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    quarta-feira, 4 de março de 2015

    Brig Rossato : Adequação aos novos tempos .

    04 de Março, 2015 - 00:58 ( Brasília )

    Aviação

    Brig Rossato :

    Afirmação foi feita durante encontro com mídia especializada em defesa nacional

    Comandante da Aeronáutica Nivaldo Luiz Rossato Foto - FAB
    “Queremos uma Força Aérea mais enxuta, mais capacitada e mais operacional com os meios adequados”, afirmou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, durante encontro com profissionais da mídia especializada. O evento realizadonesta terça-feira (03/03), em Brasília (DF), foio primeiro com o segmento que envolve cobertura jornalística de assuntos de defesa.

    O Comandante destacou a necessidade de adequar a instituição aos novos tempos. “Vejo a atuação dos profissionais de comunicação como uma atividade crescente e importante. Há interesse na divulgação em tudo o que ocorre em aviação, tanto civil quanto militar, no Brasil e no exterior”, disse. O oficial-general também ressaltou a necessidade de levar informação à sociedade, que muitas vezes desconhece a extensão dos ganhos em investimentos na área de defesa, como consequência da transferência e desenvolvimento de novas tecnologias.

    Ao longo de duas horas, os profissionais tiveram oportunidade de abordar diversos assuntos. As repercussões dos ajustes econômicos do governo nos projetos estratégicos da FAB, a reestruturação da gestão e a revisão do Plano Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER) foram alguns dos temas.

    Projetos - Questionado sobre o andamento do K-X2, que prevê a aquisição de aeronaves Boeing 767 para equipar o Esquadrão Corsário (2º/2º GT), sediado no Rio de Janeiro, o Comandante afirmou que o projeto é prioritário.  “O K-X2 é muito importante para a FAB. Precisamos de um avião com essas características: mais capacidade de carga, custo de manutenção mais barato e adequado para a realização de reabastecimento em voo (REVO) em grandes distâncias”, destacou.

    Em relação a possíveis alterações no cronograma, o oficial-general lembrou que muitos dos projetos estratégicos da FAB estão no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)  e que aindanão há uma definição junto ao Ministério da Defesa sobre possíveis cortes orçamentários. “Estaremos solidários ao governo. Temos que aceitar a realidade do país”, pontuou.

    Experiência - O repórter da revista Tecnologia e Defesa, Kaise
    r Konrad, há dez anos se especializou nesse segmento. Ele já esteve em 35 países para a realização de cerca de 70 coberturas internacionais. Há dois meses, o jornalista esteve no leste da Ucrânia para cobrir o conflito que já fez mais de seis mil mortes. “A gente quer voar para sentir, conhecer e descrever a missão com o objetivo de esmiuçar isso num artigo com o merecido destaque”, explicou. 
     
    Com cerca de 30 anos de profissão dedicados à área de defesa, o editor do portal DefesaNet, Nelson During, avaliou o evento como uma oportunidade ímpar. “Para nós que trabalhamos na análise, ter este contato direto permite ter uma visão do que vai acontecer nos próximos meses”, explica o editor. Sediado em Porto Alegre (RS), o portal contabilizou mais de cinco milhões de visitas no ano passado.

    Estrutura de comunicação - No encontro, os profissionais foram apresentados à estrutura, à política e ao sistema decomunicação social em vigor na Força Aérea Brasileira.  O Chefe do Centro de Comunicação Social (CECOMSAER), Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic, destacou a importância do evento em que profissionais especializados na temática militar têm a oportunidade de esclarecer dúvidas diretamente com o Comandante da Aeronáutica.

    terça-feira, 3 de março de 2015

    ASSISTA O VIDEO : GENERAL DA RECADO AO PT.


    03/03/2015

    General Paulo Chagas grava vídeo em apoio a manifestações ‘Fora Dilma’ e diz que Lula está apavorado.



    Fardado, PM vende frango assado em rua do Distrito Federal .

