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    segunda-feira, 27 de junho de 2016

    Um sargento e três soldados do Exército morrem em acidente de trânsito no RJ .

    27 de junho de 2016



    São Gonçalo (RJ) - Um primeiro sargento e três soldados do Exército morreram num acidente de trânsito por volta das 6h30min da manhã desta segunda-feira (27). Os militares, todos da 9ª Bateria de Artilharia Antiaérea (Escola), localizada em Macaé (RJ), seguiam para para consulta médica no Hospital Central do Exército. Eles deslocavam-se em um Polo Sedan (carro administrativo) pela BR-101, trecho Niterói-Manilha, quando o carro colidiu na traseira de um ônibus que seguia no mesmo sentido. Todos os ocupantes do Polo morreram na hora. Dois passageiros do ônibus ficaram feridos sem gravidade. A causa do acidente está sendo investigada. O nome dos militares mortos não foi divulgado.

    PM é executado a tiros; carro tem pichação 'Morre PM' .

    27/06/16 10:24

    PM é executado a tiros;

    A pichação no carro que, segundo colega de farda, é do PM
    A pichação no carro que, segundo colega de farda, é do PM Foto: Reprodução
    Ana Carolina Torres
    Um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foi encontrado morto na Zona
    Norte do Rio, na manhã deste domingo. Segundo informações de colegas de farda, José Josenilson Alves dos Santos, de 31 anos, levou pelo menos cinco tiros. O corpo estava na Avenida Brasil, na altura de Cordovil, e foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML).
    Em grupos de WhatsApp de policiais militares e também em perfis de Facebook, circula uma foto de um Honda Civic com a pichação "Morre PM" na lateral. Em outra imagem, estão as iniciais de uma facção criminosa. Segundo as mensagens, o carro pichado era de Santos. Um colega de farda do soldado morto confirmou ao EXTRA que realmente se trata do veículo do agente. O carro está sendo periciado pela Divisão de Homicídios
     (DH), que investiga a morte.

    Santos saiu para trabalhar mas não chegou à UPP
    Santos saiu para trabalhar mas não chegou à UPP Foto: Facebook / Reprodução
    A morte do soldado só foi descoberta na noite deste domingo. Isso porque a viúva
    do policial estranhou quando ele não voltou para casa - o soldado estava escalado
    para trabalhar das 6h às 18h. Houve, então, uma busca por Santos e o corpo acabou
    sendo encontrado no IML.
    Procurada para comentar o episódio, a assessoria de imprensa da PM informou que “na manhã deste domingo (26/06) um policial foi encontrado morto próximo ao Viaduto de acesso à BR 040, Cordovil. O crime até o momento foi de autoria e motivos desconhecidos. Não temos o horário do enterro ainda”.
    Segundo as primeiras informações de agentes que investigam o assassinato do soldado, ele teria sido vítima de uma falsa blitz. Ele teria saltado do carro e atirado nos bandidos, mas foi perseguido e morto. Bombeiros que passavam pelo local viram Santos, já caído no chão, sendo revistado pelos criminosos. A arma do PM foi levada.
    Outro PM morto
    Neste domingo, outro PM foi morto no Rio. O primeiro tenente Denilson Theodoro de Souza, de 48 anos, foi morto em uma tentativa de assalto na Pavuna, também na Zona Norte. O policial estaria levando um parente na casa do sogro, na Rua Sargento Antônio Ernesto, quando teve o carro abordado por quatro bandidos, que já tinham roubado
    outro veículo. Quando os bandidos constataram que o motorista era um policial militar, abriram fogo, atingindo a cabeça e o braço do PM.

    Denilson fazia parte da segurança de Eduardo Paes
    Denilson fazia parte da segurança de Eduardo Paes Foto: Reprodução
    Denilson fazia parte da equipe de segurança do prefeito do Rio, Eduardo Paes, havia quatro anos. Ele era casado e deixa dois filhos, um menino de 16 anos e uma menina de
    9 anos. O primeiro tenente será sepultado às 16h no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulcap, na Zona Oeste da cidade.

    EXTRA/UNPP

    Vestidos de preto, policiais civis fazem protesto no Rio .

    27/06/2016 15h27 - Atualizado em 27/06/2016 21h00

    Mais cedo, categoria anunciou paralisação nesta segunda-feira.
    'Bem-vindo ao inferno', dizia faixa estendida no desembarque do Galeão.

