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    sábado, 12 de agosto de 2017

    Policial da Core morto no Jacarezinho será enterrado no Dia dos Pais .

    12/08/2017 16:09:52 
    Inspetor tinha um filho pequeno. Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos, era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil. 12/08/2017 16:09:52
    Rio - O  policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos, morto durante operação no Jacarezinho, será enterrado neste domingo, às 10h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, no Dia dos Pais. Ele deixa um filho pequeno. 
    Bruno Guimarães Buhler morreu em operação na Favela do Jacarezinho
    O inspetor policial, conhecido como Xingu, era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil, onde estava há sete anos. Ele entrou para a Core em 2014.
    "Nossa solidariedade à família e aos amigos. E nosso reconhecimento pelos sete anos dedicados ao trabalho policial. Descanse em paz, Guerreiro-Herói: você viveu e morreu combatendo o bom combate", diz nota da Polícia Civil.
    A investigação da morte de Xingu está a cargo da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).  O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 5 mil por informações que levem à prisão do assassino de Buhler. O agente era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil.
    As denúncias podem ser enviadas pelo Whatsapp ou Telegram dos Procurados (21) 98849-6099; pela mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/, ou pelo aplicativo do DD/Rio. O anonimato é garantido.Policial da Core morto no Jacarezinho será enterrado no Dia dos Pais
    Inspetor tinha um filho pequeno. Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos, era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil
    12/08/2017 11:43:51 - ATUALIZADA ÀS 12/08/2017 16:09:52
    O DIA
    Rio - O  policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos, morto durante operação no Jacarezinho, será enterrado neste domingo, às 10h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, no Dia dos Pais. Ele deixa um filho pequeno. 
    Bruno Guimarães Buhler morreu em operação na Favela do JacarezinhoReprodução Internet
    O inspetor policial, conhecido como Xingu, era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil, onde estava há sete anos. Ele entrou para a Core em 2014.
    "Nossa solidariedade à família e aos amigos. E nosso reconhecimento pelos sete anos dedicados ao trabalho policial. Descanse em paz, Guerreiro-Herói: você viveu e morreu combatendo o bom combate", diz nota da Polícia Civil.
    A investigação da morte de Xingu está a cargo da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).  O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 5 mil por informações que levem à prisão do assassino de Buhler. O agente era considerado um dos maiores atiradores de elite da Polícia Civil.

    A TODA FAMÍLIA DEIXAMOS OS NOSSOS SINCEROS SENTIMENTOS, PELA PERDA  DE MAIS UM HÉROI, QUE TOMBA  EM DEFESA DA SOCIEDADE .
    DESCANSE EM PAZ BRUNO !

    PARABÉNS PAPAIS! " HERÓIS DO NOSSO PAÍS ".

    UMA SINGELA HOMENAGEM, A TODOS OS PAIS MILITARES DE NOSSO AMADO BRASIL, QUE SACRIFICAM SUA PRÓPRIA VIDA, PELO BEM ESTAR DE SUA SOCIEDADE .

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    HOMENAGEM DA UNIÃO NACIONAL DE PRAÇAS E PENSIONISTAS (UNPP), A TODOS OS PAIS DO NOSSO PAIS !

    quinta-feira, 10 de agosto de 2017

    Soldado do Exército é preso após roubar carro com fuzil e ir trabalhar no veículo

    10 de agosto de 2017

    Soldado  roubar carro 

    com fuzil e vai trabalhar no veículo






















    Um soldado do Exército Brasileiro teve a prisão decretada pela Justiça, nesta quarta-feira,
     por suspeita de envolvimento com um assalto ocorrido na última sexta. Jhon Alysson
     Freitas Costa, de 19 anos, é lotado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO)
     da corporação, situada em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. De acordo com informações
     da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque), responsável pelo caso, as investigações 
    tiveram início quando uma seguradora de automóveis informou aos militares que 
    um carro roubado havia sido rastreado até o pátio da unidade.

