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    quinta-feira, 25 de agosto de 2016

    25 DE AGOSTO, PARABÉNS HERÓIS DO NOSSO AMADO BRASIL!!!!!

    UMA SINGELA HOMENAGEM A TODOS OS HERÓIS DESTE NOSSO AMADO BRASIL

    No dia 25 de agosto comemora-se o dia do soldado. A escolha da data foi em homenagem ao aniversário de Duque de Caxias, Luis Alves de Lima e Silva, que se tornou patrono do exército brasileiro.
    Os soldados são pessoas de honra, que cuidam da defesa da população, vigiando as ruas das cidades contra assaltos, homicídios, drogas e outros crimes. Também fazem resgates e socorrem pessoas em acidentes.
    As especializações ou áreas de trabalho dos soldados estão divididas em infantaria, artilharia, cavalaria, engenharia, logística e serviços .

    Resultado de imagem para homenagem ao soldado brasileiro

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    mensagem para o dia do soldado 1


    SIMEÃO MOURA DOS SANTOS 
    PRESIDENTE DA UNIÃO NACIONAL DE PRAÇAS E PENSIONISTAS-UNPP

    MPM denuncia coronel, tenente-coronel e sargento por irregularidade .

    25 de agosto de 2016

    Irregularidade em pregão de hospital militar

    PJM RECIFE DENUNCIA MILITARES E CIVIS POR IRREGULARIDADES EM PREGÃO 
    DO HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE NATAL
    Resultado de imagem para hospital de guarnição de natal
    Recife (PE) - A Procuradoria de Justiça Militar no Recife ofereceu denúncia 
    contra três militares do Exército (um tenente-coronel, um coronel e um sargento) 
    e dois civis, administradores de empresa, por fraudes em pregão eletrônico realizado
     pelo Hospital de Guarnição de Natal. Os envolvidos foram denunciados pela prática
     do crime de estelionato, previsto no artigo 251 do Código Penal Militar.
    Mesmo com parecer da Advocacia-Geral da União apontando irregularidades no projeto
     básico, o pregão eletrônico 17/2011 foi lançado em 11 de novembro de 2011. 
    O objeto desse pregão era a contratação de empresa especializada na execução 
    de “serviço de manutenção e conservação de bens imóveis”, para o serviço de “adequação”
     do pavilhão de comando do hospital militar.
    De acordo com o Núcleo de Assessoramento Jurídico da Advocacia-Geral da União 
    em Natal, o serviço de adequação do Pavilhão de Comando do HGuNatal, da forma
     como descrita no Projeto Básico, não poderia ser enquadrado como “serviços de 
    manutenção e conservação de bens imóveis”, conforme previsto no artigo 6º da 
    Lei nº 8666/93, concluindo que a recuperação de imóvel, em princípio, deveria ser
     considerado como obra.
    Além disso, acrescenta a AGU, por não se enquadrarem no conceito de serviços 
    comuns, não poderiam ser licitados por meio de Pregão, recomendando à Administração
     Militar que reavaliasse os serviços e, caso não se enquadrassem no conceito
     de serviços comuns, deveria ser excluída a utilização do Pregão, utilizando-se 
    procedimentos distintos atendendo a natureza de “obra” ou “serviços comuns”.
    Somente duas empresas participaram do pregão eletrônico 17/2011, sendo que 
    a vencedora ofereceu um lance de R$ 1.599.275,73, R$ 164,27 inferior ao da outra 
    empresa participante do pregão.
    Na sequencia, a empresa vencedora aceitou contratar com a administração 
    militar pelo valor de R$ 1.119.492,16 e os serviços de “adequação” do pavilhão 
    de comando do Hospital de Guarnição de Natal teriam ocorrido no ano de 2012.
    A investigação demonstrou que houve fraude já na elaboração do Projeto Básico,
     nomeando “obras e recuperação de bem imóvel” como “serviço de adequação do
     Pavilhão de Comando do HGuNatal”, com manifesta finalidade de burlar a regra do
    artigo 6º, inciso II, da Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93), e realizar o procedimento
     licitatório por meio de Pregão Eletrônico, modalidade incompatível com serviços de 
    “obras” e “recuperação de bens imóveis”.
    O projeto básico foi superfaturado, já que os denunciados tinham o conhecimento 
    que os valores dos serviços efetivamente prestados teriam o valor máximo de
     aproximadamente 50% do valor do lance oferecido no Pregão. O superfaturamento 
    restou plenamente demonstrado, na medida em que os serviços efetivamente 
    executados Hospital foram avaliados em R$ 513.998,86.
    A quebra do sigilo bancário de diversos investigados revelou que entre 2011 e
    2012 o tenente-coronel denunciado, enquanto exercia a função de Fiscal Administrativo
     do HGuN e responsável por todos os procedimentos licitatórios da organização
     militar, recebeu diretamente em sua conta-corrente individual a quantia de 
    R$ 65.599,24, valores esses provenientes de transferências diretas realizadas pelos
     administradores da empresa vencedora do pregão.
    Para o MPM, tais valores foram recebidos pelo denunciado como forma de 
    pagamento de sua cota decorrente da fraude realizada no Pregão nº 0017/2011,
     bem como para deixar de atuar sobre as inúmeras irregularidades na execução 
    das “obras de adequação” do Pavilhão de Comando do Hospital de Guarnição de Natal,
     das quais era o encarregado de sua fiscalização.
    Segundo o laudo pericial contábil, a conduta dos denunciados causou o prejuízo 
    de R$ 745.901,61 ao patrimônio sob administração militar, valor este atualizado
    até 27/08/2013.
    As condutas delituosas praticadas pelo tenente-coronel e pelo sócios da empresa
     vencedora do pregão somente puderam ser consumadas em razão da omissão
     dolosa do coronel, diretor e ordenador de Despesas do Hospital de Guarnição 
    de Natal, e do 3º sargento chefe do Pelotão de Obras do Hospital e fiscal do contrato
     resultante do Pregão nº 0017/2011), “militares que, em razão de seu dever funcional,
     deveriam fiscalizar e impedir qualquer irregularidade nos procedimentos licitatórios 
    de aquisição de bens e prestação de serviços para o Hospital de Guarnição de Natal”,
     escreve a PJM Recife na denúncia.
    Outra demonstração de irregularidade nas obras realizadas no Pavilhão de Comando 
    e no Ambulatório do Hospital de Guarnição de Natal é a autorização dada pelo coronel
     denunciado para que militares do Pelotão de Obras fossem empregados nas obras,
     quando tais serviços deveriam ser prestados pela empresa vencedora do pregão.
    MPM/UNPP

