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    segunda-feira, 24 de novembro de 2014

    Com 15 deputados federais, Partido Militar deve ser criado até dezembro e espera adesão de Bolsonaro.

    24 de novembro de 2014

    Partido Militar deve ser criado até dezembro.

    Militares ganham partido político
    Nova legenda será criada até o fim deste ano e identificada ideologicamente com a ‘direita’

    LEANDRO RESENDE
    Jair Bolsonaro

    Foto:  Divulgação
    Rio - Espalhados pelas dezenas de partidos existentes no Brasil, os militares decidiram se agrupar para criar uma legenda: o Partido Militar Brasileiro (PMB). Integrantes do novíssimo PMB acreditam que, até o fim deste ano, terão coletado as 500 mil assinaturas exigidas para registrar a nova legenda, e planejam lançar candidatos nas eleições municipais de 2016.
    “No Brasil, todos os partidos são de esquerda. O PMB será o único partido de direita do país”, afirma o capitão Augusto Rosa, futuro presidente nacional e um dos fundadores do partido. Este ano, ele foi eleito para o cargo de deputado federal pelo PR de São Paulo, e afirma que não terá problema em migrar para a nova legenda. “Vamos ter uma bancada de 15 deputados federais”, calcula.
    Sobre os tempos do regime militar, capitão Augusto argumenta que os militares “salvaram o Brasil do comunismo”, e prefere não falar sobre a repressão feita pelo Estado contra a oposição. Mas faz questão de se desvincular dos radicais que defendem uma nova intervenção militar autoritária no Brasil. “Não tem o menor cabimento o que essas pessoas estão pedindo. Nunca mais vai acontecer isso. Vamos invadir a política, mas não será pela força”, garante.
    Sob o argumento de defesa da segurança, o partido irá assumir posições polêmicas: será favorável à redução da maioridade penal e defenderá a “família tradicional composta por pai e mãe”, como forma de atrair deputados e eleitores conservadores. O Bolsa-Família, por exemplo, programa de transferência de renda que foi assunto durante toda a campanha presidencial neste ano, sofre severas críticas e é apontado como “criador de uma geração de vagabundos”.
    Segundo Rosa, não acontecerá com o PMB o que aconteceu com a Rede Sustentabilidade, partido que a ex-presidenciável Marina Silva tentou criar e que teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “A Rede nasceu como uma colcha de retalhos. Somos coesos”, argumenta o capitão, que abriu a legenda para entrada de civis como candidatos. “Não existe distinção. Mas nós investigaremos a vida de qualquer candidato. Precisa ser e parecer honesto”.
    No Rio, o nome mais reconhecido do partido é José Alberto da Costa Abreu, general da reserva que concorreu nas eleições deste ano como vice na chapa de Marcelo Crivella (PRB) ao governo do Rio. “Com o PMB, o objetivo é lançar candidaturas, sobretudo de militares, às câmaras de vereadores e prefeituras em todo o país já em 2016”, afirma o general, que será vice-presidente nacional do partido. Rosa vê nele um bom nome para disputar a prefeitura da cidade em 2016. “Se assim ele decidir, terá o meu apoio.”

    Bolsonaro já foi procurado
    Deputado federal mais votado do Rio neste ano, e um dos políticos mais polêmicos do Brasil, Jair Bolsonaro (PP) afirmou ao DIA que já conversou com integrantes do PMB para migrar para nova legenda. Conhecido por assumir posições conservadoras e por usar a tribuna do Congresso para exaltar a ditadura, o parlamentar teceu elogios ao programa do PMB e deixou as portas abertas para uma possível troca de legenda.
    “Primeiro, precisa ver o que vai acontecer com meu partido quando abrirem essa caixa preta da Petrobras. Quando abrir essa tampa, vamos ver quantos do meu partido estarão lá dentro”, disparou. O PP é um dos partidos apontados como beneficiário no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
    Cacifado pela expressiva votação recebida no pleito deste ano, Bolsonaro já declarou diversas vezes que quer ser candidato à Presidência da República em 2018. Em seu estatuto, o PMB prevê obrigatoriamente o lançamento de uma candidatura todos os anos. Cenário perfeito para união? O deputado desconversa e diz que a decisão sobre a troca de legendas, entretanto, não será tomada até 2015. “Com certeza não sairei antes do fim do ano que vem”, disse.
    O DIA