    Após esse contato inicial, integrantes da Polícia do Exército localizaram o suspeito, que 
    prestava serviço naquele momento. Jhon Alysson foi então encaminhado à delegacia 
    distrital, na tarde desta terça-feira, onde prestou depoimento — a princípio sob a suspeita 
    somente do crime de receptação. Inicialmente, ele alegou ter adquirido o veículo de um mecânico.
    Jhon Alysson Freitas Costa é soldado do Exército BrasileiroConvocado a comparecer à unidade, o profissional 
    indicado pelo soldado assegurou que não havia participado
     de qualquer negociação com Jhon Alysson. Na sequência das
     oitivas, o militar acabou admitindo ter realizado o roubo na
     companhia de outros bandidos do Morro do Tiradentes, 
    pertencente ao Complexo do Chapadão, onde o jovem
     reside. No telefone celular do rapaz, foram encontradas 
    várias fotos em que ele aparece empunhando o mesmo
     fuzil M16 que portava ao cometer o crime, conforme o 
    relatado por testemunhas.
    Na delegacia, tanto o motorista de Uber quanto o
     passageiro transportado no momento do assalto
     indicaram Jhon Alysson como integrante do bando que
     praticou o roubo. Uma das vítimas reconheceu a voz do soldado e também o casaco
     que ele vestia ao ser preso, o mesmo que usava na noite do assalto. O veículo, um
     |JAC J5 branco cuja versão zero quilômetro pode custar mais de R$ 60 mil, f
    oi devolvido ao proprietário.
    — Já apuramos que ele também tem envolvimento com o tráfico de drogas
     do Chapadão. Agora, mesmo sendo militar, ele será encaminhado ao sistema
     penitenciário estadual — explicou o delegado Renato Perez, titular da 31ª DP.

    A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, atividades ao ar livre e close-up
    O recruta preso servia na EsAO (Imagem: Facebook)

    EXTRA/UNPP

    terça-feira, 8 de agosto de 2017

    Comandante critica cortes no orçamento do Exército .

    07 de Agosto, 2017 - 10:00 ( Brasília )
    General Eduardo Villas Boas usou as redes sociais para comentar aperto orçamentário que a força terrestre sofre

    Reprodução do twitter do Gen Ex Villas Boas
    Atualizado

    Inclusão da resposta do CCOMSEx ao G1 18:00hs 04 AGO 2017

    O Editor
    Tânia Monteiro
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo. A crítica foi feita nesta quinta-feira, 3, em seu perfil no Twitter.

    Segundo informações obtidas pelo Estado, os recursos hoje disponíveis nos caixas do Exército são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro.
    “Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general no microblog, ao falar sobre as dificuldades que a instituição está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras.
    A principal queixa dos militares é de que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer segurança à população.
     
     
    Foi assim desde o início do ano, quando o Exército foi chamado para fazer pelo menos quatro outras missões: varreduras em presídios quando houve guerra de facções nas cadeias no norte do País, no motim do Espírito Santo, quando a tropa federal foi para as ruas na época do carnaval e a Polícia Militar do Rio fez uma espécie de operação-padrão e, no mês de junho, quando foram chamados para ajudar na reconstrução de cidades atingidas por enchentes em Pernambuco. Em todos os casos, os recursos, até hoje, não foram devolvidos à Força.
    Rio. Somente neste fim de semana, quando o Exército foi para as ruas no Rio, por ordem do presidente Michel Temer, que tenta reforçar a segurança pública do Estado, usando-a de vitrine para mostrar eficiência administrativa, a força gastou R$ 5 milhões. Por dia, o emprego de cada brigada militar no Estado custa em torno de R$ 1,2 milhão.

     
    Resposta do CCOMSEx ao G1
    Para matéria G1 Link


    Veja a íntegra da nota do Exército:
    Atendendo à sua solicitação formulada por meio de mensagem eletrônica, de 04 de agosto, sobre cortes orçamentários, o Centro de Comunicação Social do Exército informa que:
    1. Os prejuízos causados ao trabalho do EB [Exército Brasileiro], impostos pelas limitações orçamentárias, são:
    a. Restrições na capacidade de emprego da Forca Terrestre em operações convencionais e no apoio a Órgãos governamentais, operações de GLO [Garantia da Lei e da Ordem], apoio às eleições, apoio em calamidades públicas, obras de cooperação, entre outras em 2017.
    b. Quebra de contratos e obrigações assumidas, com consequente pagamento de multas e encargos decorrentes.
    c. Redução das ações de vigilância desenvolvidas ao longo de toda a fronteira terrestre e comprometimento do trabalho desenvolvido na vigilância e preservação de nossas fronteiras, além do apoio que é prestado às populações locais, onde o Exército é a única presença do Estado brasileiro.
    d. Descontinuidade da prestação de apoio do Exército aos governos em todos os níveis, particularmente em ações de Defesa Civil, como enchentes, inundações, deslizamentos de encostas.
    2. Neste ano, o contigenciamento foi de 43% para as despesas discricionárias, contra uma média histórica de 17,5%, o que afeta de forma significativa as atividades.
    3. Seguramente, ainda haverá impacto em outras áreas, que estão sendo estudadas pelo EB.

    sábado, 5 de agosto de 2017

    Sergio Etchegoyen pede apoio da sociedade em defesa dos policiais .