    Cristina BoeckelDo G1 Rio
    Após o anúncio de que fariam uma paralisação, agentes da polícia civil realizaram um protesto contra a precariedade das condições de trabalho em frente à sede da chefia da corporação, na tarde desta segunda-feira (27), na Lapa, região central do Rio.
    Uma das principais reclamações dos policiais é o parcelamento dos salários (leia carta aberta à população no fim da reportagem). Os agentes se vestiram de preto simbolizando luto pela categoria e prometeram sair em passeata até a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
    Policiais levaram faixa para o galeão com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno' (Foto: Reprodução/Globo)Mais cedo, policiais levaram faixa para o Galeão
    com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno:
    policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao
    Rio de Janeiro não estará seguro'
    (Foto: Reprodução/Globo)
    De acordo com Fabio Neira, presidente da Coligação dos policiais civis do Rio de Janeiro, que organizou o protesto, a categoria é muito cobrada pela sociedade, trabalha sob risco e não tem condições para exercer suas funções plenamente.
    "Este é um protesto pacífico, mas que mostra a situação da categoria no estado. Queremos esclarecer para a população a situação na qual nos encontramos", declarou Neira.
    Ele afirma, ainda, que desde o começo do ano os agentes sofrem com a redução da estrutura nas delegacias e, agora, sofrem mais ainda com o parcelamento de seus salários.
    Pela manhã, em um protesto no Galeão, uma faixa foi estendida no desembarque com os dizeres (em inglês): "Bem-vindo ao inferno: policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao Rio de Janeiro não estará seguro".
    "As deficiências são materiais, com redução nas cotas de combustíveis R sem dinheiro até para alimentar os presos, que muitas vezes acabam saindo do bolso dos agentes. Os contratos terceirizados com o trabalho de limpeza e de assistência social, que faziam um ótimo trabalho, também venceram", explicou o presidente da entidade.
    Em entrevista ao jornal O Globo, o governador em exercício Francisco Dornelles disse que o dinheiro pra manter a frota da polícia em operação termina na sexta-feira (1º). O governo está aguardando a ajuda de quase R$ 3 bilhões prometida pela União. O governador disse que espera que esse dinheiro seja transferido até quinta-feira (30).
    Em nota, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, reconheceu que os policiais têm trabalhado com profissionalismo para defender a sociedade, mesmo com gratificações e salários atrasados e que a secretaria aguarda a liberação dos recursos federais para honrar seus compromissos e dar aos policiais a serenidade necessária para proteger a população.
    Parcelamento atinge aposentados
    Gedeon de Souza e Silva, de 76 anos de idade, veio de Inhaúma para participar do protesto. Mesmo aposentado desde 1987, ele fez questão de estar junto aos colegas.
    "Eu acho importante porque o estado deve muito aos policiais. São salários atrasados e temos que reivindicar para ver se as condições melhoram. Porque é um trabalho que envolve riscos", explicou.
    Segundo ele, parcelamento dos benefícios também o afetou.
    "Recebi uma parte dia 15 e não sei quando vou receber o resto", contou o aposentado.
    Aposentados fizeram questão de comparecer ao protesto (Foto: Cristina Boeckel/G1)Aposentados fizeram questão de comparecer ao protesto (Foto: Cristina Boeckel/G1)
    E não são só os aposentados. Policiais mais jovens também afirmam sofrer com a precariedade em delegacias. Duas inspetoras aprovadas em concurso público há menos de três anos e que preferem não se identificar fazem questão de mostrar o distintivo no peito, embora não escondam o desânimo com a situação da categoria.
    "Falta papel higiênico e material de trabalho básico como caneta e papel para a impressão de boletins de ocorrência. As celas estão em estado de insalubridade. A gente faz vaquinha e traz muita coisa de casa", conta uma delas.
    A outra completa a fala da colega e explica que os problemas chegam a ameaçar a segurança dos policiais.
    "Fora o sucateamento das armas, a maioria está dando pane", acrescentou.
    Categoria decide parar
    Policiais Civis e delegados do Rio de Janeiro começaram uma paralisação na manhã desta segunda. De acordo com o representante do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ), agentes não trabalharão acontecerá das 8h às 16h
    O principal motivo expor as péssimas condições de trabalho enfrentada pelos policiais. Durante esse período, estarão suspensos os serviços de investigação.
    Os policiais também reivindicam os salários que não foram pagos integralmente; o corte do orçamento; a falta de água, papel, impressora e faxina nas delegacias e no Instituto Médico Legal (IML).
    Um comunicado emitido pelo Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ) foi feito para ser distribuído nas delegacias do estado e explicar à população os motivos da paralisação. Segundo o Sindelpol, quase todas as delegacias do estado apoiam o movimento.
    A crise financeira ainda afeta a operação das aeronaves da instituição. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, atualmente, as três aeronaves (uma executiva e duas operacionais) não estão sendo utilizadas por falta de recursos financeiros. Ainda de acordo com a instituição, todos os esforços estão sendo feitos junto à Secretaria de Estado de Segurança (SESEG) e ao Governo do Estado para resolver a situação.
    Delegados e agentes fizeram paralisação no RJ nesta segunda-feira (Foto: Divulgação)Delegados e agentes fizeram paralisação no RJ nesta segunda-feira (Foto: Divulgação)

