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    terça-feira, 25 de agosto de 2015

    Homenagem a todosos soldados que, se preciso for, sacrificarão a própria vida em defesa da Pátria.







    PARABÉNS


     Resultado de imagem para IMAGEM SOLDADOS EM AÇÃO exercito brasileiro

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    25/08 - DIA DO SOLDADO
                            
            
      


    Como não reverenciar e falar de todos aqueles que por amor à Pátria brasileira, ao seu torrão natal, lutaram, desde o Brasil colônia, sacrificando conscientemente a própria vida, ao forjar a nacionalidade brasileira, combatendo e expulsando o invasor estrangeiro, conquistando a independência, mantendo uno e livre o território, pacificando a Nação e, mais recentemente, ainda de armas na mão, impedindo que ideologias externas impusessem a tirania ao Povo brasileiro.
    No dia de hoje, 25 de Agosto, estamos reverenciando e falando do soldado brasileiro de qualquer tempo, de qualquer posto ou graduação.
    Reverenciamos e falamos do Duque de Caxias, encarnação maior das virtudes e dos valores militares. Um brasileiro, cidadão-soldado, que dentro da servidão e grandeza dos militares, não serviu a governos, mas acima destes, dedicou sua vida e seus talentos à Pátria e à Nação.
    A liderança inata e a nobreza de caráter de Caxias, evidenciadas principalmente quando das vitórias que o consagraram, jamais permitiram que o inimigo fosse vilipendiado. Por outro lado, nas horas amargas, seus subordinados sabiam que não seriam abandonados a própria sorte. A dignidade militar estava acima de qualquer outra consideração, fosse ela qual fosse, material ou não.
    Torna-se mister enfatizar, embora o Exército de hoje, apto aos diferentes tipos de combate e pleno do uso de tecnologias as mais avançadas, que a maior arma para um Chefe continua a ser o espírito do soldado que ele comanda. A liderança efetiva impõe a conquista da confiança e do respeito dos subordinados.

    Neste dia, dia do soldado, dia de Caxias, rendo minhas homenagens ao soldado brasileiro de qualquer tempo . 

    Parabéns a todos os soldados do Exército Brasileiro que dedicam suas vidas, liberdade e saúde em prol de uma sociedade livre e feliz !!!!!!!

    UMA SINGELA HOMENAGEM DA UNIÃO NACIONAL DE PRAÇAS E PENSIONISTAS (UNPP).

    quinta-feira, 20 de agosto de 2015

    Investigação aponta desvio de 900 dos 941 pedidos para abastecer tanques .

    20 de agosto de 2015

    Combustível pelo ralo na PM

    Investigação aponta desvio de 900 dos 941 pedidos para abastecer tanques só no RPMont
    Uma conta longe de fechar demonstra a ação da máfia do combustível na Polícia Militar. Só no RPMont foi constatado que dos 941 pedidos de gasolina, álcool e diesel, 900 foram desviados. A capacidade dos tanques chega a 47 mil litros. O rombo é estimado em mais de R$ 4,2 milhões. Mas as investigações não param por aí. O rastro das fraudes apuradas a partir de 2012 leva os responsáveis por quatro inquéritos a perseguir R$ 20 milhões que podem ter ido para as mãos da quadrilha. Além do RPMont, os maiores alvos estão no 15º BPM (Duque de Caxias) e 16º BPM (Olaria).
    Por ano, a previsão orçamentária da corporação para compra de combustível é de R$ 46 milhões para uma frota de 5.900 veículos, informou, em nota, a assessoria de imprensa da PM. Segundo o órgão, das 60 unidades, 45 têm postos para o abastecimento de carros. Os tanques variam de cinco mil a 40 mil de capacidade. Mas, como a área do RPMont abriga o regimento de Polícia Montada e o 40º BPM, na Zona Oeste, tem reservatórios para 25 mil litros de gasolina, sete mil de álcool e 15 mil de diesel. “Além das fraudes, há um descontrole na estrutura, que é anacrônica. Há erros e má-fé”, analisa o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Júnior, do Ministério Público que atua junto à Auditoria da Justiça Militar.
    Capacidade dos tanques é de 47 mil litros. Rombo seria estimado em mais de R$ 4,2 milhões no RPMont. Foto: Divulgação
    Capacidade dos tanques é de 47 mil litros. Rombo seria estimado em mais de R$ 4,2 milhões no RPMont. Foto: Divulgação
    Diante do tamanho das investigações em andamento, que envolvem pelo menos 150 PMs, além de motoristas das transportadoras contratadas pela Petrobras Distribuidora, os inquéritos serão encaminhados para o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do MP. Só na apuração dos desvios em Caxias 108 PMs foram convocados para fazer exame grafotécnico, para identificar a veracidade de assinaturas em notas fiscais. Há suspeita de ‘entrega’ fajuta. Muitos militares já fizeram o teste de caligrafia. Mas outros entraram de licença. Isso chama ainda mais a atenção dos investigadores. Se comprovado o envolvimento dos militares, eles poderão responder na Justiça Comum pelo crime de formação de quadrilha, com pena de um a três anos. E na Justiça Militar por corrupção passiva, ativa, estelionato, extravio de combustível e falsificação de documentos. As penas variam de dois a 15 anos de prisão. O grupo pode responder ainda por improbidade administrativa e ser obrigado em ação civil pública a ressarcir os cofres públicos.
    Treinamento contra fraude
    Para rastrear fraudes em licitações, até outubro 386 PMs serão treinados para fiscalizar sistema de registro de preços e pregões pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Esta semana, 55 militares estão nas salas de aula da Escola de Contas e Gestão. Uma auditoria do TCE na área de saúde da PM constatou o desvio de R$ 7,9 milhões.
    As fraudes na PM, que deixaram os hospital à mingua, ocorreram com as chamadas ‘caronas’, ou seja, quando um órgão público aproveita atas de registros de preços feitas por outros para, com base nelas, realizar as suas compras.