    domingo, 23 de novembro de 2014

    "Pilotagem dócil", diz primeiro piloto da FAB a voar no Grippen.

    23 de novembro de 2014

    "Pilotagem dócil".

    Militares fazem primeiro treino no Gripen
    O procedimento foi feito pelos capitães Gustavo de Oliveira Pascotto e Ramon Santos Fórneas, na Suécia
    Rio - A Força Aérea Brasileira (FAB) deu início às primeiras missões de treinamento em aeronaves Gripen. O procedimento foi feito pelos capitães Gustavo de Oliveira Pascotto e Ramon Santos Fórneas, na Suécia.
    Eles se tornaram os primeiros pilotos do país a cumprir esse tipo de tarefas. Todos os voos em aviões Gripen D foram acompanhados por pilotos da Força Aérea da Suécia. O pouso ocorreu às 10 horas da manhã na base de Satenas, na Suécia (6 horas no horário de Brasília).
    Segundo a FAB, os dois Gripens voaram em uma área de instrução sobre a Suécia e o Mar Báltico. Após a decolagem, as aeronaves subiram até 10.638 metros de altura em um minuto e meio, uma taxa de subida de 118 metros por segundo. Os brasileiros também promoveram acrobacias na fase de familiarização.

    “PILOTAGEM DÓCIL”
    O capitão Fórneas declarou que o voo foi melhor do que ele esperava. “A aeronave é de pilotagem dócil”, disse. A principal característica destacada pelos brasileiros foi a vantagem aerodinâmica proporcionada pelos canards(pequenas asas localizadas na frente do Gripen). A distância de pouso também foi “extremamente pequena”.

    RESPONSABILIDADE
    A Força Aérea Brasileira informou que os dois capitães terão a responsabilidade sobre as aeronaves pilotadas e também vão participar de diversos treinamentos para dominar todos os sistemas dos caças. Após o pouso na Suécia, os pilotos seguiram para um novo treinamento no simulador de voo no país.

    INSTRUTORES
    A FB divulgou ainda que o capitão Fórneas era piloto de caças F-5 e o capitão Pascotto, comandava aeronaves Mirage 2000. Ambos foram formados pela Academia da Força Aérea. O treinamento dos dois oficiais vai durar seis meses na Suécia. Eles serão os primeiros brasileiros instrutores de Gripen.

    36 AERONAVES
    O contrato de aquisição de 36 aeronaves foi assinado em 24 de outubro. A expectativa é de entrega dos aviões entre 2019 e 2024. O Brasil será, junto com a Suécia, o primeiro país a utilizar a nova geração dos caças Gripen. A FAB também estuda comprar 108 caças para a substituição da frota atual de aviões de combate.
    Força Militar

    Projeto a .nula homenagem a Costa e Silva na Rio-Niterói

    Projeto anula homenagem 
    23 Nov 2014

    Em Campo Grande, nome oficial de viaduto não consta nem mesmo de registros da prefeitura