    Civil diz que mobilização "é justa"
    Em nota, a Chefia de Polícia Civil afirmou entender que a mobilização dos agentes é justa "em razão das dificuldades enfrentadas por esses importantes operadores de segurança pública".
    Entretanto, quanto a deliberação em assembleia pela suspensão ainda que temporária do atendimento ao cidadão, "a chefia entende que é prejudicial à sociedade e está envidando esforços junto aos policiais civis no sentido de que o cidadão não seja duplamente vitimado. No tocante às demais deliberações, está aberta a entendimento com os delegados e demais classes para que a situação seja resolvida".
    A corporação acrescentou que disponibiliza à sociedade o serviço de registro online e da Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), pelos telefones (21) 2334-8823, (21) 2334-8835 e pelo chat.
    Policiais civis do R Jenviaram carta aberta à população (Foto: Divulgação)Policiais civis do R Jenviaram carta aberta à população (Foto: Divulgação)
     

    Viúvo de médica morta no RJ se despede na web.

    27/06/16 08:07

    Viúvo de médica morta no RJ se despede na web: ‘Não sei como vou seguir’; enterro é nesta segunda

    Renato fez uma homenagem a Gisele
    Renato fez uma homenagem a Gisele Foto: Facebook / Reprodução
    Extra

    O cirugião plástico Renato Palhares, viúvo da médica Gisele Palhares Gouvêa, de 34 anos, morta a tiro numa tentativa de assalto na Linha Vermelha na noite deste sábado, escreveu uma mensagem de despedida em seu perfil no Facebook. Ele postou uma montagem de fotos da comemoração ocorrida no Dia dos Namorados, com a mensagem: “Cada segundo a seu lado valeu a pena, você me ensinou a te amar infinitamente!!! Não sei como vou seguir sem você”.

    Gisele será enterrada às 14h30m desta segunda-feira no Cemitério Jardim da Saudade de Mesquita, na Baixada Fluminense. O velório já acontece no Centro de Nova Iguaçu, também na Baixada. A médica foi morta com um tiro na cabeça quando voltava de Nova Iguaçu, onde havia participado de inaugurações, para casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
    A família decidiu doar as córneas de Gisele já que, segundo Renato Palhares, a mulher era uma pessoa extremamente solidária e já tinha manifestado o interesse em ser doadora de órgãos.
    Cartaz pede denúncias
    O Portal dos Procurados lançou um cartaz pedindo informações sobre o assassino de Gisele. Quam tiver informações pode entrar em contato com o Whatsapp ou o Telegram dos Procurados (21) 96802-1650; pelo Facebook (inbox), no endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/; ou pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia: (21) 2253-1177.
    Extra/UNPP

    Reajuste para os MILITARES. Primeiro sargento 32.6%, Almirante de Esquadra 24.3%.

    Primeiro sargento 32.6%, Almirante de Esquadra 24.3%.