    terça-feira, 18 de agosto de 2015

    FAB participa de exercício conjunto de contraterrorismo .

    18 de Agosto, 2015 - 09:50 ( Brasília )

    FAB participa de exercício conjunto

    O exercício, com duração de um mês, foi realizado no Centro-Oeste do Brasil

    Foto: Agência Força Aérea
    Já de olho nos Jogos Olímpicos 2016, a Força Aérea Brasileira (FAB) participou, no final de julho, do Exercício Contraterror. O treinamento, realizado no Distrito Federal e em Goiás, contou com a participação de cerca de 100 profissionais, entre militares da FAB, do Exército Brasileiro e das Forças Armadas americanas, além de agentes da Polícia Federal.

    Foram realizadas simulações de situações extremas, como resgate de reféns, ataque a células terroristas e proteção de estações de metrô, espaços públicos e estádios. O objetivo foi treinar as Forças de Operações Especiais para essas situações.

    Unidade de elite da FAB, o PARA-SAR participou do exercício com a meta principal de aprimorar a ação de contraterrosimo. Nos jogos olímpicos, o esquadrão será responsável por neutralizar e combater ações de terrorismo em instalações aeroportuárias e em aeronaves militares. Para isso, são treinados grupos de intervenção tática, atiradores táticos de precisão e equipes de negociação.

    O Major de Infantaria Allan Godoy de Menezes Andrade, Chefe da Subseção de Operações Especiais do Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), participou do exercício como observador. Segundo o militar, o treinamento foi importante para verificar se a FAB está preparada para enfrentar uma ameaça terrorista em solo brasileiro. “Em um contexto de Garantia da Lei e da Ordem ou de Defesa da Pátria, caberá à FAB, através do PARA-SAR, combater o terrorismo  em áreas de interesse da Força Aérea”, explica.
    O exercício foi coordenado pelo Departamento da Polícia Federal e dividido em duas partes: uma de planejamento e, outra, de execução. Nessa última, as chamadas células (do inglês, operation cell) foram responsáveis pela execução das missões de vigilância, reconhecimento, operações aeromóveis, guiamento aéreo policial e ações diretas. 
    O exercício contou ainda com a participação de dois helicópteros Black Hawk da 160th Special Operations Aviation Regiment (160º SOAR) e com uma unidade do 7 º Grupo de Forças Especiais dos Estados Unidos. Esse intercâmbio foi uma oportunidade para utilização de novos equipamentos, verificação das técnicas de emprego e dos procedimentos executados pelas tropas de operações especiais. Os observadores da FAB verificaram que a conduta de emprego do PARA-SAR está alinhada doutrinariamente com às outras Forças de Operações Especiais do Brasil e dos Estados Unidos.

