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    domingo, 24 de julho de 2016

    A 11 dias das Olimpíadas, Brasília se prepara para receber mudanças.

    Brasília se prepara 

     

    Enquanto comerciantes não esperam muito dos jogos de futebol da competição realizados aqui, segurança, transporte e saúde apresentaram esquemas para receber atletas e visitantes. Quem quiser ser voluntário, ainda pode fazer a inscrição





    postado em 23/07/2016 06:00

    A 11 dias do início dos Jogos Olímpicos, o Distrito Federal se prepara para receber 10 partidas de futebol do evento. Algumas alterações impactarão a rotina dos moradores da capital, principalmente em relação à segurança. Serão 4,5 mil servidores nas ruas, o triplo que trabalhou na Copa do Mundo, em 2014 — o efetivo e o aparato foram apresentados ontem. Os números de cada corporação não foram divulgados por motivos de segurança. Além disso, 4 mil militares das Forças Armadas estarão a postos para dar apoio, caso seja necessário.
    O coordenador da Comissão de Segurança para os Jogos Olímpicos, coronel Paulo Roberto Oliveira, diz que, no planejamento feito, 168 cenários de possíveis ocorrências foram criados, sendo 50 de prováveis atos terroristas. Ao todo, 44 instituições locais e federais estão escaladas para trabalhar durante o período. O foco do esquema estará direcionado para quatro ações: acompanhamento das delegações, dos quatro centros de treinamento, do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e dos hotéis em que os atletas ficarão hospedados. “Estamos prontos e bem integrados. Nosso trabalho começa a partir de domingo, com a chegada das primeiras delegações”, afirma.
    O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) reitera a preparação para enfrentar qualquer eventualidade. “As Olimpíadas simbolizam uma celebração entre povos de todo o mundo. Todos que passarem por Brasília sairão com a melhor impressão possível da cidade. Estamos seguros para garantir toda a tranquilidade ao conjunto da população”, garante. Segundo o comandante militar do Planalto, general Cesar Leme Justo, o planejamento para as Olimpíadas, por parte das forças militares, é feito desde antes do final da Copa do Mundo. “É um trabalho contínuo, integrado e coordenado.”

    Transporte e comércio

    Uma das preocupações durante a Copa do Mundo foi a mobilidade. Para as Olimpíadas, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) afirma que haverá aumento da oferta de veículos nas linhas que ligam as regiões administrativas à Rodoviária do Plano Piloto, de acordo com a demanda. O órgão pede atenção, pois o reforço terá início três horas antes dos jogos e será encerrado duas horas após as partidas. Já o Metrô-DF ainda não sabe como funcionará durante a competição por causa da greve (Leia mais sobre o assunto na página 21).
    Outra área que sofreu durante o Mundial, o comércio não criou grandes expectativas para os Jogos Olímpicos. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF, Edson de Castro, o setor que mais deve faturar com a oportunidade é o de material esportivo, novamente. “Há uma espera de aumento de 10%. As lojas estão preparadas porque sobrou bastante mercadoria da Copa. Na época, a maioria teve grandes prejuízos, pois todos se prepararam para algo que não ocorreu”, acredita.
    O dirigente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília, Jael Silva, compartilha o pensamento. Ele diz que a rede hoteleira, até o momento, possui 30% da ocupação, mas até a data deve atingir 50%. Como na Copa, os empresários estão frustrados e com receios de investir. “Em 2014, houve uma preocupação em ensinar o básico do inglês aos funcionários. Desta vez, praticamente não se viu isso.”  

    Saúde

    No setor de saúde, o Plano de Ação da secretaria disponibilizará 99 profissionais, nove ambulâncias, 40 socorristas e seis postos médicos para o atendimento pré-hospitalar de torcedores e atletas. O Hospital de Base será destinado ao atendimento de pessoas com quadro clínico de trauma — como ocorreu na Copa do Mundo. O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) atenderá os demais casos e o Hospital Regional de Taguatinga será responsável por prestar apoio aos hospitais da zona central.
    Nos dias de jogos, 30% dos leitos do pronto-socorro do Base e do Hran serão deixados de reserva para atender à demanda do dia. Entretanto, existe a possibilidade de cirurgias marcadas serem reagendadas para o mesmo dia em outro hospital da rede ou na data mais próxima, com o intuito de deixar os centros cirúrgicos livres para atuação, se necessário. Os estoques da Fundação Hemocentro de Brasília, que participa do Plano Nacional de Contingência para Grandes Eventos da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, estão com percentuais que variam de 20% a 200% a mais do que o considerado estratégico.