    3/03/2015 06h00 - Atualizado em 03/03/2015 07h23

    Fardado, PM vende frango .

    Ele chegou ao local com carro da corporação; corregedoria vai investigar.
    Flagrante foi feito no domingo por leitor do G1, que não quis se identificar.

    Do G1 DF
    Policial militar ainda com parte da farda prepara frango em máquina de assar no Lúcio Costa; à direita, carro da PM com que ele chegou ao local (Foto: VC no G1/Divulgação)Policial militar ainda com parte da farda prepara frango em máquina de assar no Lúcio Costa; à direita, carro da PM com que ele chegou ao local (Foto: VC no G1/Divulgação)
    Um policial militar fardado foi flagrado vendendo frangos assados no domingo (1º), no Setor Lúcio Costa, no Distrito Federal. Ele apareceu no local com uma viatura da corporação. Segundo a identificação, o veículo pertence ao 4º Batalhão de Polícia Militar, no Guará. A PM informou que o caso será investigado pela corregedoria.
    O flagrante foi feito por um leitor do G1, que não quis se identificar. Morador da QE 2/3, ele conta que o policial ficou no local por pelo menos duas horas. “Eu saí de casa às 9h, quando eu vi a viatura chegando e parando no local. Tirei as fotos e saí. Quando voltei, às 11h, a viatura ainda estava no mesmo local, e o policial continuava vendendo frangos”, explica.
    Ainda segundo o leitor, o policial é conhecido no local, por ser o responsável pelo ponto onde há o comércio dos alimentos, e que foi a primeira vez que ele apareceu fardado. Ele diz que vai formalizar a denúncia na Corregedoria da Polícia Militar.
    Segundo o artigo 74 da lei 7.289, de 18 de dezembro de 1984, “o uso dos uniformes com seus distintivos, insígnias e emblemas, bem como, os modelos, descrição, composição e peças acessórias, são estabelecidos em legislação peculiar da Polícia Militar do Distrito Federal”.

    Os 10 veículos mais poderosos e caros construídos para a guerra.

    3 de março de 2015

    10 veículos mais poderosos para a guerra.