    Reajuste para os MILITARES. Primeiro sargento 32.6%, Almirante de Esquadra 24.3%. Em 4 parcelas. Sobre a mudança nos índices.
    reajuste dos militares escalonamento indices 2019Alguns elementos que surgiram nos últimos anos, como a intelectualização dos graduados, evasão de sargentos e oficiais recém formados, crescente participação e representação política,  mudanças recentes por iniciativa dos próprios comandos, como a criação do adjunto de comando no Exército e do suboficial-mor na Marinha, aos poucos têm gerado alguns resultados e, embora não tenha se obtido índices de reajuste razoáveis por parte do governo federal, nota-se que os escalões superiores das forças armadas parecem ter finalmente tomado conhecimento do que realmente está ocorrendo e concluído que a estrutura estava realmente em risco. 
    Todos sabemos que as instituições dependem muito mais da base do que da cúpula. 
    A Revista Sociedade Militar ressalta que é evidente que os militares permanecem como categoria mais sacrificada dento do funcionalismo federal. É notório que os militares federais, a exemplo dos estaduais, para que sejam realmente reconhecidos e recebam uma contrapartida justa por parte do governo, precisam escolher e apoiar representantes com condições de ser levados até o legislativo federal. Contudo, sem dúvida percebeu-se nesse projeto de reajuste salarial um esforço interna-corporis no sentido de aproximar os soldos dos menos graduados, os que mais sofrem com a depreciação salarial, com os da cúpula das forças armadas.
    Na tabela de escalonamento vigente até essa data, o soldo de um almirante de esquadra, que possui o índice 1.000 na tabela de escalonamento, é de R$ 10.830. O soldo de um primeiro sargento, que tem o índice 382, é hoje R$ 4.134. A diferença entre os índices das duas posições é de 618 pontos.
    Em janeiro de 2019, enquanto o almirante de esquadra permanecerá com o índice 1.000, o primeiro sargento terá o índice 407. A diferença diminui de 619 para 593. Somente essa mudança de índice representaria hoje em dinheiro cerca de R$ 273 reais.
    Hoje o soldo do primeiro-sargento equivale a aproximadamente 38.2% do soldo de um Alm. Esquadra. Após as mudanças o soldo do primeiro-sargento será equivalente a 40.7% do de um AE.
    reajuste dos militares escalonamento tabela
    Sem a mudança nos índices de escalonamento o primeiro-sargento receberia em 2019, após os reajustes, um soldo de R$ 5.145. Mas, com a mudança receberá R$ 5.483,00. Ao final do processo o reajuste do primeiro-sargento será de cerca de 32.6% enquanto o do Almirante de Esquadra terá sido de 24.3%.
    tabela de escalonamento dos militares das forças armadas 2016, 2017
    Notem ainda que a mudança no escalonamento não ocorre em agosto desse ano (2016), junto com o reajuste dos soldos. A primeira alteração somente ocorrerá em janeiro de 2017.

    FAB é manchete. NSA poderia monitorar e até desligar novos caças GRIPEN .

    FAB é manchete.

    FAB é manchete. NSA poderia monitorar e até desligar novos caças GRIPEN
    gripen ame_2016-6-25_18-59-35_No-00
    Ainda que a notícia publicada por Cláudio HUMBERTO seja requentada de publicação antiga, de 2014, o negócio se espalhou como rastilho de pólvora pela internet nesse final de semana. Humberto, mestre em resumir reportagens montadas por articulistas estrangeiros, publicou apenas algumas linhas, mas foi o suficiente para a FAB dizer que nunca ouviu falar de qualquer notícia sobre o assunto.
    É difícil acreditar que nossos especialistas nunca ouviram falar sobre isso, afinal, é manchete de 2014. Mesmo diante de tantas menções a supostos superfaturamentos, propinas e falcatruas – ainda não comprovados – que já mancham a história do sonho de consumo dos brigadeiros, cremos ainda que nossos militares verificariam atentamente todos os sistemas, informações e publicações na mídia internacional sobre as novíssimas e já polêmicas aeronaves milionárias de nossa Força Aérea.
    Vejamos o que disse o site BASLER ZEIYUNG em março de 2014 intitulado “A NSA voa com o GRIPEN”. Alguns dizem que a matéria foi estratégia para prejudicar a negociação do gripen.
    “O rádio do Gripen pode ser manipulado pela NSA dos Estados Unidos. O sistema vem da empresa americana Rockwell Collins, ligada à NSA. A Força Aérea Suíça, se adquirisse os aviões, não teria qualquer forma de controlar o programa de rádio montado no equipamento.
    De acordo com especialistas, seria possível para os americanos obter as fotos de reconhecimento de aeronaves ou mesmo paralisar o sistema.
     Seria surpreendente se não houver nenhuma backdoor em um programa como esse”, disse Richard P. Morva, presidente da Swiss Crows, a associação suíça de especialistas em guerra eletrônica. Os políticos e militares reagem com consternação diante das informações divulgadas pela imprensa de todo o país.”

    sexta-feira, 24 de junho de 2016

    RJ: briga na internet entre alunos do Colégio Militar e Pedro II gera protesto contra ofensas machistas .

