atuava no S4 (Setor Administrativo) do 35º Batalhão de Infantaria (BI), foi encontrado morto por volta das 8h desta terça-feira (19) no alojamento. O fato ocorreu no momento da formatura do Batalhão, sendo que um oficial foi chamá-lo e o encontrou morto.
    A hipótese inicial é que o Militar tenha cometido suicídio. O comando do Batalhão não informou o tipo de arma usada e nem o local do corpo que o tiro atingiu.
    Uma equipe da Polícia Civil, comandada pelo coordenador de Polícia João Rodrigo Uzzum, juntamente com peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), foram até a unidade militar para proceder o levantamento cadavérico.
    O tenente coronel Paulo Sérgio Brito Santos, comandante do 35º BI, lamentou a morte do major e informou que foi aberto um Inquérito Policial Militar (IPM) para identificar a causa da morte, mas a hipótese de suicídio não está descartada.
    O coronel disse que como estava ocorrendo a formatura, não foi possível ouvir nenhum estampido de tiros. “É muito prematuro a gente tirar alguma conclusão sobre os fatos, mas aparentemente não se escutou nada”, afirmou Paulo Sérgio.
    O Major Sandro Ribeiro tinha sido transferido do 40º BI da cidade de Crateús, no estado do Ceará, em janeiro deste ano, para Feira de Santana.

    Nota do editor

    O major de Infantaria Alex Sandro Ribeiro da Silva pertencia a turma de 1998, da AMAN.

    Mulher do tenente-coronel pagou R$ 15 mil pela execução do marido .

    19 de maio de 2015

    MULHER DE TENENTE-CORONEL ASSASSINADO E MAIS CINCO VÃO A JÚRI POPULAR
    CRISTIANA E A IRMÃ FORAM PRESAS 12 HORAS APÓS O CRIME
    Suspeita de encomendar a morte do marido, Cristiana Osório Cerqueira, 43 anos, será julgada em júri popular. Também enfrentarão o mesmo procedimento outras cinco pessoas, entre elas a irmã, Cláudia Osório, 50 anos. A pena pode chegar a 30 anos de prisão.
    O tenente-cornonel do Exército Sérgio murillo Cerqueira Filho, 43, foi assassinado na madrugada de sábado (16/5) com um tiro na nuca. Ele e a esposa sofreram um sequestro relâmpago, na 208 Norte, quando saíam da casa de amigos. A mulher acabou liberada. O corpo do coronel foi encontrado às 3h, "em posição de execução", segundo a Polícia Militar, com um tiro na nuca no Núcleo Rural Aguilhada, em São Sebastião, a 26 km do crime.
    Leia também
    Frieza: mandante do assassinato, esposa pediu orações para o marido pouco antes de ser presa
    Doze horas após o sequestro, Cristiana e a irmã foram presas suspeitas de terem cometido o crime. Elas confessaram. O casal estava junto há 15 anos e tem uma filha de 13. Eles estavam em processo de separação e Cristiana teria mandado matar o marido por uma pensão estimada em R$ 10 mil. Em depoimento, ela confessou que pagaria R$ 15 mil pela morte do militar.
    DIÁRIO do PODER/UNPP
     4 comentários:
    Anônimo disse...
    Arrumei uma mulher desta especie em ITAITUBA/PA em 1993, convivi com ela por alguns anos, ela quase acabou comigo, mas graças a Deus consegui me livrar dela na justiça
    Anônimo disse...
    Já diziam os "antigos": case com uma mulher da qual você a conheça e sua família também!
    Essa não é a única...todos os dias há mulheres matando o marido, assim como há maridos matando mulheres, filhos matando pais, etc.
    Ontem mesmo, ficou registrado uma mulher atirando no ex-marido na frente de um filho de 12 anos...um absurdo!
    Anônimo disse...
    Encontrei hoje, terça, um QAO da reserva que serviu muito tempo no 1º RCGd e prá minha surpresa, ele me disse que ela á filha de coronel reformado .