    Rio inicia hoje a sua maior ação militar em grandes eventos .

    Rio inicia hoje a sua maior ação militar 


    As Forças Armadas iniciam neste domingo (24) no Rio a maior operação militar já feita na cidade voltada para um grande evento. Serão cerca de 22 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica nas ruas para tentar garantir a segurança na Olimpíada.
    Somados militares e policiais, o Rio terá 51,6 mil homens na segurança dos Jogos, o que configura o segundo maior efetivo das últimas Olimpíadas, atrás apenas de Pequim-2008, com cerca de 110 mil homens. Os últimos Jogos, de Londres-2012, foram disputados com 42 mil homens nas ruas entre militares e policiais (veja quadro).
     http://f.i.uol.com.br/folha/esporte/images/1620514.png?
    O contingente que será mobilizado na Rio-2016 supera também o utilizado em outros grandes eventos na cidade, como a Copa do Mundo de 2014, a visita do papa Francisco em 2013 (durante a Jornada Mundial da Juventude) e encontros com grande número de chefes de Estado, como a Eco 92 e a Rio+20, ambas sobre temas ambientais.
    Contando só as Forças Armadas, antes, só a Rio+20, realizada em 2012, havia reunido um número próximo de militares: cerca de 15 mil.
    Não há comparação, no entanto, entre os dois acontecimentos. A Rio+20 foi concentrada em um local (o Riocentro), e o número de visitantes para o evento era baixo.
    Dessa vez, o risco de terrorismo envolve a Olimpíada, que espera receber cerca de 500 mil visitantes, além de atletas de 42 modalidades.
    Junte-se a isso o atentado de Nice, na França, no dia 14 de julho, que matou 84 pessoas, episódio que levou o governo brasileiro a aumentar a atuação das Forças Armadas no evento esportivo.
    Uma das mudanças é que, inicialmente, haveria soldados apenas nos acessos ao aeroporto internacional do Galeão, na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Agora, haverá também militares no interior do aeroporto. Ao todo cerca de 600 integrantes das Forças Armadas estarão nas áreas de embarque e desembarque de passageiros.