    4 de agosto de 2017

    Ministro-chefe do Gabinete de Segurança da Presidência diz que a morte de tantos 

    PMs é uma tragédia


    O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Sérgio Etchegoyen -
    André Coelho / Agência O Globo



















    ELENILCE BOTTARI E JEFERSON RIBEIRO
    RIO - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, 
    general Sergio Etchegoyen, que participa do Fórum “Como resolver o enigma da
     insegurança que oprime o Brasil”, nesta terça-feira, disse que o crime organizado é 
    a maior ameaça que a sociedade brasileira enfrenta. “É isso que precisamos entender”,
     afirmou ele.
    O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Augusto NardesMinistro do 
    TCU diz que contrabando gera perdas de R$ 100 bilhões ao ano
    Imagens flagram roubo de carga na Zona NortePRF e Polícia Civil fazem operação para 
    combater roubo de carga no Rio
    Soldados do Exército fazem, no Arco Metropolitano, na altura de Duque de Caxias, revista 
    em roupas que estavam dentro de mala de carro: efetivo caiu à metade nas ruas nesta segunda
    Redução de tropas nas ruas do Rio é parte da estratégia do Plano Nacional de Segurança
    Prefeito Marcelo Crivella fala sobre o protesto de taxistas no RioEm reunião com Jungmann,
     Crivella coloca 8,5 mil guardas municipais à disposição da ações de segurança
    Ao falar sobre o plano nacional de segurança, o ministro lembrou os crimes ocorridos nas
     eleições, como a tentativa de impedir a votação no Maranhão e o assassinato de 13 
    candidatos a vereadores do Estado Rio. Ele afirmou que o Brasil vive uma situação 
    extraordinária que necessita de soluções extraordinárias. Defendeu o endurecimento de leis
     e criticou a passividade com que a sociedade vê a morte de policiais:
    — O Rio perdeu 92 policiais, os Estados Unidos perderam no Afeganistão cinco. 
    E fazemos o quê? É muito sério. Uma sociedade é incapaz de lutar pelos seus interesses.
     Os nossos policiais morrem, não temos outros para substituir, mas deixamos que eles
     morram, porque se atirarem terão que responder por isso. Porque não tem recursos,
     porque não tem treinamento. Como mostrar a sociedade o tamanho da tragédia que 
    estamos vivendo? Não adianta reclamar dos nossos policiais, por que não temos outros
     e são eles que vão entrar na favela para combater os criminosos. É preciso que 
    nós cidadãos busquemos a valorização dos nossos policiais. Quem de nós gostaria 
    de ver um filho nos dias de hoje com farda, subindo o morro para enfrentar marginais?
    O fórum também conta com a presença do ministro do Tribunal de Contas da União
     (TCU), José Augusto Nardes, relator do acórdão que determinou a criação de um 
    comitê nacional de integração; do presidente da Embratur, Vinicius Lummertz; e
     do general Marco Aurélio Vieira, diretor de Operações do Comitê Rio 2016, que falaram
     no painel “A urgência de um pacto na construção de uma nova cultura social”, 
    mediado pelo secretário municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitacão, Índio da Costa.
    Durante o evento, José Augusto Nardes afirmou que políticas esporádicas de segurança,
     como a ocorrida durante os Jogos Olímpicos de 2016 não resolvem o problema da 
    violência nem no Rio nem no país. O ministro disse ainda que as perdas para a
     economia nacional com o contrabando chegam a R$ 100 bilhões.
    — Estamos trabalhando há dois anos, propus ao governo que fosse criado este 
    comitê e já fiz uma primeira reunião em Brasília há poucos dias com a presença 
    de cinco generais, ministérios das Relações Exteriores, da Integração.
     Nós temos 17 mil quilômetros de fronteiras e não há uma política integrada. 
    Estamos criando grupos para trabalhar em conjunto. São treze instituições que
     trabalham na fronteira e não compartilham informações. Combater o crime organizado
     no Rio e em São Paulo não é suficiente, temos que combater na fronteira e em 
    especial nos 150 quilômetros que entram muitas drogas e muitas armas — 
    afirmou José Augusto Nardes.
    O ministro informou que cobra das autoridades do Rio sobre a matriz de responsabilidade, 
    sobre o legado para a segurança, mas, segundo ele, não ficou legado de segurança, 
    turismo nem do meio ambiente.
    — A auditoria levantou que, em 25 secretarias de estado, 68% não compartilham 