    Quando se trata de homenagens a políticos, o caso mais clássico é o da Ponte Rio-Niterói. Ou melhor: Ponte Presidente Costa e Silva. Na Câmara dos Deputados, corre a a proposta do deputado Chico Alencar (PSOL) de mudança de nome da construção, que passaria a se chamar Betinho, sociólogo que foi exilado e se engajou no combate à fome após a anistia.
    — No caso do Costa e Silva, ele foi o presidente que fez o AI-5, algo muito forte na sociedade até hoje. O Brasil ficou traumatizado. Mas acho também que ninguém vai chamar a construção de Ponte Betinho — afirma Cêça. — Nada mais apropriado do que o nome Rio-Niterói.
    E alguém já marcou encontro na Estação Dom Pedro II? Provavelmente, não. Para os cariocas, a estação é a Central do Brasil (assim conhecida devido à Estrada de Ferro Central do Brasil). No Aeroporto Internacional Tom Jobim seria mais viável, embora seja mais comum o popular nome de Galeão (que continua figurando no letreiro de ônibus e em placas).

    VINICIUS DE MORAES “PEGOU”

    Há situações na cidade em que é preciso consultar os registros oficiais para saber qual é o nome que vale no papel. Uma confusão das mais curiosas tem a ver com o Viaduto dos Cabritos (ou seria Viaduto Engenheiro Oscar Brito?), em Campo Grande, sobre a Avenida Brasil. Reza a lenda que o povo teria simplificado o nome “Viaduto do Oscar Brito” para Viaduto dos Cabritos. Por outro lado, há relatos de que, no passado, por ali circulavam os tais animais. Mas, conforme afirmam tanto o Instituto Pereira Passos (IPP) quanto o Arquivo Geral da Cidade, um decreto de 1965 denomina o equipamento como dos Cabritos, e não há qualquer logradouro chamado Engenheiro Oscar Brito. Seria ele, então, um personagem fictício da cidade? Sendo ou não, foi imortalizado numa placa ao lado do viaduto, provando que até as autoridades podem se confundir.
    Há histórias também de nomes que, mesmo adotados por vias oficiais, acabaram dando certo. Uma delas é a da Rua Vinícius de Moraes, até 1980 identificada nas placas como Montenegro. Outro exemplo de sucesso é a Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, que antes de homenagear o ídolo do automobilismo era uma insípida Via 11. O Túnel Zuzu Angel, que era Dois Irmãos, já teve o nome da estilista popularizado. Com o Rebouças também nunca houve problemas. Já o prefeito Alaor Prata não teve a mesma sorte: ele batiza o túnel ligando Botafogo a Copacabana que, no dia a dia, é conhecido pelos cariocas como Túnel Velho

    sábado, 22 de novembro de 2014

    Senado da Colômbia interrogará general capturado pelas Farc .

    Senado da Colômbia interrogará general 
    22 Nov 2014

    Militar foi sequestrado à paisana e sem escolta; operação de resgate dele e de mais 4 prisioneiros começou na quinta-feira