    Eduardo Harada
    Caso você seja uma pessoa que gosta de ostentar, provavelmente deve adorar essas matérias que mencionam os itens mais caros de uma determinada categoria. Nós já divulgamos uma lista com os carros blindados, os relógios, os smartphones, os mouses, os domínios, os jogos e até mesmo os hambúrgueres mais caros que existem. Algumas dessas seleções até podem estar ultrapassadas, mas a que trazemos hoje é atual e extrapola todos os preços apresentados até agora.
    Preparem-se para conhecer os 10 veículos militares mais caros que existem. Como muitos devem imaginar, as guerras e confrontos são fatores determinantes para o surgimento de uma variedade gigantesca de parafernálias tecnológicas e ainda hoje são responsáveis por produzir alguns dos itens mais caros que já passaram por essa terra. Portanto, esteja pronto para se surpreender com o preço de cada veículo da nossa lista.
    10. Porta-aviões INS Vikramaditya – US$ 2,35 bilhões
    Era quase certo que os porta-aviões estariam presentes nessa lista. Além de toda a tecnologia empregada em sua construção, o tamanho descomunal faz desse tipo de veículo algo extremamente caro. Esse é o caso do INS Vikramaditya comprado do exército russo pelo governo da Índia. Junto com o nome complicado, esse porta-aviões traz uma carcaça de quase 45 mil toneladas, 284 metros de comprimento e 60 metros de largura. Ele é impulsionado por oito caldeiras alimentadas por diesel e comporta até 2 mil tripulantes e 30 aviões e helicópteros. O preço? Apenas US$ 2,5 bilhões (quase R$ 6,8 bilhões em conversão direta).
    9. Caça B-2 Spirit Stealth Bomber – US$ 2,4 bilhões
    Apesar de ser bem menor que o porta-aviões anterior, esse caça é ainda mais caroe o único veículo aéreo da lista. O B-2 Spirit Stealth Bomber tem como destaque a dureza, sendo capaz de resistir a missões extremamente perigosas graças a sua carcaça resistente o suficiente para impedir a entrada de radiação proveniente de ataques nucleares. Com o custo de produção de US$ 2,4 bilhões (aproximadamente R$ 7 bilhões), essa aeronave consegue carregar até 22 mil quilos de armamento e percorrer até 11 mil quilômetros com um tanque cheio.
    8. Porta-aviões Varyag – US$ 2,4 bilhões
    Avaliado em US$ 2,4 bilhões (quase R$ 7 bilhões), esse porta-aviões da Varyag pertenceu à União Soviética, mas passou para a Ucrânia depois que o estado socialista se dissolveu, em 1991. Alguns anos depois, o veículo foi adquirido pelo governo chinês por apenas US$ 20 milhões, estando atracado até hoje e sem nenhum uso aparente. O governo norte-americano, entretanto, está de olho para ver o que a China pretende fazer com esse “brinquedinho”.
    7. Submarino Virginia Class – US$ 2,5 bilhões
    O primeiro submarino da lista, o Virginia Class, pertence ao governo dos Estados Unidos e é avaliado em US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 7,2 bilhões). Alimentado por um reator nuclear poderosíssimo, esse veículo conta com 12 lançadores verticais de mísseis e ainda é capaz de lançar um mini-submarino para missões de exploração e combate.
    6. Porta-aviões USS America – US$ 3,4 bilhões
    Os famosos porta-aviões dos Estados Unidos fazem a sua estreia na lista com o USS America, um dos veículos mais novos da marinha norte-americana nessa categoria e que custou “somente” US$ 3,4 bilhões (aproximadamente R$ 9,8 bilhões). Esse “monstro” é movido por um sistema de turbinas a gás e é capaz de comportar até 34 aeronaves em seu deck gigantesco de quase 8 mil m².
    5. Porta-aviões Charles de Gaulle – US$ 4 bilhões
    O projeto de 1986 que concebeu esse porta-aviões foi rodeado de controvérsias. Por conta disso, apenas recentemente o veículo foi colocado em ação. O Charles de Gaulle é movido por dois reatores nucleares, o primeiro exemplar do governo francês a utilizar esse tipo de propulsão. Ele é capaz de comportar 40 aeronaves e tem impressionantes 260 metros de comprimento por 62 metros de largura. O preço? Só US$ 4 bilhões (quase R$ 11,5 bilhões em conversão direta).
    4. Submarino HMS Astute – US$ 5,5 bilhões
    Esse submarino da marinha do Reino Unido – também chamada de “Royal Navy” – passou por uma situação bastante constrangedora há alguns anos. Em 2010, provavelmente por causa de um mau planejamento de rota, o gigantesco veículo marinho acabou encalhando na costa da Escócia. Mesmo o seu motor movido à energia nuclear não foi capaz de retirá-lo dali, necessitando da ajuda de outras embarcações. Será que houve muito danos nessa estrutura que custou nada menos que US$ 5,5 bilhões (aproximadamente R$ 15,8 bilhões)?
    3. Navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer – US$ 7 bilhões
    O orçamento inicial do navio de guerra DDG 1000 Zumwalt-Class Destroyer estava previsto para US$ 3,8 bilhões quando a marinha dos Estados Unidos iniciou o projeto. Ao terminá-lo, nada menos que US$ 7 bilhões (quase R$ 20 bilhões) haviam sido gastos para construir esse veículo marinho de última geração. Uma prova de que o investimento foi grande é o fato de a embarcação estar equipada com a poderosa e assustadora railgun.
    2. Porta-aviões HMS Queen Elizabeth – US$ 9,3 bilhões
    Outro veículo da “Royal Navy” a compor a lista é o porta-aviões HMS Queen Elizabeth. A sua construção passou por problemas similares aos enfrentados pelo navio francês Charles De Gaulle, tendo o seu orçamento inicial dobrado rapidamente por causa do mau planejamento. Apesar disso, essa construção de US$ 9,3 bilhões (aproximadamente R$ 27 bilhões) é considerada o maior navio de guerra do Reino Unido, medindo quase 280 metros de comprimento, 70 de largura e pesando 65 mil toneladas.
    1. Porta-aviões USS Gerald Ford – US$ 13 bilhões
    Havia alguma dúvida de que o veículo militar mais caro do mundo pertenceria aos Estados Unidos? O porta-aviões USS Gerald Ford vai custar nada menos que US$ 13 bilhões (quase R$ 38 bilhões em conversão direta) para ser construído e tem previsão de ser oficialmente lançado ao mar em 2019. Ele é simplesmente gigantesco: com 337 metros de comprimento, esse navio é capaz de comportar até 5 mil marinheiros. É muita coisa, não é mesmo?
    E aí, o que acharam dessa seleção? Sentiram falta de algum tipo de item? Ao lerem “veículos militares”, muitos devem ter imaginado um tanque de guerra ou mais aeronaves. Mas, diante desses “monstros” apresentados, temos que admitir que porta-aviões e submarinos são bem mais caros que veículos terrestres e aéreos. FONTE(S)TheRichest/Kent Tukeli - IMAGENS:TheRichestShutterstock
    TechMundo/montedo.com/UNPP