    informações. Ou seja, o Rio e o Espírito Santo não compartilham informações. Se nós não
     fizermos uma política nacional, não teremos como combater a criminalidade.
    O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, disse que não é sustentável a ação
     policial, se ela não for acompanhada ações sociais.
    — Como médico, vi a epidemia das drogas crescer e não vi nenhuma política pública
     para pensar isso. O Rio de Janeiro teve um período histórico recente de redução de 
    homicídios, com a implantação das UPPs, mas que depois voltaram a subir. Mas a
     lição que ficou disso foi que não é sustentável a ação policial se não houver ações 
    sociais junto. O crime organizado no Rio tem uma base social, algum respaldo em
     algumas comunidades. Por isso, temos que disputar com o crime organizado esses jovens.
     Os meninos de uma favela tem medo de sair da favela para ir à praia porque podem
     ser mortos pela facção rival da favela onde vivem. A gente tem que salvar esses
     meninos, mostrar que eles podem ter outro tipo de vida, apesar desta crise que
     estamos vivendo. De onde muitos jovens vieram do crime organizado, virão outros,
     se não fizermos alguma coisa por eles — afirmou Osmar Terra.
    O ministro defendeu a capacitação e criação de vagas para jovens no setor de turismo:
    — Já que a crise ficou tão grave, vamos aproveitar para mudar muita coisa. 
    Fazer pacote de mudanças legais para ter leis mais eficazes no combate às drogas.
     Elas produzem epidemias, e nós temos nossas fronteiras com os maiores produtores
     de drogas do mundo.
    Índio da Costa defendeu que a integração seja o marco da presença das forças
     federais do Rio:
    — Precisamos de um legado que só virá com integração. Vamos integrar os dados
     municipais, com os do estado e da União. A proposta efetiva é que a gente trabalhe
     o legado da integração, inclusive dos bancos de dados da saúde, da educação, do Detran,
     das policiais e do Ministério Público.
    Já Vinicius Lummertz falou sobre mudanças na Constituição para garantir investimentos, 
    com as reformas tributária com uma tomada de consciência que o país precisa e que
     foi acelerada pela crise. Ele defendeu as reformas Trabalhista e Tributária como forma 
    de garantir o desenvolvimento sustentável.
    — Sem a sustentabilidade do econômico, quando as operações de segurança cessarem,
     nós estaremos de volta ao ponto de partida. Temos um mundo cansado de conhecer 
    destinos conhecidos, nós temos o maior parque do mundo, no entanto, os Estados 
    Unidos recebem 300 milhões de visitantes em seus parque e nós apenas sete milhões.
    O general Marco Aurélio Vieira, que foi o diretor de Operações do Comitê Rio-2016,
     disse que estamos vivendo uma situação excepcional.
    — Estamos numa guerra. O crime não é consequência, mas é de todos os males.
     É a causa do desemprego, o crime é a causa de todos os problemas do Rio, e
     temos que atacar as causas com medidas excepcionais. É urgente desarmar o 
    indivíduo de fuzil. Ele não é um meliante comum. Ele é um terrorista e tem que ser
     tratado como tal — afirmou o general.
    Segundo Marco Aurélio Vieira, outro ponto prioritário é o combate aos roubos de carga:
    — A gente perde 30 caminhões por dia no Rio. Por isso, nossa proposta é a 
    desconstitucionalização das polícias. Elas têm que ser do estado. Nós temos 
    56 polícias, que não falam uma com outra. Então precisamos integrar amanhã 
    os sistemas tecnológicos. Outra medida excepcional é que temos que trabalhar
     com uma secretaria de gestão integrada. Hoje temos vários representantes e 
    ninguém com condições de tomar decisões. A secretaria tem que integrar ações
     e não as ideias. Outro ponto é o Centro de Comando e Controle. Hoje um indivíduo
     com um celular 5g na mão tem capacidade melhor de coordenar seus comandados 
    do que o nosso centro de controle. Hoje, a gente tem disponível informações de uns 
    40 institutos e nenhum está integrado com o Centro de Comando e Controle do Rio 
    — criticou o militar.
    Segundo ele, a integração tem que ser também da sociedade:
    — Para que a integração aconteça realmente é importante um pacto social da segurança.
     Quando um o juiz tomar uma decisão, tem que pensar antes na sociedade e não no 
    indivíduo.
    O Globo/montedo

    domingo, 30 de julho de 2017

    Esplanada: Bolsonaro vai se filiar ao PEN, e partido mudará de nome .