    24 de junho de 2016

    Briga na internet gera ofensa machista e alunos do RJ protestam
    Alunas do Pedro II dizem ter sido ofendidas por causa do tamanho da saia.
    Direção do Colégio Militar diz que pretende realizar evento entre as unidades
    Janaína Carvalho
    Do G1 Rio
    Alunas a alunos do Colégio Pedro II, na Tijuca, Zona Norte do Rio, fizeram um “saiato” no início desta semana contra comentários machistas que teriam partido de alunos do Colégio Militar em redes sociais. As ofensas começaram após uma provocação entre alunos das duas unidades e marcação de confronto entre os grupos. A briga acabou não ocorrendo na sexta (17), mas as ofensas nas redes sociais aumentaram.
    ”Há uma rixa há muitos anos entre o Colégio Militar e o Pedro II e os meninos estavam tendo essa briga no Twitter, inicialmente. Em um determinado momento eles partiram para o machismo e começaram a ofender a honra das meninas do Colégio Pedro II em função do uniforme. Até que colocaram assim na página do anonimato: ‘Avisa para as meninas do Colégio Pedro II que outros colégios pensam que elas são p... por causa do tamanho da saia’. Alguns alunos do militar ainda apontaram algumas meninas e marcar alguns perfis de meninas do Pedro II no twitter”, afirmou a aluna M.K, que cursa o 9° ano e é presidente do grêmio do Colégio Pedro II e organizadora do saiato.
    Os comentários provocaram revolta entre os alunos, que exibiram cartazes com frases como: “O tamanho da minha saia não me define o meu caráter ou o nível da instituição que eu estudo”. Indignados, meninos e meninas ocuparam a rua em frente ao Colégio Militar usando saias. “Pedimos respeito, pois, independente da minha roupa, não mereço ser assediada na rua, não mereço ser xingada, e não mereço ser ofendida”, afirmou a aluna.
    Os meninos do colégio também saíram em defesa das jovens. “O tamanho da saia não é argumento para eles falarem um negócio desse. As garotas merecem respeito. Tenho amigas aqui”, disse um aluno de 17 anos, que cursa o 1° ano do Ensino Médio e estuda na unidade desde o 3° ano do ensino fundamental.
    As ofensas e a exaltação de ânimo entre os adolescentes fez com que a Polícia do Exército, já que o Colégio Militar pertence ao Exército Brasileiro, aumentasse a guarda no entorno dos colégios desde sexta-feira.
    O Comando Militar do Leste (CML) instaurou procedimento administrativo para identificar os alunos envolvidos e, de acordo com o regulamento disciplinar do Colégio Militar e o manual do aluno, a sanção pode ir desde uma advertência, até a expulsão do colégio. Até a publicação dessa reportagem a reitoria do Colégio Pedro II não havia respondido ao G1.
    Para alguns estudantes, o saiato ajudou a abrandar os ânimos que estavam se acirrando entre os alunos das instituições. “Entrei no twitter depois do saiato e dessa vez me surpreendi não com mensagens ofensivas, mas com frases de apoio e até de desculpas pelo que aconteceu”, disse M.K.
    Alunas do Colégio Militar também apoiaram o ato e torcem para que os alunos convivam pacificamente daqui para frente. “Nada pode ser resolvido na violência, seja ela física ou verbal. Alunos de dois colégios tão tradicionais não podem resolver as coisas com briga, seja ela física ou verbal”, diz a aluna B.S, do 2° ano do Colégio Militar, que diz ter aplaudido os alunos do Colégio Pedro II durante o ato.
    Ainda de acordo com o Comando Militar do Leste, a direção do Colégio Militar entrou em contato com a direção do Colégio Pedro II para tentar organizar algum evento conjunto e minimizar qualquer dificuldade de relacionamento entre as unidades. “O Pedro II fica em frente ao Militar. A divergência nunca foi institucional e sim pontual. Não é raro um aluno daqui ter irmão estudando no Pedro II e vice-versa”, destacou o tenente-coronel Lamas, responsável pela comunicação social do Colégio Militar.
    Algumas mães da Comissão de Pais do Pedro II apoiam o ato dos estudantes, mas querem que as instituições tomem providências para que não ocorra mais insitações à violência entre os colégios. "Isso tem que parar aqui. Não pode continuar", afirmou Ana Cristina do Valle.
     