    BOGOTÁ


    O Senado colombiano cobrará explicações do general Ruben Dario Alzate, preso pelas Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (Farc) no domingo no Departamento (Estado) de Choco, assim que o comandante, o mais graduado militar a ser capturado pelo grupo guerrilheiro em 50 anos de conflito, for libertado. Ontem, as operações para a libertação do general e os outros quatro prisioneiros da guerrilha transcorriam em sigilo.
    De acordo com o senador Jimmy Chamorro, que preside a Segunda Comissão da Câmara Alta, na quarta-feira será apresentada a proposição. Alzate foi capturado, segundo as autoridades colombianas, quando supervisionava um projeto energético no Rio Atrato, em uma remota região rural de Quibdo, capital de Choco.
    O comandante militar viajava em uma lancha civil, sem uniforme e sem escolta, acompanhado do cabo Jorge Rodriguez e da advogada Gloria Urrego, que também foram aprisionados, no momento em que o trio havia desembarcado na margem do rio. Um soldado que conduzia a embarcação conseguiu fugir.
    A captura fez com que o presidente Juan Manuel Santos suspendesse as negociações de paz entre Bogotá e as Farc – que começaram há dois anos em Havana.
    No dia 9, os soldados Cesar Rivera e Jonathan Diaz foram capturados no Departamento de Arauca – e também deveriam ser libertados pelas operações em curso ontem.
    O parlamentar –do governista e direitista Partido Social de Unidade Nacional, liderado pelo presidente colombiano – quer saber porque o comandante quebrou o protocolo de seguranca, circulando à paisana e sem escolta pela região em que foi capturado. Além das Farc, atuam na zona o grupo guerrilheiro guevarista Exército de Libertação Nacional (ELN) e a quadrilha de traficantes “Cla Usuga”, formada por paramilitares de extrema direita desmobilizados entre 2003 e 2006.
    O senador Jose Obdulio Gaviria, do partido opositor Centro Democrático, qualificou de “ridícula” a convocação do general para depor, pois Alzate “é vítima das Farc” e estava “cumprindo ordens”. Juntamente com Alzate, autoridades do Ministério da Defesa deverão ser convocadas para explicar aos parlamentares as circunstancias da captura do comandante – que suscitaram suspeitas sobre a atividade do militar.
    Mau tempo. As autoridades colombianas afirmaram ontem que o clima chuvoso nas regiões em que os prisioneiros seriam libertados poderia atrasar as operações de resgate. “E altamente provável que se apresente nebulosidade que possa dificultar a navegação aérea”, disse o chefe de serviços e prognósticos do Instituto de Hidrologia, Meteorologia e Estudos Ambientais, Christian Uscategui. / EFE e AP

    Estado pede de novo que Exército continue na Maré .


    Prazo para permanência dos militares no conjunto de favelas acaba 31 de dezembro

    VANIA CUNHA
    Apesar da presença do Exército, facções rivais ainda disputam território
    Foto:  Carlos Moraes / Arquivo / Agência O Dia
    Rio - Pela terceira vez, o governo do Rio pediu ao Executivo federal a prorrogação da permanência das tropas do Exército no Complexo da Maré. A nova solicitação foi feita semana passada pelo governador Luiz Fernando Pezão, já que o prazo estabelecido para que a Força de Pacificação fique no conjunto de favelas expira em 31 de dezembro. Quinta-feira à noite, outra pessoa morreu na favela, onde ainda há constantes tiroteios com a resistência de bandidos pelo controle da venda de drogas. Segundo fontes ligadas ao governo do estado, Pezão pretende adiar a saída do Exército até junho. No dia 5 de abril, a ocupação da Maré vai completar um ano.
    O primeiro pedido de socorro ao governo federal feito pelo então governador Sérgio Cabral, em março, se justificava pela proximidade da Copa do Mundo. A Polícia Militar não tinha na época efetivo suficiente para ocupar a Maré, que fica na rota de passagem das delegações entre vários hotéis e o aeroporto internacional. 
    No entanto, quase um ano depois da intervenção federal sob regime de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), a prorrogação do prazo de permanência da Força de Pacificação se dará com a mesma justificativa: apesar das formaturas de novos soldados, ainda não há efetivo suficiente para a substituição do Exército e instalação das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) na região.
    Pelo plano da Secretaria de Segurança Pública, serão quatro sedes com 1.500 policiais. Apesar da presença dos quase dois mil homens do Exército, Fuzileiros Navais e PMs que apoiam a Força de Pacificação, os moradores ainda vivem sob clima de medo causado pela disputa do território entre facções rivais e da ousadia dos criminosos que não aceitam a presença dos militares.
    Por volta das 19h40 de quinta-feira, um homem não identificado morreu ao dar entrada no Hospital Estadual Getulio Vargas, na Penha, depois de ser socorrido por soldados da Força de Pacificação. Segundo militares do Exército, moradores da região conhecida como Faixa de Gaza, entre as favelas da Nova Holanda e Maré, acionaram uma patrulha que passava pelo local para socorrer a vítima, que foi alvo de vários tiros. O caso foi registrado na 21ª DP (Bonsucesso) e a Divisão de Homicídios (DH) da Capital vai investigar o crime.
    PMs feridos no Alemão
    Em outro complexo ocupado por forças de segurança, o Alemão, a noite de quinta-feira também foi de tiroteio. Três PMs ficaram feridos, dois deles baleados, em confrontos com bandidos da Fazendinha e Areal. O soldado Wander Vinícius dos Santos, de 22 anos, da UPP Nova Brasília, foi baleado na perna e o disparo atingiu a veia femoral. Ele foi operado no Hospital Getúlio Vargas.
    O PM Pedro Gomes da Silva, 32, deslocou o ombro ao se jogar ao chão para escapar dos tiros. Uma patrulha da UPP foi atingida por tiro. Na tarde de quinta-feira, um PM do Batalhão de Choque foi baleado no braço em outra troca de tiros com bandidos na localidade do Areal.
    Jornalistas são alvos de tiros na Rocinha
    Uma equipe de reportagem do jornal ‘O Globo’ foi recebida a tiros nesta sexta-feira de manhã na Rocinha, em São Conrado. Os jornalistas chegavam ao local para fazer matéria sobre desapropriações provocadas pelo alargamento de uma via na comunidade, parte das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2).
    No momento do tiroteio, por volta das 9h, a associação de moradores fechou as portas, e a equipe se refugiou em uma loja. Poucos minutos depois, um homem chegou ao local e ordenou que os repórteres deixassem o local.
    Em nota, a Coordenadoria das UPPs informou que no mesmo horário do incidente com os jornalistas houve troca de tiros entre policiais e traficantes na localidade da Cachopa. Os criminosos conseguiram fugir e uma granada foi apreendida. O caso foi registrado na 11ª DP (Rocinha). Sobre o caso com os repórteres , a CPP se limitou a dizer que ‘a pacificação é um processo’.