    Esplanada: Bolsonaro vai se filiar ao PEN  
    Presidenciável fechou com Adilson Barroso e já propôs nova sigla
    30/07/2017 14:54:32 - ATUALIZADA ÀS 30/07/2017 19:05:39
    O DIA
    Brasília -  Após fazer mistério e conversar com dirigentes de diferentes partidos para se decidir, o deputado federal Jair Bolsonaro, hoje no PSC, vai se filiar ao PEN - Partido Ecológico da Nação, presidido por um ex-boia-fria, Adilson Barroso, conforme a Coluna antecipou anteriormente.
    Bolsonaro vai anunciar em breve a filiação e também vai filiar os dois filhos deputados federal por São Paulo, Carlos, e deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Flávio, ambos ainda no PSC.
    Jair Bolsonaro agora faz parte do PEN, partido presidido por Adilson BarrosoBlog Esplanada
    O presidenciável condicionou ainda a entrada à alteração do nome do partido. Bolsonaro quer Pátria Amada Brasil (PAB), e a sugestão será avaliada pela executiva.
    A situação de Bolsonaro se complicou no PSC, presidido pelo Pr. Everaldo - candidato à Presidência em 2014 - quando a executiva nacional deu aval para o diretório estadual no Maranhão se aliar ao PCdoB do governador Flávio Dino. Revoltado, o conservador Bolsonaro alegou que não foi consultado, que reprova aliança com comunistas. Há oito meses Bolsonaro não conversa com Pr Everaldo.
    Na nova legenda, é provável que Bolsonaro ganhe cargos na executiva e tenha liberdade para fazer alianças regionais nos Estados. Seus dois filhos, os deputados, devem dirigir a legenda em São Paulo e Rio de Janeiro.

    Coluna de Leandro Mazzini

    Temer sobrevoa áreas de atuação das tropas federais no Rio neste domingo .

    Temer sobrevoa áreas de atuação das tropas federais no Rio

    Ian Cheibub/Folhapress
    Presidente Michel Temer faz pronunciamento sobre o uso das Forcas armadas no estado do Rio
    Presidente Michel Temer faz pronunciamento sobre o uso das Forcas armadas no estado do Rio
    O presidente Michel Temer esteve no Rio, na tarde deste domingo (30), para sobrevoar as áreas do Estado em que as tropas federais atuarão na operação iniciada na última sexta-feira (28).
    Desde sexta-feira que 10 mil das Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional reforçam a segurança do Rio. Num primeiro momento, militares com tanques de guerra e pesado armamento se fizeram notar pela população com uma presença ostensiva nas ruas.
    A ideia é que em breve eles deixem as ruas e passem a atuar junto às polícias em operações de combate ao crime organizado, cujo objetivo é reduzir a quantidade de armas e drogas do poder paralelo.
    O presidente sobrevoará áreas centrais do Rio e também municípios da Baixada Fluminense, que serão foco da atuação das forças federais.
    Temer participou de um rápido briefing do Exército sobre a operação, ao lado dos ministros Raul Jungman (Defesa), Torquato Jardim (Justiça), Henrique Meirelles (Fazenda) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da presidência).
    Participaram também o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da capital, Marcelo Crivella.
    Em breve pronunciamento à imprensa, Temer afirmou que soube pelas autoridades do Estado que em três dias de operação já houve redução nos índices de roubo de carga no Rio. O presidente, que não respondeu a perguntas dos jornalistas, volta para Brasília ainda neste domingo.
    Segundo o presidente, a segurança pública é uma preocupação do governo federal. Ele disse que a operação em curso estava em discussão há seis meses no Planalto.
    "Os acontecimentos recentes dizem respeito à insegurança que grassava o Estado do Rio de Janeiro. É uma preocupação de todos os brasileiros e particularmente o governo federal", disse.
    Temer lembrou que o decreto assinado que autorizou a atuação das forças federais no Rio tem prazo até o final de 2017, por uma questão de orçamento, mas o desejo é que as tropas continuem no Estado até o fim de 2018. No sábado, o ministro Raul Jungman não divulgou o custo do emprego das tropas federais no Rio.
    "Nada impedirá que essa cooperação poderá continuar nos próximos anos", disse o presidente.