    Caracas !!!!
    3º Sgt QE R/1 PERIVALDO disse...
    quem tem uma mulher dessas, não precisa conhecer o capeta.

    Frieza: mandante do assassinato, esposa pediu orações para o marido pouco antes de ser presa .

    18 de maio de 2015

    Frieza: mandante do assassinato.

    Poucas horas antes de ser presa como mandante do crime, a esposa do tenente-coronel Sergio Murillo de Almeida Cerqueira Filho publicou mensagem no Facebook lamentando a morte do marido assassinado na noite de sexta-feira (15).  Após inserir uma imagem com a expressão 'Luto', ela pediu orações "para que [Sergio Murillo] seja carinhosamente acolhido pelos braços do Pai maior".

    Leia também:
    Tenente-coronel do Exército é assassinado após sequestro-relâmpago em BrasíliaMulher e cunhada do tenente-coronel do Exército assassinado em Brasília foram as mandantes do crime
    Sérgio Murillo e Cristiana na Disney, em dezembro de 2014 (Reprodução: Facebook)
    Cristiana foi presa juntamente com a irmã na tarde de sábado (16), após ambas confessarem que encomendaram a morte do militar. O tenente-coronel foi executado com um tiro na nuca em uma área rural de Brasília, a 26 km de distância do local onde ocorreu a simulação de sequestro.

    quarta-feira, 13 de maio de 2015

    Arma antiaérea que pode derrubar aviões e helicópteros foi apreendida nesta quarta.

     - Atualizada às 

    Pelo terceiro dia seguido, Chapadão é alvo de operação de combate ao tráfico

    Desde segunda-feira, quatro homens já foram presos e um adolescente foi apreendido .

    TIAGO FREDERICO
    Rio - Policiais do 41º BPM (Irajá) seguem, pelo terceiro dia seguido, realizando operação de combate ao tráfico de drogas em favelas do Complexo do Chapadão, na região de Costa Barros e da Pavuna, na Zona Norte do Rio, nesta quarta-feira. De acordo com os agentes, um fuzil .30 adaptado para calibre 7.62 foi apreendido na localidade conhecida como "24 Horas". A arma antiaérea tem a capacidade de derrubar aeronaves, como aviões e helicópteros.
    Ainda na ação, que conta com o apoio dos batalhões do Segundo Comando de Policiamento de Área estão no local, os agentes apreenderam, na comunidade Tiradentes, um carregador de calibre 9mm, um de fuzil G3, 250 pinos de cocaína, 14 tabletes de maconha e um rádio transmissor. A operação também recuperou carro roubado e apreendeu material para embalar drogas em outra favela do complexo, chamada Parque Esperança. A ocorrência vai ser encaminhada para a 39ª DP (Pavuna).
    Fuzil .30 adaptado para calibre 7.62 apreendido no Chapadão
    Foto:  WhatsApp O DIA (98762-8248)
    Nesta terça-feira, um homem foi preso e um adolescente de 16 anos foi apreendido com 135 sacolés de cocaína, 29 pedras de crack, um frasco de lança-perfume e dois rádios transmissores, durante operação realizada no conjunto de favelas pelos policiais do 41º BPM (Irajá). Na ação, que contou com o apoio do 2º Comando de Policiamento de Área (CPA), também foram recuperados quatro veículos roubados.
    Também houve operação no Complexo do Chapadão na segunda-feira, quando três homens foram presos. Na ação, que controu com apoio do 2º e 3º Comandos de Policiamento de Área (CPA), um dos presos ficou ferido. Ele foi levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Seu estado de saúde é desconhecido. Com ele, segundo os agentes, foi apreendida uma pistola 9 mm. O outro detido tinha um mandado de prisão em aberto e o terceiro foi preso com 182 pinos de cocaína, 63 pedras de crack, 22 trouxinhas de maconha e 12 vidros de loló.
    Ainda na operação, sete veículos roubados foram recuperados e oito máquinas caça-níqueis foram apreendidas. Os casos foram registrados na 39ª DP (Pavuna).

     
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