    domingo, 1 de março de 2015

    Senador quer Plebiscito para instituir prisão perpétua no Brasil .

    Senador quer Plebiscito para  prisão perpétua .

    Magno Malta quer plebiscito para
    instituir prisão perpétua no Brasil

    Segundo o senador Magno Malta (PR/ES) “no Brasil a lei não é severa e justa. A pena no País não pode ultrapassar o teto de 30 anos, em caso de doenças e idade avançada. Um criminoso que assalta e assassina várias pessoas, pode ser condenado até mais de 200 anos em regime fechado, mas só vai cumprir até 30 anos de reclusão e com tantos benefícios do Código Penal em favor do preso, como regime semi aberto para estudar ou trabalhar e com apenas 1/3 da pena cumprida, já pode gozar de liberdade total. É uma falácia. Por isso, na próxima terça-feira, vou entregar na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ – do Senado, requerimento solicitando plebiscito no Brasil este ano, para instalação de uma mini-constituinte ou constituinte exclusiva com objetivo de ouvir a população para decidir se quer ou não prisão perpétua para narcotraficantes, pedófilos e corruptos. E quero também que sequestro relâmpago e assaltos na porta de bancos conhecidos como “saidinhas”, sejam classificados como crimes hediondos. Prisão perpétua no Brasil já. Precisamos de leis severas para diminuir a impunidade que vai refletir diretamente na crescente violência urbana”, informou Magno, em entrevista exclusiva ao jornal A Tribuna.

    As recentes manifestações populares trouxeram à pauta de discussão a efetivação de instrumentos que viabilizam a chamada soberania popular. Magno Malta tentando amenizar o clamor das ruas, quer a realização de uma mini-constituinte ou constituinte exclusiva. “Podemos dizer que o povo não acredita nas leis brandas e a impunidade é um fermento que faz crescer cada vez mais a violência em todos os sentidos. A população quer ser ouvida”, afirma Magno.

    Pela vasta experiência de homem público, senador Magno Malta é firme nas palavras. “Congresso Nacional não vota leis mais duras por descaso e falta de sensibilidade com a dor alheia. Pesquisas realizadas por vários institutos, inclusive pelo próprio Senado Federal revelam que 90% da população e do parlamento querem a redução da maioridade penal, mas na hora de votar não escutam o anseio popular e votam com o governo que em nome da ideologia política não trata esta pauta com responsabilidade. A famosa base do governo fecha os olhos para as vítimas de criminosos cruéis”, lamentou Magno Malta.