    Saída da crise deve vir da eleição de 2018, diz comandante do Exército



    Comandante do Exército diz :

    Resultado de imagem para fotos do comandante do exercito


    FABIO VICTOR
    DE SÃO PAULO
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirma que a saída para a crise do país "está nas mãos dos cidadãos brasileiros", que poderão, "nas eleições de 2018, sinalizar o rumo a ser seguido".
    Voz moderada em meio à cacofonia histérica de extremos ideológicos que marca a crise, na qual volta e meia grupelhos clamam por intervenção militar, Villas Bôas diz que "o Brasil e suas instituições evoluíram e desenvolveram um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a tutela por parte das Forças Armadas" e reitera que a Constituição deve prevalecer: "Todos devem tê-la como farol a ser seguido".
    A entrevista foi feita via e-mail, por opção da assessoria do Exército, e as perguntas foram enviadas no dia 4 de julho, sendo respondidas 23 dias depois, na quinta (27).

    *

    Folha - Pesquisa Datafolha recente mostrou que as Forças Armadas são a instituição do país em que a população mais confia hoje, enquanto a Presidência, o Congresso e os partidos são as instituições menos confiáveis. Como interpreta esses dados?
    Eduardo Villas Bôas - Esses números nos impõem uma imensa responsabilidade. As Forças Armadas, que constituem um corte vertical da sociedade e possuem representantes de todo o espectro social, são reconhecidas por serem uma reserva de valores, como integridade, ética, honestidade, patriotismo e desprendimento.
    Elas sempre estiveram presentes em momentos importantes da história de nossa nação. Algumas vezes, com o Braço Forte e, inúmeras vezes, com a Mão Amiga. Por conseguinte, essa confiança configura um capital intangível que nos é muito caro. Demonstra que a maioria esmagadora da população nos observa atentamente e nos avalia.
    Pela primeira vez na história, um presidente foi denunciado por corrupção no exercício do mandato. 

    Como acompanha essa crise? Acha que o presidente Temer tem condições éticas de permanecer no cargo?
    Vivemos um período de ineditismos. Mas o fato de seguirmos batalhando, em nosso dia a dia, demonstra que as nossas instituições ainda estão funcionando, mesmo com a crise pela qual elas e o país vêm passando. Cabe-lhes atuar no limite de suas atribuições, sempre com o sentido de se fortalecerem mutuamente. Neste momento, o que deve prevalecer é a Constituição Federal e todos, repito, todos devem tê-la como farol a ser seguido.

    Há quem compare a crise atual com aquela vivida em 1964. É possível fazer essa analogia?
    Comparações podem ser feitas, mas o Brasil é, hoje, um país muito mais complexo e sofisticado. Naquela época, havia uma situação de confronto característica da Guerra Fria, com a ação de ideologias externas, que fomentaram ameaças à hierarquia e à disciplina nas Forças Armadas, aspectos que não estão presentes nos dias atuais.
    O Brasil e suas instituições evoluíram e desenvolveram um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a tutela por parte das Forças Armadas. Hoje, elas estão cientes de suas missões e capacidades e mantêm-se fiéis aos ditames constitucionais.
    É chegada a hora de consentir que o período que engloba 1964 é história e assim deve ser percebido.

    Em manifestações recentes, o sr. fez uma defesa enfática da Lava Jato. Como analisa os movimentos que vão na contramão da faxina ética pretendida pela operação (julgamento no TSE, liberação de Rocha Loures, devolução do mandato de Aécio etc.)?
    As instituições estão trabalhando e buscando resolver essa crise, que está atingindo nosso cerne e relativizando nossos valores.
    Tenho afirmado que, além da crise política, vivemos um momento em que faltam fundamentos éticos e no qual o "politicamente correto", por vezes mal interpretado, prejudica nossa evolução. Falta-nos uma identidade e um projeto estratégico de país. País com letra maiúscula. Por isso, costumo dizer que estamos à deriva.
    No entanto, considero essa crise uma oportunidade, que poderá auxiliar a nação a se sanear, sem influências ideológicas ou políticas.
    A Lava Jato simboliza a esperança de que se produza no país uma mudança fundamental, em que a ética seja nossa parceira cotidiana e a sensação de impunidade, coisa do passado.

    Como o Exército se posiciona sobre a candidatura de Bolsonaro, um militar da reserva, à Presidência? E como vê o uso que ele faz da condição de militar na campanha (disse, por exemplo, que, como capitão, sua especialidade era "matar")?
    Todo cidadão tem o direito de ser candidato a qualquer cargo eletivo. É natural que o deputado Jair Bolsonaro use seu currículo e sua história pessoal, como ex-integrante do Exército, em sua campanha. Como integrante da reserva, ele sempre terá o nosso reconhecimento e o nosso respeito.
    No entanto, e em última análise, é a população quem vai julgar os partidos e os candidatos, por intermédio do voto, devendo, para tanto, conhecer muito bem os projetos e ideias de cada um deles.
    Destaco que o Exército, como instituição permanente, serve ao Estado e não a pessoas, estando acima de interesses partidários e de anseios pessoais.