    terça-feira, 23 de agosto de 2016

    Ministro da Defesa diz que Forças Armadas ficarão no RJ para as eleições

    Forças Armadas vão permanecer no Rio até a eleição

    Na Paralimpíada, o efetivo será o mesmo dos Jogos Olímpicos: 23 mil militares vão reforçar a segurança da cidade

    O Dia
    Rio - As Forças Armadas vão reforçar a segurança na cidade até o segundo turno das eleições municipais, em outubro. A decisão foi anunciada, na tarde desta segunda-feira, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. No entanto, ele ainda não informou qual será o efetivo que atuará no Rio neste período.
    Os 23 mil militares que atuaram durante a Olimpíada continuarão reforçando a segurança na cidade até a Paralimpíada. Já para o período eleitoral, o Ministério da Defesa ainda não informou qual seria o efetivo Foto: Sandro Vox / Agência O Dia
    Em relação à segurança na Olimpíada, o ministro fez um balanço positivo. Jungmann garantiu ainda que os 23 mil militares que ficaram nas ruas durante os Jogos Olímpicos continuarão na cidade na Paralimpíada.
    Neste domingo, o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, já tinha pedido para as Forças Armadas permanecerem no Rio. Ele disse que a integração entre as forças de segurança é o que fica de legado dos jogos e que esse é um pedido que ele faz desde 2007, quando assumiu a pasta.
    Ainda de acordo com o secretário, os Jogos Olímpicos provaram que é possível fazer um policiamento ostensivo e que é preciso levantar uma “discussão produtiva” sobre a união de esforços para a segurança da cidade.
    Com informações da Agência Brasil

    General deve assumir a Segurança do RJ .