    De acordo com o Chefe da Subchefia de Segurança e Defesa do COMGAR, Brigadeiro de Infantaria Augusto Cesar Amaral, a participação neste exercício, na posição de observador, permitiu aos especialistas em Operações Especiais do PARA-SAR o contato direto com as técnicas, táticas e procedimentos utilizados pelas tropas de elite do Brasil e Estados Unidos no enfrentamento ao terrorismo. “Faltando pouco menos de um ano para os Jogos Olímpicos de 2016, este tipo de intercâmbio, com intensa troca de conhecimentos entre os participantes, é de suma importância para o preparo da tropa de Infantaria da Aeronáutica visando o emprego conjunto com as demais Forças Singulares e outros Órgãos Governamentais", finalizou.

    Nasce um Novo Batalhão .

    17 de Agosto, 2015 - 11:00 ( Brasília )

    Terrestre

    Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército


    Foto: EB
       
     
    O Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército (B Mnt Sup Av Ex) iniciou, no ano de 2012, o Projeto 32, um empreendimento cujo objetivo era habilitar a organização militar (OM) na missão de garantir a operacionalidade da Aviação do Exército (Av Ex) e possibilitar a ampliação da infraestrutura logística no contexto do Projeto Nova Aviação.
    Hoje, com o projeto concluído, é possível visitar, no setor sul da área operacional do CAvEx, as instalações do B Mnt Sup Av Ex. Como o previsto, houve o aumento da área logística da Av Ex, de 7 mil m2 para 14 mil m2, e da área destinada à manutenção de aeronaves, passando de 77 m2 para 155 m2 por aeronave.

    Tal aspecto trará novas possibilidades à logística de Aviação, particularmente no que concerne ao aumento da capacidade instalada, quer seja por seus meios orgânicos, quer por intermédio de parcerias com outros órgãos públicos ou privados.
    A complexidade e os desafios inerentes a essa iniciativa levaram à necessidade de criação, neste ano, de duas novas seções para apoiarem as incumbências advindas com a mudança. A primeira, Seção de Projetos Especiais do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), é responsável pelo acompanhamento das obras de infraestrutura.
    A segunda, Seção de Projetos, foi desenhada para assessorar o Comando do Batalhão no que concerne ao delineamento das capacidades da nova Unidade.

    É composta por militares com habilitações técnicas relacionadas à Aviação e à Engenharia e vem desempenhando suas atribuições norteada pelas premissas das Normas para Elaboração, Gerenciamento e Acompanhamento de Projetos no Exército Brasileiro (EB20-N-08.001) e pelos fatores para obtenção de capacidades: Doutrina, Organização (Processos), Adestramento, Material, Educação, Pessoal e Infraestrutura.
    Desse modo, segundo uma visão prospectiva da Av Ex e mantendo as mesmas crenças e valores da OM, o novo Batalhão visa reestruturar-se de maneira a permitir a execução das atividades de manutenção, suprimento, transporte e salvamento de material específico de Aviação com eficácia e em conformidade com os rígidos padrões de excelência e segurança inerentes à atividade aérea.

    quinta-feira, 13 de agosto de 2015

    Delfim Netto alerta para as falhas de investimentos em Defesa e o risco sobre a soberania da água brasileira.

    13 de Agosto, 2015 - 

    Delfim Netto alerta para as falhas de investimentos em Defesa.


    ex-ministro Delfim Netto (esq.), presidente da Abimde, Sami Hassuani e professor Joaquim Guilhoto. Foto: Julio Ottoboni
      
    Júlio Ottoboni

    Especial para o DefesaNet
    O ex- ministro e pai do ‘milagre econômico brasileiro’, Antônio Delfim Netto, fez um alerta altamente significativo sobre a falta de investimentos e atenção ao setor da indústria de defesa e segurança no país.

    “As pessoas levam essa questão da defesa um pouco na brincadeira e se esquecem de que o Brasil tem tudo que os outros querem. Nós temos que ter a capacidade de dissuasão antes de queiram tomar a água da gente”, declarou para uma salão lotado no evento da Associação Brasileira de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) realizado na quarta-feira (12) de agosto no auditório do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo.

    A importância das declarações de Delfim Netto foi além da importância da apresentação da pesquisa inédita “Estudo Cadeia de Valor e Importância Socioeconômica da Indústria de Defesa e Segurança no Brasil”, feita pela FEA- USP e Fipe, sob coordenação do professor Joaquim Guilhoto.

    “ A tendência do governo, não é na verdade dos economistas do governo, que se pode deixar a defesa para depois. O Brasil exporta água, temos os dois líquidos fantásticos, petróleo e água. Temos que ter o mínimo de defesa dissuasiva”, comentou o ex-ministro.