    A dimensão da crise favorece o surgimento de candidatos populistas e aventureiros. Como vê essa possibilidade e como analisa o quadro eleitoral para 2018?
    Acho que a falta de um projeto nacional tem impedido que a sociedade convirja para objetivos comuns. Isso inclui, até mesmo, a necessidade de referências claras de liderança política que nos levem a bom porto.
    Talvez seja um reflexo de os brasileiros terem permitido, no passado, que a linha de confrontação da guerra fria dividisse nossa sociedade.
    É preciso que a crise que estamos vivendo provoque uma mudança no debate político para 2018. É necessário discutir questões que possibilitem preparar um projeto de nação, decidir que país se quer ter e aonde se pretende chegar. Está difícil de identificar, no Brasil de hoje, uma base de pensamento com capacidade de interpretar o mundo atual, de elaborar diagnósticos estratégicos apropriados e de apontar direções e metas para o futuro.
    Está nas mãos dos cidadãos brasileiros a oportunidade de, nas eleições de 2018, sinalizar o rumo a ser seguido.

    O sr. é um crítico do uso das Forças Armadas em funções de polícia. O que achou de o presidente Temer ter assinado um decreto convocando as Forças Armadas para coibir um protesto que descambou para a violência em Brasília? Essa tarefa não seria da polícia?
    O Exército brasileiro é uma instituição que tem suas missões reguladas na Constituição, mais precisamente no artigo 142. Nele, observam-se três tarefas claras: a defesa da Pátria; a garantia dos poderes constitucionais; e a garantia da lei e da ordem.
    O emprego das Forças Armadas nas manifestações que ocorreram na Esplanada dos Ministérios se deu em uma situação de emergência e teve caráter preventivo. Havia um sério risco de o patrimônio público ser dilapidado. A integridade física das pessoas também estava em perigo.
    Não é possível aceitar que vândalos infiltrados nas manifestações permaneçam sem identificação e fiquem impunes. A ação dessas pessoas deslegitima qualquer manifestação e agride a democracia.

    O sr. tem reiterado que "não há atalhos fora da Constituição" e demonstrado ser um defensor intransigente da democracia. Como analisa e a que atribui as manifestações no país por intervenção militar?
    As manifestações demonstram um cansaço da população com os escândalos que temos visto. Elas refletem a materialização do capital de confiança apresentado nas pesquisas. Uma instituição que detenha 83% de confiabilidade é uma exceção em um ambiente degradado.
    Porém, como tenho dito, vemos tudo isso com tranquilidade, pois o Exército brasileiro atua no estrito cumprimento das leis vigentes e sempre com base na legalidade, estabilidade e legitimidade.

    Numa postagem recente em uma rede social, o sr. exaltou o marechal Castello Branco, um dos artífices do golpe militar de 1964. Que mensagem quis passar ao dizer que Castello Branco é "um exemplo de líder militar a ser seguido"?
    Herói da campanha da Itália, ele já seria um exemplo por ter participado da Força Expedicionária Brasileira, na Segunda Guerra Mundial.
    Mais tarde, em 1964, o Marechal Castello Branco foi o líder que civis e militares encontraram para dirigir os rumos da nação naqueles momentos conturbados e que, hoje, devem ser compreendidos dentro do contexto vivido à época.
    Com sua visão de estadista, foi o responsável por alterações na legislação, que afastaram os militares da política partidária e que norteiam, até hoje, a permanência das Forças Armadas em seus quartéis, no estrito cumprimento do dever constitucional.

    As Forças Armadas brasileiras não reconhecerão os erros e atrocidades que cometeram durante a ditadura?
    A lei da anistia, compreendida como um pacto social, proporcionou as condições políticas para que as divergências ideológicas pudessem ser pacificadas. Ela colocou um ponto final naquela fase da história. Precisamos olhar para o futuro, atendendo ao espírito de conciliação.