    Sidney 2000
    15
    51,6
    Rio 2016
    42
    Londres 
    110
    Pequim 2008
    45
    Atenas 2004
    15
    Sidney 2000
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    PROTAGONISMO
    Oficialmente, se mantém o discurso de que as decisões serão partilhadas. Mas, no momento, as opiniões do ministro da Defesa, Raul Jungmann, e do general Sérgio Etchgoyen, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que comanda a Inteligência dos Jogos Olímpicos, ganharam protagonismo.
    "Isso é inevitável diante do momento. Comparo a um pêndulo: em um extremo há os Jogos e, no outro, a defesa e a segurança. Neste momento, está deslocado para nosso lado", afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, em entrevista na sexta (22), à Folha, no Comando do Exército, no centro do Rio.
    A participação militar aumentou nos últimos dez dias diante da situação envolvendo as outras forças que participam da segurança da Rio-2016. O protesto de policiais da Força Nacional de Segurança contra as condições dos alojamentos e a ameaça de manifestações de policiais federais durante a Olimpíada foram dois pontos que desagradaram ao governo federal.
    Também tem sido discutida a situação da Polícia Militar do Rio. Apesar da ajuda federal, que colocou os salários em dia, se nota pouco ânimo dos PMs para atuar no evento. Por dia haverá 10 mil policiais militares nas ruas.
    No planejamento para a Olimpíada haverá 3.000 militares nas forças de contingência, que só irão para as ruas em caso de emergência. Eles estarão em bases próximas a cada uma das quatro áreas olímpicas —Maracanã, Copacabana, Deodoro e Barra da Tijuca—, o que facilita o deslocamento da tropa.
    Uma das preocupações do governo é reprimir possíveis abusos das tropas. Todas as ações dos militares serão filmadas durante os Jogos.
    JOGOS ATRAEM MIL AGENTES DE 70 PAÍSES À CIDADE
    Cerca de mil agentes de inteligência, entre brasileiros e estrangeiros, estarão no Rio em busca de informações para evitar ações terroristas na Olimpíada.
    A preocupação é com os chamados "lobos solitários" (pessoas que agem sozinhas nos ataques).
    O Rio tem características que facilitam o surgimento desse tipo de terrorista, como o grande número de jovens sem trabalho e a facilidade para se obter de pistolas a fuzis em áreas sob domínio do tráfico.
    "Em 2015, uma tonelada de explosivos foi roubada no país. O acesso a armas é muito grande", diz o coronel Fernando Montenegro, ex-membro do Grupo Antiterror do Exército.
    Do total de agentes da inteligência já no Rio, 400 são da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
    Agentes de 70 países virão à cidade. Em média, cada país traz quatro oficiais de inteligência, mas outros, como os EUA, formaram verdadeiros escritórios no Rio. Israelenses, franceses, russos e americanos estarão no Centro de Inteligência dos Jogos e terão informantes nas ruas.
    Na PM, houve um curso dado pelos EUA para treinar os policiais sobre a necessidade de aumentar a percepção para casos que chamem a atenção na rua.
    O FBI (polícia federal americana) teve importante participação para na prisão de 11 suspeitos pela Operação Hashtag ao enviar ao Brasil os nomes que os integrantes do grupo usavam na internet.




    FOLHA DE S.PAULO/UNPP


    Relações Exteriores confirma 45 lideranças para a Olimpíada 2016.

    24/07/2016

    Preocupação com a segurança será redobrada.
    José Serra fala em 'fanatismo e doença mental' para caracterizar ataques.

    Nicolás SatrianoDo G1 Rio
    Faltando 13 dias para o começo da Olimpíada, 45 chefes de Estado e de Governo confirmaram que virão ao Rio de Janeiro para acompanhar a Rio 2016, segundo o ministro de Relações Exteriores, José Serra. Ele acompanhou na manhã deste sábado (23) os preparativos para o cerimonial de recepção de lideranças mundiais no Palácio Itamaraty, no Centro do Rio, e reafirmou que a segurança será "apertada" por conta dos recentes ataques terroristas no mundo.
    "A insegurança em relação ao terrorismo é mundial. Estão sendo atingidos países da Europa que não estão organizando nada, nenhum evento. O fenômeno da violência desse Estado Islâmico é uma espécie de doença que está acometendo o mundo e é, realmente, triste, surpreendente, e que precisa ser enfrentada", afirmou o chanceler.
    Serra também disse que "nenhum lugar do mundo está imune" a uma ameaça terrorista e avaliou que alguns países estão mais vulneráveis que outros.
    "A segurança brasileira atuou com rapidez no caso desse grupo que foi detectado. São amadores? É provável que sejam amadores, mas têm que ser presos porque boa parte desse pessoal é amadora mesmo. A violência não exige profissionalismo, exige, nesse caso, fanatismo, doença mental", acrescentou Serra, se referindo ao desmantelamento de um grupo que poderia executar ataques durante as competições.
    Entre os nomes confirmados está o do presidente da França, François Hollande e o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi. Os presidentes da Argentina, Maurício Macri; da Colômbia, Juan Manuel Santos; e do Paraguai, Horacio Cartes, também já estão confimados.
    Além dos 45 chefes de Governo e de Estado, outros 55 ministros de Esporte de vários países também confirmaram ao governo brasileiro que estarão na cidade para a realização da Olimpíada.
    Recepcionados no Itamaraty, as lideranças mundiai terão à disposição um banquete no próprio palácio nos quatro dias: abertura e encerramento da Olimpíada e Paralimpíada.
    A estimativa do Itamaraty é que sejam recebidas 1.500 pessoas no local. O valor do buffet ainda não está fechado enquanto não encerram os pregões feitos pelo Ministério das Relações Exteriores.
    Ministro em exercício das Relações Exteriores, José Serra chega ao Palácio do Itamaraty, no Rio (Foto: Nicolas Satriano/G1)O ministro Relações Exteriores, José Serra, chega ao Palácio do Itamaraty, no Rio (Foto: Nicolas Satriano/G1)
    tópicos:
     