      quinta-feira, 20 de novembro de 2014

      CHEFES DAS FORÇAS ARMADAS RECHAÇAM PEDIDOS DE VOLTA DOS MILITARES AO PODER.


      19 de novembro de 2014

      Chefes das Forças Armadas rechaçam pedidos de volta dos militares ao poder

      Extrato da Coluna de Monica Bergamo
      Folha de São Paulo 19NOV14


      As manifestações para que os militares voltem ao poder no Brasil são rechaçadas com veemência pelos comandantes das Forças Armadas. "Os militares estão totalmente inseridos na democracia e não vão voltar. Isso eu garanto", disse à coluna o almirante Julio Soares de Moura Neto, comandante da Marinha.

      A QUEM INTERESSA?

      "Não sei quem anda inventando isso [manifestações pela volta dos militares ao poder], mas não faz o menor sentido. Os militares só voltam em seu papel institucional, que é o que têm hoje", completa Moura Neto.
      EXTREMISTAS

      "São opiniões de extremistas", diz o tentente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito, comandante da Aeronáutica. "[A volta dos militares] é algo impossível de acontecer. Só quem poderia tentar fazer isso é o pessoal da ativa [das Forças Armadas]. E, como nós não queremos nada nesse sentido, não há a menor chance de essas ideias evoluírem."
      NADA SÉRIO

      "Nós vivemos há muitos anos em um ambiente de absoluta normalidade", reforça o comandante do Exértico, general Enzo Peri.
      "Vejo essas manifestações com naturalidade, mas elas não devem ter qualquer outra conotação", diz ele.
      É O CASO?

      Já quando abordados sobre o relatório da Comissão Nacional da Verdade, que deve responsabilizar inclusive ex-presidentes militares por crimes de tortura e execução de presos políticos, os comandantes mostram desconforto. "Eles estão cumprindo a lei", limita-se a dizer Saito. Questionado se o Exército se manifestará depois da divulgação do relatório, em dezembro, Enzo Peri disse: "Será o caso?


      Nota DefesaNet

      A jornalista Monica Bergamo é porta-voz oficial do governo e de muitos organizações irregulares atuando no Brasil vinculadas ao PT.