    21 de agosto de 2016

    General Adriano Photo published for Conheça o nome mais forte para substituir de Beltrame na Segurança | Lauro Jardim - O Globo

    Em decreto publicado em 15 de agosto, o presidente Temer exonerou - a pedido - o General de Exército Adriano Pereira Júnior do cargo de Secretário Nacional de Defesa Civil. Após a Olimpíada, o general deverá assumir a Secretaria de Segurança do RJ, em substituição ao delegado José Mariano Beltrame. (com informações de Lauro Jardim, em O Globo)

    sexta-feira, 19 de agosto de 2016

    Filho de Osama Bin Laden convoca sauditas a derrubar governo

    18 de Agosto, 2016 -

    Geopolítica

    Filho de Osama Bin Laden


    O filho de Osama Bin Laden, fundador da rede Al-Qaeda, lançou um apelo aos sauditas para "derrubar" o regime e "libertar" o país da influência dos Estados Unidos, por meio de uma mensagem de áudio detectada e divulgada nesta quarta-feira pelo SITE.
    Hamza Bin Laden incitou os sauditas e "aqueles capazes de lutar" a se juntarem ao grupo Al-Qaeda na Península Arábica (Aqpa), com base no vizinho Iêmen, para "ganhar a experiência necessária" para o combate, nessa mensagem sem data reproduzida pelo SITE, o centro americano de monitoramento da atividade extremista na internet.
    Hamza Bin Laden, de 23 anos, é um dos filhos de Osama Bin Laden, executado em maio de 2011 por um comando dos Estados Unidos no Paquistão, e substituído à frente da organização por Ayman al-Zawahiri.
    Osama Bin Laden, mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, perdeu sua nacionalidade saudita em 1994, depois de expressar apoio a grupos islâmicos e suas fatwas (decretos religiosos) contra o poder em Riad e os Estados Unidos.
    Hamza era o filho favorito do ex-chefe da Al-Qaeda, que deveria se tornar seu herdeiro à frente do grupo extremista, de acordo com documentos desclassificados encontrados durante o ataque do comando americano no Paquistão.
    Hamza havia escrito a seu pai para garantir a sua vontade de se juntar à jihad.

    Coreia do Norte diz ter retomado produção de plutônio.

    18 de Agosto, 2016 - 10:35 ( Brasília )

    Geopolítica

    Coreia do Norte


    A Coreia do Norte informou ter retomado sua produção de plutônio ao reprocessar combustível nuclear utilizado e que não possui planos para interromper testes enquanto continuarem ameaças dos Estados Unidos, relatou nesta quarta-feira a agência de notícias japonesa Kyodo.
    Em entrevista à Kyodo, o Instituto de Energia Atômica, que possui jurisdição sobre as instalações nucleares Yongbyon, informou: "Reprocessamos combustíveis nucleares utilizados removidos de um reator moderado a grafite.
    O instituto também informou que a Coreia do Norte está produzindo urânio altamente enriquecido, necessário para energia e armas nucleares, como planejado, acrescentou a agência de notícias.

    Vice-embaixador da Coreia do Norte no Reino Unido deserta para a Coreia do Sul

    O vice-embaixador da Coreia do Norte em Londres desertou com sua família para a Coreia do Sul, informaram autoridades sul-coreanas nesta quarta-feira, o que faz dele o diplomata mais graduado de Pyongyang a fugir do regime isolado rumo ao vizinho democrático do sul.
    Em Seul, o Ministério da Unificação não quis dizer quando ou como Thae e seus familiares chegaram, ou quantos parentes o acompanhavam.
    Thae desertou devido a seu descontentamento com o regime de Kim Jong Un na Coreia do Norte e pelo futuro de seu filho, disse o porta-voz do ministério, Jeong Joon-hee, em uma coletiva de imprensa. Não ficou claro em coreano se Jeong se referia a mais de uma criança.
    "Sabemos que o vice-embaixador Thae está dizendo que seu desgosto com o regime de Kim Jong Un e o anseio pelo sistema democrático livre da República da Coreia e pelo futuro de seu filho são motivos para sua deserção", disse Jeong em referência à Coreia do Sul, acrescentando que Thae e sua família estão sob proteção do governo.
    A empobrecida Coreia do Norte e a próspera Coreia do Sul ainda estão tecnicamente em guerra, já que o conflito de 1950-53 terminou com um armistício, não um tratado de paz.
    O anúncio veio um dia depois de uma reportagem noticiar que um diplomata norte-coreano eminente, mais tarde identificado pela rede britânica BBC como Thae, havia desertado.
    Mais cedo, um funcionário da embaixada norte-coreana em Londres não quis confirmar a deserção, descrevendo os relatos do evento como "bastante repentinos".