    G1/UNPP

    Governo Temer quer regime único na Previdência, inclusive para os militares

    24 de julho de 2016

    Temer quer regime único na Previdência
    O início dos estudos é sinal de uma mudança no governo, que até aqui cogitava apenas a mudança de algumas regras e não discutia a situação dos militares, por exemplo. 
    DANIELA LIMA e EDUARDO CUCOLO
    DE BRASÍLIA
    O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse à Folha que o presidente interino, Michel Temer, autorizou estudos sobre a criação de um regime único de Previdência, com regras uniformes para trabalhadores do setor privado e funcionários públicos.
    Padilha coordena o grupo governamental encarregado de formular um projeto de reforma da Previdência a ser submetido ao Congresso. O governo considera a reforma peça essencial de seu esforço para equilibrar o Orçamento e conter seu endividamento.
    Hoje, trabalhadores do setor privado e servidores públicos são regidos por normas diferentes. Há ainda leis específicas para trabalhadores rurais e militares, por exemplo.
    "O presidente me pediu que o grupo estudasse os caminhos para um regime em que as regras [para aposentadoria] fossem as mesmas para todos", disse Padilha.
    O ministro disse que ainda não há decisão sobre o assunto. A criação de um regime único representaria uma mudança profunda na legislação brasileira e tenderia a causar controvérsia no Congresso.
    O início dos estudos é sinal de uma mudança no governo, que até aqui cogitava apenas a mudança de algumas regras e não discutia a situação dos militares, por exemplo. Em 2015, o pagamentos de pensões e aposentadorias militares foi responsável por 45% do rombo na Previdência dos servidores federais.
    Segundo Padilha, um regime único poderia ajudar a equilibrar "algumas áreas que são superavitárias com áreas em que há deficit".
    No mês passado, governadores pediram a Temer que a reforma inclua o fim dos regimes especiais para servidores, professores e policiais.
    A unificação dos regimes foi uma das sugestões apresentadas em fevereiro de 2015 pela presidente afastada, Dilma Rousseff, para debate com trabalhadores e empresas, mas a conversa não andou. Temer retomou as discussões com sindicatos e empregadores, neste ano, mas ainda não houve conclusão.
    A proposta de reforma deverá incluir uma regra de transição para pessoas que já estão no mercado de trabalho mas ainda não têm condições de se aposentar. No último dia 16, Padilha sugeriu nas redes sociais que a nova regra poderia aumentar em 40% a espera pela aposentadoria dos que já trabalham.
    "Para quem faltasse 10 meses, teria que trabalhar mais quatro. Faltaria [com a nova norma] 14 meses para aposentar", escreveu o ministro.
    Temer também quer definir uma idade mínima para aposentadoria no setor privado, como em outros países. Em entrevista à Folha, o presidente interino defendeu 65 anos para homens, dois ou três a menos para mulheres.
    Ainda não há consenso na equipe de Temer sobre a aplicação da regra de transição para todas as pessoas que já estão no mercado de trabalho. Pode ser criado um mecanismo que permita que eles escolham entre a regra de transição e a idade mínima.
    Folha de São Paulo/UNPP

    sábado, 23 de julho de 2016

    Rússia começa a testar 'balas inteligentes'

    23 julho 2016

    Rússia

    Na Rússia começaram os testes de "balas inteligentes" que 

    podem atingir alvos a uma distância de 10 km, afirmou nesta

     terça (19) Vitaly Davydov, vice-diretor da Fundação de Estudos

     Avançados da Rússia.


    Sputnik

    "O trabalho neste sentido está continuando. Já terminou a fase de criação e 
    de testes do produto em modo não guiado e começaram testes de modo 
    guiado pelo usuário", comunicou Davydov.