    G1/UNPP

    quinta-feira, 23 de junho de 2016

    Defesa detalha atuação das Forças Armadas na Rio 2016 .

    23 de Junho, 2016 - 09:50 ( Brasília )

    Ministério apresenta planos de operações, logística, proteção de estruturas críticas e defesa aeroespacial

    Seminário reúne todas as autoridades do eixo de Defesa Nacional envolvidas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 - Foto: Tereza Sobreira / MD
     
     
     
    O planejamento dos comandos militares que atuarão na segurança dos Jogos Rio 2016 começou a ser apresentado nesta quarta-feira (22) no seminário “Emprego do Ministério da Defesa na Segurança dos Jogos Rio 2016”. O evento também irá mostrar como será feita a integração das Forças Armadas com os órgãos de Segurança Pública e Inteligência federais, estaduais e municipais.
    “O nosso caderno de encargos, no que diz respeito à defesa, inteligência e segurança, será cumprido integralmente. Isso vem de um planejamento de aproximadamente sete anos de trabalho”, afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, durante a abertura do evento.
    Jungman ainda destacou os grandes eventos que ocorreram no País nos últimos dez anos, como os Jogos Pan-Americanos, em 2007; a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, em 2013; e a Copa do Mundo, em 2014, para mostrar que os órgãos estão preparados para garantir a segurança durante os Jogos.
    “Isso resultou em um acúmulo de conhecimentos e de capacidade de operação conjunta, mas também êxito na segurança desses eventos, fruto de um trabalho integrado da Defesa, Justiça, Segurança e Inteligência."
    Trabalho de inteligência
    O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Sergio Westphalen Etchegoyen, disse na abertura do seminário que o trabalho com agências de inteligência internacionais tem sido muito produtivo.
    “Nós hoje temos a confirmação da presença de pelo menos 113 agências internacionais, organizadas e reunidas no Centro de Inteligência de Serviços Estrangeiros (CISE), que vai funcionar no Rio de Janeiro, sob a coordenação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Todas essas agências de inteligência vem para o Brasil para a troca de experiências e aprendizados”, ressaltou o general.
    Já o ministro da Justiça e da Cidadania, Alexandre de Moraes, ressaltou que a coordenação e a cooperação integrada entre as Forças Armadas, Abin, GSI e secretarias estaduais de segurança pública garantem um clima de proteção aos participantes dos Jogos e à população brasileira.
    “Todas as medidas necessárias em relação à inteligência estão sendo tomadas. Ontem, assinamos mais um acordo com o governo dos Estados Unidos para a disponibilização de um programa de software de controle de passageiros”, comentou Alexandre de Moraes.
    Rio 2016
    Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 devem reunir aproximadamente 700 mil turistas, 209 nações, 100 mandatários, 30 mil jornalistas e cerca de 12 mil atletas. E contará, pela primeira vez na realização das Olimpíadas, com um Centro Internacional de Inteligência, com a participação de 100 países.
    No total, 38 mil militares das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), sendo 20 mil sediados no Rio de Janeiro, atuarão nos Jogos em ações marítimas e fluviais, aeroespaciais e aeroportuárias, transporte aéreo logístico, defesa química, biológica, radiológica e nuclear (DQBRN), proteção de estruturas estratégicas, segurança e defesa cibernética, fiscalização de produtos controlados e explosivos e enfrentamento ao terrorismo.
    O seminário, que ocorre no Comando Militar do Planalto, em Brasília, vai até está quinta-feira (23) e deverá abordar assuntos como planos de operações, logística, proteção de estruturas críticas, defesa aeroespacial, entre outros. O evento reúne todas as autoridades do eixo de defesa nacional, envolvidas nos Jogos Rio 2016.