    BRABAT desencadeia Operação

    18 de Agosto, 2016 - 10:00 ( Brasília )

    BRABAT desencadeia Operação “A Paz deve Continuar” no Haiti


    Foto: BRABAT / EB
         
     

     
     
    No dia 5 de agosto, o Batalhão Brasileiro de Infantaria 
    de Força de Paz (BRABAT) – Batalhão Porto Príncipe 
    – realizou a Operação “Lapé dwé Continye II” 
    (A Paz deve Continuar II), em conjunto com a Polícia 
    das Nações Unidas (UNPOL) e com a Polícia 
     Nacional do Haiti (PNH), no âmbito da Missão das
     Nações Unidas para a Estabilização no Haiti 
    (MINUSTAH).
    A Operação teve por finalidade intensificar a presença 
    do BRABAT em toda a sua área de responsabilidade, 
    por intermédio de patrulhamentos motorizado e a pé, 
    bem como, pelo estabelecimento de static point, com
     foco nas regiões de Martissant e Grand Ravine.
    Durante a Operação, foram utilizados drones com o 
    objetivo de facilitar as atividades de comando e
     controle e a obtenção de dados de interesse para
     a inteligência. Também, foi utilizado o Sistema 
    Pacificador, que se mostrou extremamente 
    eficiente para acompanhar o movimento da tropa 
    no terreno.
    A atividade contou com a presença do General de 
    Divisão Ajax Porto Pinheiro, Force Commander 
     da MINUSTAH, e contribuiu para incrementar 
    a sensação de segurança na região, além 
    de ter aprimorado a capacidade de 
    interoperabilidade entre o Componente 
    Militar e o Componente Policial da MINUSTAH.

     
     DEFESANET/UNPP

    O novo rosto da guerra .

    O novo rosto da guerra, Omran evidencia

     

     catástrofe que já matou 4,5 mil crianças em 

     

    Aleppo

    Vídeo mostra Omran atônito, sentado na ambulância logo após resgate em Aleppo
    Vídeo mostra Omran atônito, sentado na ambulância logo após resgate em Aleppo Foto: REUTERS TV / REUTERS
    O Globo

    ALEPPO — Omran Daqneesh tem apenas 5 anos, o mesmo tempo que dura a guerra civil na Síria. Mas se transformou no novo rosto da tragédia depois que uma imagem sua sentado numa ambulância, após ser resgatado de escombros, ganhou repercussão mundial. Coberto de poeira e com a cabeça ensanguentada, Omran foi salvo com os três irmãos — com idades de 1, 6 e 11 anos — a mãe e o pai após seu prédio ser atingido por um bombardeio aéreo na cidade sitiada de Aleppo, na noite de quarta-feira. Ativistas culpam o regime sírio e a Rússia pelos ataques, que deixaram oito mortos, incluindo cinco crianças. Desde que a guerra começou, 4.500 crianças foram mortas na cidade no Norte do país, a principal de Síria.
    A imagem — do fotógrafo Mahmoud Raslan — captura o momento em que Omran percebe que está sangrando. E foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais, incluindo por David Miliband, ex-secretário das Relações Exteriores do Reino Unido e hoje presidente do Comitê Internacional de Resgate. Socorristas passaram o menino de varanda em varanda, retirando a família momentos antes de o prédio inteiro desabar. Segundo a Syrian American Medical Society, ele foi hospitalizado, mas já teve alta. Outras 12 crianças foram encaminhadas para o mesmo hospital.
     