    Material bélico.
    Pedro Ribas / ANPr














    Anteriormente, foi relatado que a nova arma de alta precisão pode destruir
     o inimigo a uma distância de 8-10 km. Também será desenvolvido o 
    equipamento especial para este tipo de munição, que não pode ser 
    utilizado numa arma de fogo convencional.

    UNPP

    Justiça manda pagar auxílio-transporte integral a militar da Marinha após suspensão arbitrária pelo Comando .

    22 de julho de 2016


    Justiça manda pagar auxílio-transporte integral a militar 

    Auxílio-transporte: Não cabe à administração pública limitar sua abrangência
    Como não há previsão legal para limitação
    da distância entre a residência do servidor
     e seu local de prestação de serviços, para
    fins de concessão de auxílio-transporte, não
     cabe ao setor administrativo impor esse limite.
     Com base nesse entendimento, a Oitava Turma
     Especializada do Tribunal Regional Federal
    da 2ª Região (TRF2) decidiu, por unanimidade,
     confirmar a decisão de 1o grau que garantiu a
     um militar dos quadros da Marinha do Brasil (MB),
     o recebimento do benefício, bem como das diferenças
     devidas.
    O autor, A.D.S., serve no Centro de Guerra
    Eletrônica da Marinha, localizado no Município de Niterói/RJ e foi comunicado por
    seu superior que seu auxílio-transporte seria suspenso para os 22 dias de trabalho,
     sendo proposto pelo comando o pagamento do referido auxílio apenas para os finais
     de semana. Segundo a administração, em razão de morar no município de São
     Pedro da Aldeia/RJ, a uma distância de 128 km do seu local de trabalho, “não era
     exequível o pagamento do auxílio-transporte completo”.
    Acontece que o auxílio-transporte é direito garantido por Lei e, segundo a relatora
     do processo no TRF2, a juíza federal convocada Maria Amélia Almeida Senos de
    Carvalho, “não merecem amparo as razões expostas pela Administração Militar para
     justificar o cancelamento do benefício”.
    “Não havendo disposição legal que limite a distância entre a residência do servidor e
     seu local de prestação de serviços – antes, prevendo a Lei a indenização até
    mesmo de transporte interestadual –, não cabe ao setor administrativo determinar
    a possibilidade do trânsito diário”, pontuou a magistrada.
    De acordo com a juíza convocada, a limitação imposta pela MB está em
     desconformidade com a previsão da MP 2.165-36/01. “Suas limitações extrapolam
     os limites legais e ferem a hierarquia das normas e o Princípio da Legalidade,
     impondo restrições contrárias às impostas por Lei. Nesta linha, não há disposição
     legal que obrigue o militar a residir na mesma região metropolitana em que está lotado.
     Foge, pois, ao Princípio da Razoabilidade esse ato exarado pelo Poder Executivo”,
     concluiu a relatora.
    Proc.: 0131481-89.2015.4.02.5102
    TRF2/UNPP

    quinta-feira, 21 de julho de 2016

    Caveirão cai em buraco em operação no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo .

    - Atualizada às

    Caveirão cai em buraco

    Ninguém se feriu. Foi apreendida uma tonelada de maconha, armas e homem apontado como o chefe do tráfico foi preso