    Aviação brasileira firma acordo para atender Rio 2016

    Ficou garantida a adequada prestação do serviço aéreo durante o evento, levando em consideração demanda extra nos aeroportos.
    Operadores aeroportuários, companhias aéreas de aviação comercial, geral e executiva (táxi aéreo) e empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo assinaram, nesta terça-feira (21), acordo final que define compromissos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
    As entidades assumiram a responsabilidade de conclusão, antes do período olímpico/paralímpico, de possíveis obras e manutenções correntes nos terminais; da ampliação do horário de funcionamento de estabelecimentos de alimentação mediante a demanda dos viajantes; a geração de informação em tempo real para comunicação com o passageiro; da manutenção de atrasos em níveis abaixo de 15% nos principais aeroportos; e do acompanhamento do quadro meteorológico do País.
    Entre as medidas anunciadas pelas companhias aéreas LATAM, Gol, Azul e Avianca estão ações com foco no atendimento, receptivo, apoio e acompanhamento de Passageiros com Necessidade de Assistência Especial (PNAEs).
    As empresas se comprometeram também a trabalhar com aeronaves reservas, aumento do nível de combustível das aeronaves (voos alternados) e a aplicar plano de contingência para eventual queda de sistemas de check-in. Passageiros serão avisados em comunicados especiais sobre alteração de voos, e as tripulações terão capacidade de atendimento de acordo com as rotas planejadas.
    Já entre as ações listadas pelas empresas de aviação geral e táxi aéreo estão as especiais de segurança para o estacionamento de aeronaves.
    O evento
    A abertura oficial da Olimpíada será no dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro (RJ). O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil estima que mais de 1 milhão de passageiros – entre atletas, membros de delegações e turistas – circulem pelos principais aeroportos do evento: Galeão e Santos Dumont (RJ), Guarulhos, Congonhas e Viracopos (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte/Confins (MG), Manaus (AM) e Salvador (BA). Desses, 4 mil são atletas paralímpicos, reforçando o desafio histórico de acessibilidade nos aeroportos brasileiros.

    quarta-feira, 22 de junho de 2016

    Tropas do 24º Contingente iniciam embarque para o Haiti .

    22 de Junho, 2016 -  ( Brasília )

    Tropas do 24º embarque para o Haiti


    Grupo que irá compor o 24º Contingente do Brabat embarca no Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília - Foto: Gilberto Alves/ MD
     
    Lane Barreto

    O embarque do 1º escalão do 24º Contingente Brasileiro de Força de Paz da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (Minustah) aconteceu, nesse domingo (10), no Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília. Um grupo composto por militares do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat 24, sigla em inglês), da Companhia de Engenharia (Braengcoy), do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais e da Força Aérea Brasileira (FAB) partiu da capital federal com destino à cidade de Porto Príncipe, capital do Haiti.
    No sábado (18), a tropa de Fuzileiros Navais foi do Rio de Janeiro para Brasília, a bordo de uma aeronave Hércules da FAB. O grupo uniu-se aos demais militares da região do Planalto para dar início ao rodízio entre os contingentes que ocorre a cada seis meses. O 24º Contingente será composto por 970 militares que irão seguir para o Haiti divididos em cinco voos nos próximos dias.
    O contingente brasileiro, a maior parte procedente do Comando Militar do Planalto (CMP), será desdobrado na capital haitiana e terá a missão de contribuir para a manutenção de um ambiente seguro e estável naquele país em prol da Minustah. O novo comandante do BRABAT, coronel Sebastião Roberto de Oliveira, ressaltou a importância do rodízio para dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado pelo 23º Contingente.  “Ele é importante em termo de projeção internacional do Brasil e também para mostrar de forma conjunta o Exército, a Marinha e a Aeronáutica atuando no exterior”, disse.
    O coronel Roberto ingressou na Escola Preparatória de Cadetes de Exército, em 1982 e, logo em seguida, seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras. Ele já exerceu a função de ajudante de ordens do comandante do Exército, foi instrutor na Guatemala e, participou de missões da ONU, no Chipre e no Haiti.
    Os momentos anteriores ao embarque do oficial de logística da Força Terrestre, Átila Ricardo Larsen, foram acompanhados de perto pela esposa e filha. Integrante da arma de artilharia, ele passou seis meses em Cristalina em treinamento junto à equipe. ”Nós fizemos um estágio básico e um avançado de operações”, conta Larsen sobre a fase preparatória. Ao lado da filha Milena, a esposa Adriana de Fátima Larsen estava tranquila e disse apoiar a missão do marido. “Irei tentar manter a mesma rotina e estou orgulhosa dele estar indo representar o Brasil lá fora”.
    Entre os militares, três mulheres chamaram atenção no meio do grupo majoritariamente formado por homens: a sargento Daniella Trabach Silva e as tenentes Rayane Rodrigues Guimarães e Noemi Martins Pereira. Há sete anos no Exército, Noemi diz estar realizando um sonho ao participar da Minustah. “Sempre tive o sonho de participar de uma missão de paz. Penso que a experiência da volta do Haiti vai ser uma realização profissional e pessoal”, afirmou.
    O Brasil possui tropas no Haiti desde o ano de 2004 e já empregou mais de 26.200 militares do Exército na missão. Desde o início, o Comandante do Componente Militar da Minustah é um oficial general brasileiro. Atualmente, quem ocupa o posto de Force Commander é o general Ajax Porto Pinheiro.