    — Já tirei muitas fotos de crianças mortas ou feridas por bombardeios. Normalmente elas estão desmaiadas ou choram. Mas Omran estava lá sem voz, com o olhar perdido. É como se não compreendesse muito bem o que tinha acabado de acontecer.Outro vídeo comovente de Omran, publicado pelo grupo ativista Aleppo Media Center, mostra um funcionário da defesa civil carregando o menino para uma ambulância. Já sentado, em segurança, ele levanta a mão esquerda até o olho e sente a área machucada na cabeça. Enxuga o rosto e percebe o sangue. Sem falar nada, limpa a mão no banco. Omran, que só conheceu a guerra, não chorou em nenhum momento do resgate.— A verdade é que a imagem se repete todo dia em Aleppo — desabafou à CNN Mustafa al-Sarouq, que gravou o vídeo. — E o mundo está em silêncio. Há milhares de crianças sendo bombardeadas.Na quarta-feira, mais três pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas no bairro onde a família vive, controlado pelos rebeldes, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Acredita-se que um dos mortos seja parente de Omran.
    AJUDA HUMANITÁRIA NÃO CHEGA
    Ontem, John Kirby, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, disse que Omran era o “verdadeiro rosto do que de fato acontece na Síria”
    — Suponho que este menino jamais tenha passado um dia de sua vida longe da guerra, da morte, da destruição e da pobreza em seu país.
    Após a comoção, os 28 países da União Europeia exigiram o “fim imediato” dos combates na cidade para garantir as operações humanitárias, segundo um comunicado da chefe da diplomacia do bloco, Federica Mogherini. A Rússia, por sua vez, anunciou estar disposta a instaurar, a partir da próxima semana, uma pausa semanal de 48 horas nos ataques.
    Socorristas levaram quase uma hora para tirar Omran dos escombros, escavando o local sob a luz de uma lanterna. O médico que o tratou disse que sua lesão era leve em comparação a de outros feridos. O menino recebeu alta duas horas depois.
    — Durante todo o tempo, ele estava sob o mesmo torpor e choque — disse Mohammedd, cirurgião de Aleppo que preferiu não dar seu sobrenome por razões de segurança.
    Mas Omran teve a sorte de escapar. Segundo o Aleppo Media Center, 4.500 crianças foram mortas na cidade e cerca de cem mil permanecem lá. Na semana passada, a ONG Save the Children denunciou o aumento dos ataques a escolas na cidade, assim como em Idlib — mais de 6.500 delas foram destruídas até agora. Em apenas sete dias, seis escolas foram atacadas, matando alunos e professores.
    — Os menores que vão ao colégio correm um grave perigo — disse Helle Thorning-Schmidt, diretora executiva da ONG: — Muitos estudam em porões para se proteger, e desviam dos tiros a caminho da escola para fazer as provas.
    O caso também joga mais luz sobre a cidade, há meses sitiada. Crucial no conflito sírio, em que as forças do regime de Damasco e os rebeldes se enfrentam duramente, Aleppo vive hoje uma profunda crise humanitária, que inclui a falta de médicos, suprimentos hospitalares, alimentos, água e luz.
    — Quando chegamos, o regime ataca novamente as equipes de resgate que tentam salvar civis — diz Sarouq. — As condições de vida são terríveis.
    No último mês, nenhum comboio conseguiu entrar nas áreas sitiadas, segundo o enviado especial da ONU, Staffan de Mistura, que, irritado, cancelou a reunião semanal sobre o tema:
    — Suspendi a reunião como sinal de nossa profunda insatisfação com o fato de a ajuda não estar chegando à Síria, devido à falta de uma trégua.

    globo.com/UNPP

    quinta-feira, 18 de agosto de 2016

    EB proíbe militares de jogar Pokémon Go em quartéis

    18 de Agosto, 2016 -

    Inteligência

    EB

    Para jogar Pokémon Go, faz-se necessário dar permissão ao aplicativo para usar a câmera, GPS, microfone e até dispositivos USB que estiverem conectados ao aparelho

    Aloísio Morais / Correio do Brasil (RJ)

    Por medida de segurança, o Exército está proibindo o Pokémon Go em suas organizações militares, confirmando as informações de que o brinquedo espiona por meio de fotos os locais onde se instala. Conforme especialistas, o aplicativo funciona como uma verdadeira máquina de coleta de dados ao armazenar informações “exatas e detalhadas” sobre cada movimento do usuário.
    Semana passada, por exemplo, o chefe do 1º Depósito de Suprimento do Quartel em Triagem, Zona Norte do Rio de Janeiro, tenente coronel Allan Ares Pedrosa Pinto, baixou ordem de serviço sobre “Aplicativos para Smartphone”, proibindo, “terminantemente”, qualquer indivíduo de utilizar seu smartphone para jogos de entretenimento no interior da organização militar. “A guarnição de serviço deve estar permanentemente atenta em função dos riscos decorrentes do emprego destes aplicativos no interior do 1º DSup”, alertou.