    Marlos Bittencourt
    Rio - Um caveirão que participava de uma operação da PM no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na manhã desta quarta-feira, caiu em um buraco após a estrutura do local que servia como ponte para os moradores ceder. Ninguém ficou ferido. Uma megaoperação foi montada nas comunidades da Maré, na Zona Norte, e do Salgueiro, em São Gonçalo, para desarticular uma quadrilha que atuava dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó.
    Foram apreendidos 1,5 tonelada de drogas (maconha, cocaína, crack e êxtase) e 20 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, além de oito fuzis, uma submetralhadora e uma pistola. Ao todo, 31 traficantes foram presos e nove tiveram a prisão renovada ou prolongada.
    “Não é todo dia que apreendemos oito fuzis, mais de uma tonelada de entorpecentes e uma grande carga de cigarros contrabandeados, além de prender mais de 30”, avaliou o coronel Antônio Goulart, comandante do setor de inteligência da PM. A Operação Conexão Penha mobilizou mais de 230 agentes dos batalhões de Operações Especiais (Bope), Ações com Cães (BAC) e Choque e promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público.
    Caveirão cai em buraco após estrutura ceder no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo
    Foto: WhatsApp O DIA (98762-8248)
    As investigações, que começaram há quatro meses, descobriram que traficantes da Região Serrana se associaram a um esquema com criminosos da capital e São Gonçalo. Eles distribuem drogas para comunidades de Teresópolis. Os criminosos são chefiados por Robson Francisco da Costa, o Cavalo, preso em Bangu. Ele se aliou a Julio Cesar de Azevedo Nunes, o PP ou PT, um dos principais fornecedores de drogas e armas do Comando Vermelho, mesma facção de Cavalo.
    Promotor do Gaeco, Marcelo Arsênio disse que o alto escalão do bando está preso, mas continuava usando influência e poder para dar as cartas de dentro da cadeia. “Quando foram para Bangu eles passaram a comandar o tráfico. Essas organizações criminosas não vão prosperar”.
    A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) disse que “para tentar coibir a entrada de materiais ilícitos, as unidades contam com procedimentos de revista com o auxílio de equipamentos de segurança”, como detectores de metais, raios-x de bagagem e câmera de inspeção visual e scanners.
    Operação no Salgueiro, em São Gonçalo, apreendeu uma tonelada de maconha e armas
    Foto: Divulgação
    O DIA/UNPP

    Submarino nuclear britânico e navio-mercante se chocam em Gibraltar .

    20/07/2016 22h36 - Atualizado em 20/07/2016 22h36

    CHOQUE DE MONSTROS

    Reator nuclear não sofreu danos e nenhum tripulante ficou ferido.
    'HMS Ambush' fazia exercícios de treinamento e passa por revisões.

    Da France Presse
    O submarino nuclear britânico HMS Ambush durante parada não programada em Gibraltar, após colidir com navio, na quarta (20) (Foto: DM Parody/AFP)O submarino nuclear britânico HMS Ambush durante parada não programada em Gibraltar, após colidir com navio, na quarta (20) (Foto: DM Parody/AFP)
    Um submarino nuclear britânico fez uma escala imprevista em Gibraltar, nesta quarta-feira (20), depois de colidir com um navio-mercante - anunciou o Ministério britânico da Defesa.
    De acordo com nota divulgada pelo Ministério, "o submarino sofreu alguns danos externos, mas seu reator nuclear não sofreu dano algum, e nenhum membro da tripulação ficou ferido no incidente".
    "Estamos em contato com o navio-mercante, e as informações preliminares indicam que não sofreu danos", acrescentou.
    O "HMS Ambush" estava submerso, fazendo exercícios de treinamento, quando aconteceu o choque na quarta-feira à tarde.
    O submarino chegou a Gibraltar para realizar revisões suplementares, completou o Ministério.
    O submarino nuclear britânico HMS Ambush durante parada não programada em Gibraltar, após colidir com navio, na quarta (20) (Foto: DM Parody/AFP)O submarino nuclear britânico HMS Ambush durante parada não programada em Gibraltar, após colidir com navio, na quarta (20) (Foto: DM Parody/AFP)
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    G1/UNPP

    quarta-feira, 20 de julho de 2016

    MILITARES que pretendiam LIBERTAR o PAÍS das GARRAS de ERDOGAM amarrados semi-nus.

    Abandonados. MILITARES que pretendiam LIBERTAR o PAÍS das GARRAS de ERDOGAM amarrados semi-nus.