    Bolsonaro vira réu por incitação ao crime de estupro .

    22 de junho de 2016

    STF
    A VÍTIMA DAS OFENSAS DE BOLSONARO FOI A DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO
    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou hoje (21) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e queixa-crime da deputada Maria do Rosário (PT-RS) contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por incitação ao crime de estupro.
    Com a decisão, Bolsonaro passa à condição de réu por incitação ao crime de estupro e por injúria. Denunciado por apologia ao estupro quando disse que não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela não merecia, o deputado Bolsonaro refutou as acusações dizendo que a fala foi no meio de uma discussão sobre o tema.
    O parlamentar disse que, ao contrário do que é acusado, defende maior rigor na punição do crime e que o retorno à sociedade seja feita mediante opção do detento de se submeter a castração química. Confira o vídeo abaixo.
    Entenda o caso
    No dia 9 de dezembro de 2014, em discurso no plenário da Câmara, Bolsonaro disse que só não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela “não merece”. No dia seguinte, o parlamentar repetiu a declaração em entrevista ao jornal Zero Hora.
    Relator dos dois processos, o ministro Luiz Fux entendeu que a manifestação de Bolsonaro teve potencial de incitar homens a prática de crimes conta as mulheres em geral. No entendimento do ministro, o emprego do termo “merece” pelo deputado, confere ao crime de estupro “um prêmio, favor ou uma benesse”, que dependem da vontade do homem.
    “Cuida-se de expressão que não apenas menospreza a dignidade da mulher, como atribui às vítimas o merecimento dos sofrimentos. Percebe-se na postura externada pelo acusado desprezo quanto às graves consequências para a construção da subjetividade feminina, decorrente do estupro e aos desdobramentos dramáticos desta profunda violência”, disse Fux.
    De acordo com o relator, Bolsonaro não está coberto pela regra constitucional que garante ao parlamentar imunidade criminal em relação às suas declarações, porque as afirmações foram feitas em entrevista ao jornal e fogem do embate político.
    “Essa repercussão significa também que a incitação há de colher resultados e ressonância pela opinião pública. Se essa opinião pública [do deputado] é exteriorizada pela internet ou através de jornais, significa dizer que o seu resultado foi alcançado, na medida em que várias manifestações públicas, principalmente na rede mundial de computadores, ecoaram essa afirmação”, disse o ministro.
    O voto do Fux foi seguido pelos ministros Edson Fachin e Rosa Weber. Luís Roberto Barroso acrescentou que a imunidade parlamentar não permite a violação dignidade das pessoas.“Ninguém deve achar que a incivilidade, a grosseria e a depreciação do outro são formas naturais de viver a vida. O instituto da imunidade parlamentar é muitíssimo importante. Porém, não acho que ninguém possa se escudar na imunidade material parlamentar para chamar alguém de ‘negro safado’, para chamar alguém de 'gay pervertido', disse o ministro.
    O ministro Marco Aurélio foi o único a divergir e entendeu que os fatos fazem parte de desavenças entre os dois parlamentares. Segundo o ministro, é “lastimável” que o Supremo “perca tempo” julgando a questão, pelos fatos estarem cobertos pela imunidade parlamentar.
    Defesa
    A defesa de Bolsonaro alegou durante o julgamento que o parlamentar não incitou a prática do estupro, mas apenas reagiu a ofensas proferidas pela deputada contra as Forças Armadas durante uma cerimônia em homenagem aos direitos humanos. Para os advogados, o embate entre Maria do Rosário e Bolsonaro ocorreu dentro do Congresso e deve ser protegido pela regra constitucional da imunidade parlamentar, que impede a imputação criminal quanto às suas declarações. (AE)
    DIÁRIO do PODER/UNPP

     
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