    “Atenção especial deve ser dada a um jogo recentemente lançado com o nome de Pokémon Go” observou. “Para jogar Pokémon Go, faz-se necessário dar permissão ao aplicativo para usar a câmera, GPS, microfone e até dispositivos USB que estiverem conectados ao aparelho. Ao aceitar a permissão, o celular encontra três pokemons de imediato. Em seguida, o aplicativo tira uma foto do local, incluindo as coordenadas e ângulo do smartphone, registrando o ambiente onde se encontra o usuário. Desta forma, pontos sensíveis da organização militar (OM) serão revelados, num flagrante atentado à segurança”, finalizou o militar.
    Pokémon espião
    O Pokémon Go foi criado pelo norte-americano John Hanke, fundador da empresa Keyhole, Inc, um projeto de mapeamento de superfícies comprado pelo Google e usado para fazer o Google Maps/Earth e Street View. Hanke é o responsável pela equipe que dirigiu o maior escândalo de privacidade na Internet, em que carros do Google, no percurso realizado para fotografar ruas para o Street View dos mapas online da empresa, copiou secretamente os tráficos de internet de redes domésticas, coletando senhas, mensagens de e-mail, prontuários médicos, informações financeiras, além de arquivos de áudio e vídeo.
    A Keyhole foi patrocinada pela empresa In-Q-Tel, fundada pela CIA em 1999, conforme pode ser comprovado no site da empresa. Desta forma, indiretamente, a CIA poderia ter acesso a todos os mapas mas não conseguia entrar dentro das casas. Então surgiu o Pokemon Go, que, para jogar, é necessário dar permissão para o aplicativo usar câmera, GPS, microfone e até os dispositivos USB que estiverem conectados ao smartphone.

    Ao dar permissão, o celular acha três pokemons por perto de imediato, e, ao procurar pokemons dentro de casa, permite que o aplicativo faça uma foto da sala de casa, por exemplo, incluindo as coordenadas e o ângulo do celular do usuário. Desta forma, são registradas fotos do ambiente onde o dono do celular mora, dando acesso ao aplicativo.
    Geralmente, ninguém lê os termos de aceitação para usar o jogo, e lá está bem claro: “Nós cooperamos com agências do governo e companhias privadas. Podemos revelar qualquer informação a seu respeito ou dos seus filhos…” E o parágrafo 6 não deixa dúvidas sobre a espionagem: “Nosso programa não permite a opção “Do not track” (Não me espie”) do seu navegador. Portanto, está aberto um campo fértil para qualquer paranoia.
    Risco evidente
    Não é à toa que a comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o Pokémon Go. Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt, publicada no último dia 5, ela afirmou que o jogo armazena dados “exatos e detalhados” de cada movimento dos usuários pelas ruas. “É uma máquina gigante de coleta de dados”, afirmou, observando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.
    A Niantic, empresa da Califórnia que ajudou a desenvolver o jogo, colocou à disposição uma ferramenta de marketing para “deliberadamente orientar ” os usuários do jogo aos chamados ‘Pokestops’ em estabelecimentos comerciais. “O Pokémon Go é o ponto de partida para uma nova era de controle total”, afirmou o editor-adjunto do Handeslblatt, Thomas Tuma. “Os monstrinhos são os cavalos de Troia com os quais a indústria da internet abre o caminho para nossas cabeças e nossas carteiras”, acrescentou.
    Por essas e outras, o governador de Nova Iorque, Andrew Cuomo, determinou que o departamento correcional proibisse que os cerca de 3 mil criminosos sexuais do estado usem o Pokémon Go. O site da Niantic alerta que os usuários do Pokémon Go não podem ter menos de 13 anos para jogar.

    Forças Armadas, as caçadoras de medalhas.