    103 generais e almirantes presos em um total de 6000 militares de todos os postos e graduações.
    Concordando com o que a Revista Sociedade Militar colocou ainda ontem, turcos no exílio declaram que acreditam que foi o próprio presidente que permitiu que a insurreição chegasse ao ápice, monitorando os participantes e aguardando a consecução para que apartidários de seu regime fossem detidos e se fizesse o que chama de “expurgo” dentro das Forças Armadas.
    Sobre isso ainda, o comissário europeu responsável pelas negociações de alargamento da União Europeia sugeriu, nessa segunda, que o Governo turco já estava preparado para deter milhares de pessoas ainda antes da tentativa frustrada de golpe militar que ocorreu na sexta-feira.
    Essa própria informação, certamente vazada na semana passada, pode ter feito com que militares considerados opositores de seu regime politico-islamita, por medo da prisão, deslanchassem a reação de forma precipitada.
    Juízes e procuradores também foram sancionados. A associação de magistrados de Portugal chegou a emitir nota em apoio aos magistrados TURCOS: “O SMMP expressa assim todo o seu apoio público aos colegas turcos saudando-lhes a coragem e a combatividade necessárias para resistir ao desmoronamento do Estado de Direito e à ofensiva que visa intimidá-los e atentar contra a sua dignidade pessoal e institucional, apoiando-os nas formas de luta que se mostrarem necessárias”
    Segundo os portugueses, 2745 magistrados turcos foram suspensos de funções depois do “golpe” e cerca de 200 magistrados foram presos ou são procurados
    Imagens publicadas em jornais ingleses mostram MILITARES TURCOS que pretendiam ‘LIBERTAR o PAÍS” amarrados semi-nus.
    abandonados turcos militares tircos 
    O presidente disse ontem: “Vamos continuar a limpar o vírus de todas as instituições do Estado, porque este vírus se espalhou. Infelizmente, como um câncer, este vírus tem envolvido o estado“.
    A situação é extremamente complexa pois, embora poucos da imprensa admitam, temendo ir contra o politicamente coreto e que esse tipo de solução militar se alastre pelo planeta, tudo indica que os militares insurgentes estivessem tentando realmente defender a democracia. O presidente da TURQUIA é conhecido por seu autoritarismo, ele prende jornalistas que o criticam, fecha instituições que não se submetem a suas regras etc., ou seja, é uma espécie de ditador eleito, no poder ha mais de 10 anos.
    Entre as motivações dos insurgentes estava a política do presidente, desde a troca geral do ALTO COMANDO em 2011, de colocar oficiais simpáticos ao seu regime em pontos chave da estrutura militar da Turquia.
    Recentemente o presidente as forças policiais do interior da subordinação que tinham aos militares, o que enfraqueceu um pouco as Forças Armadas.
    Outras motivações foram o fato de ter sido obrigados pelo presidente a lutar contra compatriotas dentro do próprio país e a islamização do estado perpetrada pelo presidente-ditador.
    revista previu o golpe na turquia 016-7-18_12-25-7_No-00 
    A investida contra os CURDOS, embora tenha desagradado alguns militares, veio a calhar e trouxe mais status para generais mais próximos do presidente e seu partido, foi o que disse há apenas 45 dias a revista Foreign Affairs – em texto de Gonul Tol – prevendo com exatidão assustadora que em pouco tempo poderia ocorrer uma insurreição militar no país.
    Onde está agora a opinião pública TURCA? Onde estão os manifestantes que se posicionaram contra a crueldade do Presidente Erdogan?
    Ainda na sexta-feira, durante a tentativa de tomar o poder, um jornal turco, repetido pelo Telegrah, narrava a conversa de manifestantes: “O governo atual é tão ruim, muita gente esperava um golpe militar. Eu não sei se eu estou feliz com isso, mas não pode ser pior”, disse Murat, que aplaudiu os soldados. Outra mulher gritou, rindo: “O AKP está acabado” Uma jovem gritou: “Traidores!”
    Há pouco tempo 2.5 milhões de manifestantes lotaram as ruas em manifestações anti-governo.
    Pode-se agora esperar que essas pessoas voltem para as ruas manifestando-se a favor dos militares presos?
    Se os militares acreditaram que a sociedade ia se posicionar em seu favor erraram.
    militares na turquia surrados
    Se os militares acreditaram que a ONU e comunidade europeia, que criticavam o governo turco, se manifestariam em seu favor, erraram também.
    Embora grande parte dos turcos acuse seu presidente de ser radical, autoritário e de tentar impor um governo islâmico radical, parece que essa parcela da sociedade decidiu ficar em casa, mostrando que foi um grande equívoco dos militares que organizaram o levante crer que o povo ou qualquer outra instituição os apoiaria.
    Soubemos que, logo que foi imposto o bloqueio às redes sociais, lei marcial e suspensão de liberdade de manifestações a maior parte da sociedade intensificou seu posicionamento contra os militares.
    Esperamos que seu erro não lhes custe a vida.