    Questionado sobre a falta de vontade política no parlamento para tramitação de leis mais duras, como redução da maioridade penal, Magno concordou plenamente e foi taxativo. “Neste recente processo eleitoral, vários senadores e deputados não foram reeleitos porque não votaram na redução da maioridade penal, não atenderam o anseio popular e perderam as eleições. Trocaram os benefícios duvidosos que recebem do Palácio do Planalto pela vontade popular e pagaram preço alto”

    Quanto ao lobby de advogados e representantes dos Direitos Humanos, Magno também esclareceu. “Nenhum advogado teve a coragem de me procurar para este tipo de coisa, mas com certeza existe o lobby para manter leis frouxas, leis que permitem a impunidade e no caso dos Direitos Humanos falta defender também os humanos direitos, pois respeito esta entidade internacional, mas não concordo quando só quer proteger bandido e esquece os humanos que são direitos, pois direitos humanos não pode ser proteção, não concordo em proteger criminoso, pessoas com desvio de conduta, simplesmente em nome dos direitos humanos. É preciso ter sensibilidade para pensar também nas vítimas. Nenhum lobista teve a ousadia de chegar ao meu gabinete para sugerir algo que venha ferir meus princípios”.

    Em poucas palavras, senador Malta revelou os verdadeiros motivos que impedem aprovação de leis mais duras para combater a criminalidade. “A maioria dos parlamentares ainda tem medo do Governo atual, a omissão é notória e infelizmente a total falta de compromisso com o eleitor”, encerrou lamentando a crescente violência prometendo lutar pela prisão perpétua no Brasil para crimes qualificados como hediondos.

    SENADO/UNPP

    Justiça condena ex-militares que desviavam munições do Exército.

    27 de fevereiro de 2015

    Quadrilha repassava o material para ladrões de caixas eletrônicos da região.
    Penas variam de 9 a 13 anos de reclusão, segundo o Ministério Público.
    Munições exclusivas do exército desviadas pelos ex-militares de Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)
    Munições exclusivas do Exército desviadas pelos ex-militares de Campinas (Foto: Reprodução/ EPTV)
    Do G1 Campinas e Região
    O Ministério Público de São Paulo divulgou nesta quarta-feira (25) que dois ex-militares de Campinas (SP) foram condenados pela Justiça. Eles são acusados de integrar uma quadrilha especializada em desviar armas, acessórios e munições das Forças Armadas e fornecer os equipamentos para ladrões de caixas eletrônicos e traficantes de drogas da região. A pena do ex-sargento é de 13 anos de prisão e a do ex-soldado, 9 anos. No entanto, a decisão ainda cabe recurso.
    A denúncia foi feita em março de 2014 pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Promotoria de Justiça de Campinas, após investigações realizadas pelo MP em conjunto com o Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic) da Polícia Civil.
    Leia também:
    Sargento do Exército vendeu para o PCC munição desviada da operação no Alemão
    Mensagens de texto
    Mensagens enviadas pelo ex-sargento de Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)Na época, o sargento Ivan Carlos da Silva e o soldado Geraldo Júnior Rangel dos Santos eram militares do 28º Batalhão de Infantaria Leve em Campinas. Depois da prisão, os dois foram expulsos. A quadrilha desviou mais de 700 munições de calibre 7.62 mm, de uso exclusivo do Exército, além de armas e explosivos. O ex-sargento mandava mensagens de texto pelo celular durante as negociações. As ligações foram interceptadas com autorização da Justiça.
    Segundo o MP, o esquema começou a ser desvendado com a prisão em flagrante de um dos acusados, em fevereiro de 2013, quando ele se preparava para explodir caixas eletrônicos. Ele e outro denunciado negociavam com os dois integrantes do Exército a compra de armas, munições e artefatos explosivos pertencentes às Forças Armadas.
    Mais prisões
    Além dos ex-militares, dois ladrões de bancos foram condenados a 12 e 10 anos de prisão. O ex-soldado conseguiu um habeas corpus e pode responder em liberdade. Os outros envolvidos não têm esse direito.
    O advogado Samuel Pacheco, que representa o ex-soldado, disse vai recorrer. Já o representante do ex-sargento não foi encontrado para falar sobre o caso.
    G1/UNPP

    Senado aprova licença-maternidade de seis meses para militares.