      A sua coluna traz um conteúdo de pura contrainformação.

      É a ação do Palácio do Planalto agindo em desqualificar as manifestações (01 e 15 NOV14), reduzindo-os a mera cantilena da volta dos militares.

      terça-feira, 18 de novembro de 2014

      COMANDANTE DO EXÉRCITO INTIMADO A EXPLICAR POR QUE MANTÉM MEDALHAS DE MENSALEIROS

      MENSALÃO
      COMANDANTE DO EXÉRCITO 
      PROCURADORA QUER SABER POR QUE EXÉRCITO MANTÉM HONRARIA A MENSALEIROS
      Publicado: 18 de novembro de 2014 às 0:30 - Atualizado às 0:56
      General Enzo Peri
      Segundo fontes militares, o general Enzo Peri tem medo de irritar Dilma e o PT
      O comandante do Exército, general Enzo Peri, enfrenta uma tremenda saia justa, em razão de sua relutância, que seus críticos preferem chamar de covardia, de cumprir o decreto que o obriga a cassar a Medalha do Pacificador, uma das principais honrarias militares, de agraciados condenados por corrupção no processo do mensalão. É que a procuradoria da República no Distrito Federal decidiu notificar o general a explicar sua atitude e informar providências no prazo máximo de quinze dias.
      Fontes militares garantiram ao Diário do Poder que o comandante do Exército não cumpre o decreto 4.207, de 2003, cassando a Medalha do Pacificador ou a Ordem do Mérito Militar (decreto 3.522, do ano 2000) porque “morre de medo” de irritar a presidente Dilma Rousseff e o PT.
      O ofício 8122/2014/PRDF, datado de 30 de outubro, assinado pela procuradora da República Eliana Pires Rocha, foi primeiro encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que este, como manda o protocolo, o encaminhe ao destinatário final – o general Enzo Peri.
      A procuradora informa ter chegado ao órgão duas representações contra o comandante do Exército. As representações dizem respeito apenas à Medalha do Pacificador conferida ao ex-deputado mensaleiro José Genoino (PT-SP), corrupto transitado em julgado. Mas a procuradora encontrou outros casos.
      Eliana Pires Rocha
      Procuradora Eliana Pires Rocha
      Eliana Pires Rocha lembra em sua comunicação que a Medalha do Pacificador – considerada uma das principais honrarias do Exército Brasileiro – foi concedida a outros condenados por corrupção no processo do mensalão, sem que tenham sido cassadas até este momento, como os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). Ela também menciona o fato de o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, considerado o chefe da quadrilha do mensalão e condenado no Supremo Tribunal Federal, ter sido agraciado com a Ordem do Mérito Militar, no Grau de Grande Oficial. O ex-deputado Roberto Jefferson, outro condenado no mensalão em sentença transitada em julgado, é “comendador” da Ordem do Mérito Militar.
      O decreto 4.207/2003 determina a exclusão imediata de agraciados com a Medalha do Pacificador de condenados pela Justiça do Brasil, em qualquer foro, em sentença transitada em julgado, “por crimes contra a integridade e a soberania nacionais ou atentado contra o erário, as instituições e a sociedade brasileira”. Pelo decreto, “a cassação será feita ‘ex officio’ em ato do comandante do Exército em exercício. Já o decreto 3.522/2000, salienta a procuradora Eliana Pires Rocha em seu ofício, determina a exclusão da Ordem do Mérito Militar de agraciados que tenham cometidos os crimes já mencionados.
      O assunto foi noticiado há um ano (23 de novembro de 2013), em primeira mão, pela coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder, que voltou ao assunto por diversas vezes, sem que o comandante do Exército tenha se dignado a explicar sua atitude, tampouco informar se e quando cumpriria o determinam ambos os decretos. O general pode se esconder de jornalistas, mas não da Procuradoria da República, sob pena de responder na Justiça.

       
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