    Revista Sociedade Militar/UNPP

    segunda-feira, 18 de julho de 2016

    MILITARES podem abdicar / cancelar o desconto de 1.5%

    Desconto de 1.5%
    MILITARES podem abdicar do desconto de 1.5%
    A Marinha do BRASIL, no site do SIPM, disponibiliza informações sobre o desconto de 1.5%.
    ABAIXO
    Informações sobre a possibilidade de cancelamento da contribuição de 1,5% Pelo Parecer nº 21/2015 da Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando da Marinha foi apresentado o seguinte entendimento:
    “os Requerimentos contendo pedido de cancelamento da referida contribuição deverão ser deferidos, desde que o militar não possua dependentes que se beneficiariam com tal contribuição.”
     No caso de militar inativo, a competência para despachar os requerimentos é do Diretor do Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha.
    Nesse requerimento o inativo requer e declara renunciar, em caráter irrevogável, à contribuição da parcela específica de 1,5% por não possuir dependentes em condições de se tornarem pensionistas beneficiados com a referida contribuição.
    O modelo do requerimento está disponível na página do Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM) e deverá ser encaminhado: por intermédio das OM de Apoio e Contato fora de Sede; pelo correio; ou através dos Setores de Atendimento ao Público do SIPM na Sede.
    Fica reservado ao SIPM o direito de indeferir o pedido, caso verifique nos registros do Banco de Dados de Pessoal (BDPes) a existência de dependentes passíveis de habilitação futura à pensão militar deixada pelo militar.
    Com o propósito de orientar os militares inativos acerca da contribuição de 1,5%, o SIPM presta as seguintes informações que devem ser consideradas antes do encaminhamento do requerimento:
    a) a contribuição de 1,5% foi instituída pela MP nº 2.215-10/2001, para a manutenção dos benefícios previstos na Lei nº 3.765/1960 (Lei de Pensões);
    b) para o militar que OPTOU por contribuir com o 1,5%, os seguintes benefícios da Lei nº 3.765/1960 foram mantidos: As filhas de qualquer condição terão direito à pensão;
    • Os beneficiários da pensão poderão acumular duas pensões militares (por exemplo:
    • pensionista viúva de militar acumular com a pensão de filha de militar); A mãe viúva, solteira ou desquitada, e o pai inválido ou interdito terão direito à pensão;
    • As irmãs germanas e consanguíneas, solteiras, viúvas ou desquitadas, bem como os
    • irmãos menores mantidos pelo contribuinte, ou maiores interditos ou inválidos terão direito à pensão; e A pensão para netos, (órfãos de pai e mãe), nas mesmas condições estipuladas para os filhos.

    c) para o militar que NÃO OPTOU por contribuir com o 1,5%, a pensão militar será deferida na seguinte ordem, de acordo com as alterações introduzidas pela MP nº 2.215-10/2001:

    • Cônjuge, ex-cônjuge pensionada ou companheira (o);
    • Filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela até 21 anos de idade ou até 24 anos de idade, se estudantes universitários ou, se inválidos, enquanto durar a invalidez; Mãe ou pai que comprovem dependência econômica do militar;
    • Irmão órfão, até vinte e um anos de idade ou, se estudante universitário, até vinte e
    • quatro anos de idade, e o inválido enquanto durar a invalidez, comprovada a dependência econômica do militar; e Pessoa designada, que viva na dependência econômica do militar, sendo menor de vinte e
    • um anos de idade ou inválida (enquanto durar a invalidez), ou maior de sessenta anos de idade.

    • VEJA AQUI um MODELO de REQUERIMENTO para cancelamento do desconto de 1.5%
      Revista Sociedade Militar /UNPP

     
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