    27 de fevereiro de 2015

    Projeto também regula licença-paternidade e para adotantes.
    Texto segue agora para sanção de Dilma

    Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg
    Marcos Oliveira/Agência Senado
    O Senado aprovou ontem (26) projeto de lei que estende às servidoras públicas militares o direito à licença-maternidade de seis meses. Servidoras civis e algumas empregadas de empresas privadas, de acordo com a política da empresa, já usufruem desse direito.
    O projeto também trata de outros benefícios já previstos para civis, como licença para adotantes e licença-paternidade. Os pais poderão tirar licença de cinco dias e as mães adotantes, de 90 dias, se o filho tiver menos de um ano, e de 30 dias, se ele tiver mais que essa idade. Além disso, estabelece que a gestante, servidora das Forças Armadas, pode mudar de função durante o período, se sua condição de saúde exigir, retornando para a atividade anterior após o fim da licença.
    As militares também passam a ter direito de tirar uma hora de descanso por dia enquanto estiverem amamentando durante os primeiros seis meses da criança. Isso porque a licença maternidade poderá ser tirada em quatro ou seis meses, conforme a opção da mãe, pois ela poderá optar por retornar mais cedo ao trabalho e garantir uma hora por dia para a amamentação. Esse período poderá ser dividido em dois de 30 minutos.
    Em caso de aborto, a funcionária militar também poderá tirar 30 dias de licença remunerada. O projeto já foi aprovado também na Câmara e, por isso, segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
    Agência Brasil/UNPP

    Quanto pode custar ao Brasil a tensão com a Indonésia?

    27 de Fevereiro, 2015 - 08:00 ( Brasília )

    Geopolítica 

    As discussões sobre a possível execução de um segundo brasileiro na Indonésia criaram um impasse diplomático entre Brasília e Jacarta que pode ter repercussões econômicas para a relação bilateral.


     
                                                                                                                                                                                                        Brasil e Indonésia estão em rusga diplomática por execução de brasileiros condenados por tráfico de drogas



    Entre as consequências estaria uma possível reavaliação, por parte do governo indonésio, da compra de 


    16 aviões de combate EMB-314 Super Tucano, da Embraer, segundo o jornal Jakarta Post.

    Mas o que mais está em jogo nas relações entre os dois países?

    De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o comércio bilateral chegou a pouco mais de US$ 4 bilhões em 2014 (US$ 2,2 bilhões em exportações e US$ 1,8 bilhão em importações).

    O valor é mais que o quíntuplo dos US$ 750 milhões de dez anos antes mas, apesar do avanço, representa menos de 1% de todo o fluxo comercial do Brasil - a soma de importações e exportações -, que chegou a US$ 454,1 bilhões em 2014.

    A pauta entre os dois países é dominada por produtos básicos. Os principais produtos exportados pelo Brasil são açúcares de cana, milho em grão, bagaços e outros resíduos sólidos.

    Entre as importações, estão óleos de dendê, caixas de marchas, fio de fibras artificiais e borracha.
     

    Rusga diplomática

    A tensão colocou as relações bilaterais em banho-maria. A Indonésia planeja executar 11 condenados, inclusive o paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe.

    Gularte está na lista de prisioneiros a serem executados em breve. As execuções previstas para fevereiro foram adiadas e nenhuma nova data foi anunciada.

    A presidente Dilma Rousseff recusou temporariamente na semana passada as credenciais do novo embaixador indonésio no país, Toto Riyanto, dizendo que a entrega dos papéis diplomáticos será adiada até que tenha "clareza sobre as relações com a Indonésia".