    8 das 10 medalhas do Brasil vem de quartéis. Técnico de Zanetti cobra de militares trabalho de base



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    Zanetti e Nory no pódio

    O ginasta Arthur Zanetti conquistou a esperada medalha de prata na final das argolas, aplaudiu o resultado e prestou continência ao subir ao pódio. Há quem ainda se surpreenda, mas o gesto começa a ser comum nuns Jogos onde 145 atletas– um terço da delegação brasileira – são parte das Forças Armadas. Das dez medalhas conquistadas pelo Brasil até esta terça-feira, oito vêm dos quartéis, enquanto em Londres foram apenas cinco. Mas de onde saem tantos atletas de elite com vocação militar? É uma bem sucedida campanha de marketing das Forças Armadas ou o protagonismo dos sargentos apenas ilustra a falta de investimento do Brasil no esporte de competição?
    Zanetti, assim como o colega Arthur Nory (bronze), os judocas Rafael Baby Silva (bronze), Sarah Menezes ou Rafaela Silva (ouro), a dupla de jogadoras de vôlei praia formada por Talita e Larissa, o atirador Felipe Wu (prata), a esgrimista Amanda Simeão ou a maratonista aquática Poliana Okimoto (bronze), passaram por um edital público e se tornaram militares, mesmo sem vocação de combate. Zanetti, por exemplo, se incorporou ao programa há um mês e os jovens boxeadores e sargentos Michel Borges e Patrick Teixeira, criados na favela carioca do Vidigal, sequer prestaram o serviço militar obrigatório.


    MAIS INFORMAÇÕES

    Todos eles, no entanto, têm nas Forças Armadas uma renda fixa que, somada a outras possíveis ajudas do Governo, como o Bolsa Atleta, o Bolsa Pódio ou os recursos dos patrocinadores tiram os esportistas de elite da precariedade. Além da instrução básica militar, eles recebem um salário equivalente ao de terceiro sargento (cerca de 3.200 reais brutos), contam com seguro médico e direito de usar as instalações do Exército, da Aeronáutica ou da Marinha, segundo a instituição que os contrate. Nesta Olimpíada há equipes, como a do judô, compostas exclusivamente por militares. A seleção feminina é toda da Marinha brasileira, e a dos homens é do Exército.
    Em casos como o da sargento Tang Sing, lutadora de taekwondo, recursos básicos como um nutricionista ou um lugar para treinar que não fosse a varanda de casa só foram possíveis uma vez que ela entrou no Exército. “Graças ao Exército pude realizar meu sonho de participar dos Jogos Olímpicos. Antes não tinha nenhum apoio e estava a ponto de abandonar o esporte. Com meu soldo como militar [cerca de 3.000 reais], consegui pagar um nutricionista, fiz viagens internacionais para competir, arco com meus suplementos energéticos... Tudo isso é muito caro e eu sempre passei dificuldades econômicas”, disse ao EL PAÍS em julho.