    O sr. costuma ressaltar a gravidade do quadro da segurança pública no País, com número de mortes equivalente ao de guerras. Como resolver ou pelo menos minimizar esse problema?
    Esse problema exige uma resposta que envolva distintos atores da sociedade. Mas a solução deve, necessariamente, passar pela valorização e capacitação das forças de segurança pública. Passa, igualmente, pelo efetivo combate ao tráfico de armas e de drogas, hoje, grandes indutores da violência nos principais centros.
    Da mesma maneira, o princípio da autoridade deve ser fortalecido e o sentido da disciplina social e do coletivo nacional -sem luta de classes- deve ser recuperado. Existe no Brasil uma excessiva compreensão com direitos e uma enorme negligência com deveres.
    Há, também, excesso de diagnóstico e pouca ação efetiva e prática. Imaginar-se que apenas a vertente policial poderá resolver essas questões é ledo engano.
    As ações de segurança pública devem, sim, estabelecer metas e prioridades. Exigem cooperação entre atores públicos e privados e deve ter, por ferramentas, programas sociais e serviços públicos, que fogem à esfera da Segurança Pública, adequados à região e à população.

    Como está a negociação para alterar a Previdência dos militares? Estão definidos a idade mínima, o tempo de contribuição e o teto? O que o sr. defende? E há alguma perspectiva em relação ao reajuste salarial dos militares?
    Os integrantes das Forças Armadas não têm sistema previdenciário, como, aliás, já descreve a Constituição. O que temos é proteção social, de acordo com as peculiaridades da profissão militar, já bem compreendidas por alguns setores da sociedade.
    O Ministério da Defesa está coordenando os trabalhos de um grupo técnico com militares das três Forças Armadas, para propor medidas mais amplas nas áreas da reestruturação da carreira militar, da redução da defasagem remuneratória e da adequação de regras ao sistema de proteção social. São mudanças que terão consequências e reflexos mais duradouros no futuro.
    Aliás, o próprio presidente da República, no final do ano passado, reconheceu a enorme defasagem salarial dos militares das Forças Armadas em comparação com as outras carreiras de Estado.
    Recentemente, nas audiências em que participei nas comissões da Câmara e do Senado, também os parlamentares ficaram surpresos com essa discrepância.
    Os objetivos estão traçados para o longo prazo e vão muito além da mera redução de despesas para a União. Eles visam à manutenção da atratividade da carreira militar e à atração e retenção de profissionais vocacionados, motivados, capacitados e com valores éticos e morais condizentes com a profissão que detém o poder de uso da violência institucional em nome do Estado.
    Quero deixar claro, no entanto, que os militares não se furtarão a contribuir com a reforma. Estão dispostos a dar sua cota de sacrifício, comportamento que já tomamos inúmeras vezes no passado.

    Qual a principal função das Forças Armadas, do Exército em particular, no Brasil de 2017?
    Essa resposta é atemporal. Arguimos os nossos interlocutores sobre a importância das Forças Armadas em países com as nossas dimensões e potencialidades. Não raras vezes, nos surpreendemos com respostas superficiais, quando não, completamente distorcidas.

    Quem leva o Estado Brasileiro às longínquas fronteiras, contribuindo para a presença nacional? As Forças Armadas!
    Quem respalda decisões do Estado brasileiro perante outros Estados, impondo a nossa vontade por meio da dissuasão? As Forças Armadas!
    Qual país verdadeiramente relevante do ponto de vista geopolítico descarta suas Forças Armadas? Nenhum!
    Se você possuísse bens extremamente valiosos, estaria disposto a pagar para mantê-los? Estou seguro de que sim.
    Desse bem a nossa sociedade já dispõe, mas não se apercebeu do quão importante é protegê-lo. Esse bem é a nossa liberdade.
    Assim, é mister discutir mais sobre nossas Forças Armadas, para que, ao conhecê-las, saibamos valorizá-las e respeitá-las.

    O sr. tem uma doença degenerativa, sobre a qual já se manifestou com transparência publicamente. Como está sua saúde hoje? De que modo a doença tem limitado sua atuação? Até quando o senhor tem forças para ficar no posto?
    Conforme comentei em outras ocasiões, fui acometido por uma doença degenerativa que atingiu alguns grupos musculares, restringindo minha capacidade de locomoção.
    Sinto falta de viajar, de percorrer as nossas unidades, de estar junto com a tropa. Busco vencer os desafios dia a dia e sigo no tratamento. Tenho um objetivo maior de servir à pátria e continuo a persegui-lo.

    O general Sérgio Etchegoyen, de quem o sr. é conterrâneo e amigo, ganhou força no governo, e há quem comente que poderia substitui-lo. Existem articulações nesse sentido? Como vê a possibilidade? Como é a relação entre vocês?
    A substituição dos comandantes de força é atribuição exclusiva do presidente da República. Quanto ao general Etchegoyen, ele é meu amigo pessoal, há mais de 50 anos, como você mesmo destacou. Trabalhamos juntos em várias oportunidades e, além da amizade, fortalecida a cada dia, mantemos agradável convivência familiar.


     
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