    Em resposta, a Indonésia convocou de volta seu representante no Brasil. O governo brasileiro já havia convocado seu embaixador na Indonésia após a execução do carioca Marco Archer Cardoso Moreira, em janeiro.

    A família tenta que Gularte seja transferido para um hospital psiquiátrico após um diagnóstico de esquizofrenia.

    Cidadãos de França e Austrália estão entre os condenados a serem mortos - e governos destes países também têm pressionado a Indonésia para que cancele as execuções, que são por fuzilamento.

    No campo diplomático, tanto Brasil quanto Indonésia integram a Organização Mundial de Comércio (OMC), o Fórum de Cooperação Leste da Ásia-América Latina e o G20 das maiores economias.

    quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

    Ministro Jaques Wagner visita instalações do Programa de Desenvolvimento de Submarinos em Itaguaí (RJ)

    quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

    Ministro Jaques Wagner em visita à Itaguaí (RJ)

    Itaguaí (RJ), 24/02/2015 – O ministro da Defesa, Jaques Wagner, e o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, visitaram nesta terça-feira (24) o Estaleiro e Base Naval (EBN) de Itaguaí, 73 km ao sul do Rio de Janeiro. Em sua primeira vez no complexo industrial da Força Naval, Wagner conheceu de perto o andamento do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). A iniciativa, desenvolvida em parceria com a França, possibilitará a construção do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro, gerando empregos de alta qualificação e dotando o país de tecnologia de ponta.

    Durante a visita, o coordenador-geral do Prosub, almirante Max Roffé Hirschfeld, atualizou o ministro Wagner sobre o andamento e as próximas etapas do projeto. O almirante explicou que, além de assegurar a soberania nacional e a proteção de nossas águas jurisdicionais, o Prosub estimulará a tecnologia nacional de forma determinante.

    Jaques Wagner se disse “profundamente orgulhoso” com a evolução do projeto: “Como ministro da Defesa e como brasileiro, estar visitando essa instalação que aponta para o futuro do Brasil, seja no domínio da tecnologia de construção, seja naquilo que vai ser embarcado em um dos submarinos que é a propulsão nuclear, é para mim uma grande alegria”, destacou.

    Para Wagner, a importância do Prosub transcende a área militar e a Marinha, tal como o preconizado pela Estratégia Nacional de Defesa. “O que estamos aprendendo aqui com a parceria francesa irá transbordar para muitas indústrias civis. Estamos com um índice de nacionalização bastante significativo, portanto são muitas empresas nacionais que estamos estimulando e até descobrindo, e é uma mão de obra que está se qualificando, da mais simples a mais especializada”, afirmou.

    Segundo Hirschfeld, 243 brasileiros já estiveram na França participando do treinamento que viabilizará a transferência de tecnologia para o Brasil. Em função disso, os cinco submarinos previstos pelo Prosub - quatro convencionais e o de propulsão nuclear - serão todos projetados e montados em território nacional.
     
    O almirante detalhou o funcionamento do contrato com os franceses e ressaltou os reflexos da empreitada no estímulo à indústria nacional. Segundo Hirschfeld, apenas na construção da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM) e do EBN, mais de 600 empresas nacionais estiveram envolvidas.

    O ministro também conheceu algumas das unidades que compõem o empreendimento, como o galpão da Nuclep (A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A), unidade responsável pelo casco do submarino, e a oficina principal da UFEM, onde será feita a montagem de seções do submarino como anteparas, conveses, tanques, fixadores e peças de penetração no casco.

    Na UFEM, o ministro da Defesa e o comandante da Marinha entraram na estrutura metálica já pronta do que será futuramente o primeiro submarino convencional do Prosub, previsto para ser entregue em 2018.

    Integraram a comitiva do ministro Jaques Wagner o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e a secretária-geral do Ministério da Defesa, Eva Chiavon.

    Ministério da Defesa

    Por Marina Mello 
    Foto: Felipe Barra


    UNPP


     
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