    Protagonismo



    Atletas, continência e pódio


    Felipe Wu, Arthur Nory, Arthur Zanetti prestaram continência ante a bandeira do Brasil ao receberem suas medalhas. O gesto causou certa polêmica nos Jogos Pan-Americanos de Toronto em 2015, quando a maioria dos 67 militares medalhistas o fizeram.
    Nesta Olimpíada, a continência poderia contrariar a normativa do COI de os atletas evitarem qualquer manifestação política, como a vista –e condenada– nos Jogos do México, em 1968, quando Tommie Smith, medalha de ouro, e John Carlos, de bronze, ergueram seus braços como a saudação dos Panteras Negras, histórico grupo que combateu a discriminação racial nos Estados Unidos.
    O Comitê, no entanto, não entrou em polêmicas com as Forças Armadas, peça-chave na segurança de esta Olimpíada, e liberou a saudação, mas a própria Rafaela Silva, ouro no judô e sargento da Marinha, reconheceu ter deixado a mão quieta: “Tem muita regra que muda de uma hora para outra. Antes não podia nem fazer o sinal da cruz que você já era desclassificado. Então, para não correr risco de perder minha medalha, continuei com a mão quieta”, disse a judoca.
    Zanetti, o último dos medalhistas brasileiros, no entanto, defendeu seu gesto: A gente tem nosso clube, que a Prefeitura de São Caetano do Sul acaba bancando (…) Meus patrocinadores e a Força Aérea Brasileira, também me ajudaram bastante na minha carreira. [Prestei a continência] porque acho que é um modo de expressar, dentro do meu país. E como faço parte da Força Aérea Brasileira, é um momento de felicidade, de alegria, para todo país”.
    Para o major Guedes, vice-presidente da Comissão de Desportos do Exército, prestar continência “nada mais é que um símbolo de respeito à bandeira nacional, feito por todos militares do mundo”. Para o professor Trengrouse, da FGV, é “uma justa homenagem à bandeira brasileira”.
    Marcos Goto, o treinador de Zanetti, resumiu assim o assunto após a vitória: "Sempre vai ter polêmica. Se prestar continência, vai gerar polêmica, se não prestar vai gerar também"
    “O protagonismo das Forças Armadas nestes Jogos é um sinal da deficiência que o Brasil tem para manter, desenvolver e sustentar seus atletas. Como não há condições para fortalecer as estruturas que formam esses atletas, especialmente os clubes, os militares acabam ocupando esse espaço”, avalia Pedro Trengrouse, professor da FGV-Rio de Aperfeiçoamento em Gestão de Esportes.
    O Programa Atletas de Alto Rendimento que contrata com base nos resultados esportivos e abraça esses atletas é uma parceria dos ministérios de Esportes e da Defesa inspirada nas experiências de países como Alemanha, China, Rússia, França e Itália, que possuem iniciativas semelhantes. Criado em 2008 durante o Governo Lula, consome 18 milhões de reais por ano, entre eventos esportivos, equipamentos e salários. E tem dois objetivos: apoiar o esporte brasileiro mas, sobretudo, conquistar espaço nos campeonatos internacionais militares, eventos onde o país é a segunda potencia esportiva.
    O treinador de Zanetti, Marcos Goto, no entanto, fez questão de frisar depois da vitória do pupilo que a ordem dos fatores pode alterar o produto. “São militares? Ou são atletas que são militares?”, disparou ante a pergunta do EL PAÍS sobre qual era o papel das Forças Armadas na vitória do ginasta militar. “Eles não treinam lá, só são contratados por eles (...) Gostaria que os militares fizessem um trabalho de base, tiraria o chapéu para eles. Agora, apoiar atleta de alto nível é muito fácil. Quero ver apoiar a criança até chegar lá. O dia em que os militares fizerem escolinhas e apoiarem iniciação esportiva, apoiarem treinadores, aí vou tirar o chapéu. Por enquanto, não”, disse Goto.
    Na mesma linha está Raff Giglio, que treinou desde criança os irmãos Falcão, medalhistas em Londres no boxe, e padrinho de Michel Borges e Patrick Teixeira que estrearam sem medalhas nesta Olimpíada. “Os militares não fabricam atletas, eles pegam atletas de ponta e convidam eles para entrar na carreira militar. No caso do Patrick e Michel, eles quase não pisam o quartel, entraram porque é uma oportunidade de ter um salário bom, além das bolsas”, explica Giglio.
    Atletas militares no alto do pódio melhoram inevitavelmente a imagem das Forças Armadas, a instituição em que os brasileiros mais confiam, segundo pesquisa da FGV, reconhece o major Guedes, vice-presidente da Comissão de Desportos do Exército. Ele, não entanto, recusa o papel das Forças Armadas como caçadoras de atletas que por si sós já colecionariam medalhas. “O programa realmente apoia e fortalece o atleta, temos alguns realmente consagrados, mas outros são jovens promessas que estão começando”, defende o Major Guedes. “O programa conta com 145 atletas militares classificados para a Olimpíada, mas no total temos cerca de 600”, completa. O Ministério da Defesa, após as declarações de Goto, defendeu seu Programa Forças no Esporte, que benificia 21.000 crianças e busca a integração social dos meninos em situação de vulnerabilidade social por meio do esporte.
    O objetivo dos militares e sair da Rio 2016 com pelo menos 10 medalhas, o dobro do que conseguiram em Londres com 50 soldados nas suas fileiras. Faltam apenas três para conquistar uma meta que, em todo caso, contribui para tentar alcançar o complicado desafio do Comitê Olímpico Brasileiro de colocar o Brasil – nesta segunda na décima quinta posição – entre as dez primeiras potencias esportivas com mais medalhas.

    UNPP 

     
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