    Sua fala, no entanto, voltou a abordar o perigo de não se ter um país aparelhado para um confronto que ofenda sua soberania e mesmo uma invasão externa. Delfim disse que é totalmente ultrapassado o argumento que inexistem riscos para o Brasil, que é um país sem conflitos, ataques a sua soberania e território ou possibilidades de conflito armado. “A prioridade da indústria de defesa é um pouco maior do que pensam os ingênuos”, ressaltou.

    Nesta esteira, a Abimde quer apresentar a sociedade civil e aos congressistas a importância da indústria de defesa para o país. O ministro da Defesa, Jaques Wagner, não compareceu ao evento, entretanto mandou uma mensagem que foi lida em plenário. Nela, ele diz que “é imprescindível que a sociedade conheça a importância da indústria de Defesa no Brasil”.  No entanto, o próprio presidente da Abimde, Sami Hassuani, reconheceu que “nem a área econômica do governo nos conhece, vamos mandar esse estudo para eles”.

    Segundo Hassuani, mesmo em países de vanguarda econômica que passam por crises econômicas e recessão, nunca se deixa de investir em defesa. Isso ocorre pelo fato de um país estar alicerçado no tripé formado por soberania geopolítica, riqueza econômica e exportação.  Esses fatores estão presentes em todas as grandes potências mundiais.

    “As grandes nações não descuidam dos investimentos em defesa”, reforçou o presidente da associação.

    O estudo feito com base de dados do IBGE, Ministério da Defesa, PM estaduais, Polícia Federal e segurança privada é, no mínimo, surpreendente.  Em 2014 foram investidos R$ 110 bilhões, sendo R$ 25 bilhões em Defesa, R$ 7 bilhões em segurança nacional, R$ 47 em segurança estadual e R$ 31 bilhões em segurança privada. O Estado atualmente investe menos que o setor privado em segurança. Em insumos são gastos  mais R$ 8 bilhões, insumos primários cerca de R$ 13 bilhões  e em atividades terciárias outros R$ 71 bilhões, dando um gasto total direto e indireto de 3,7% do PIB em 2014, no valor de R$ 202 bilhões.

    Outro dado interessante é o crescimento do PIB brasileiro entre 2009 e 2014, que ficou em 17%. No mesmo período, a alavancagem do setor de defesa não passou de 12,9%.

    “O setor de defesa nacional não é maior que da segurança privada, isso é algo que precisa ser analisado pelo grau de importância”, observou o professor Guilhoto.  Segundo seus estudos, o setor de defesa dentro da economia tem efeitos geradores maiores que os valores médios de outros segmentos. Um dos aspectos é que esse tipo de investimento gera mais empregos que a maioria dos outros segmentos e é crucial para aquisição de novas tecnologias.

    Quando abordados sobre a movimentação dos programas de atração econômica dos Estados Unidos sobre as empresas do segmento aeroespacial e de defesa, tanto Delfim Netto quanto Hassuani foram evasivos.

    Para o ex-ministro, o cluster brasileiro não corre riscos de ser seduzido pelas propostas norte americanas. “ Eu não acredito que vá migrar empresas para lá e nem ter um grande impacto sobre nossa indústria, cada um tem seus interesses”, evitando se aprofundar no assunto. Com a informação que grande parte das empresas do setor aeroespacial e de defesa mostrou interesse em se internacionalizar nos Estados Unidos foi irônico: “Provavelmente o consul dos Estados Unidos fez uma boa análise quanto ao grau de interesse brasileiro”.

    O presidente da Abimde disse que a entidade não tem empresas associadas sob esse guarda chuvas de interesses do Select USA. Como também é presidente da Avibras e esteve na palestra ocorrida no Cecompi de São José dos Campos com os agentes do governo de Barack Obama, disse não haver interesse na proposta. “O efeito é marginal, está longe do nosso interesse”, reforçou.

    ENTREVISTA DO GEN. MOURÃO COMANDANTE MILITAR DO SUL.

    13 de agosto de 2015

    "As mesmas pessoas que chamam os presidentes militares de ditadores chamam Fidel Castro de presidente", diz General.


    General Mourão em entrevista à Rede Pampa, no RS.
    Num rasgo de sinceridade raro entre os membros da cúpula militar da ativa, o Comandante Militar do Sul, General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, foi taxativo em entrevista ao jornalista Paulo Sérgio Pinto, da TV Pampa de Porto Alegre. Afirmou que, no século XX, o Exército enfrentou por três vezes [na Intentona Comunista em, 1935, na renúncia de Jânio Quadros, em 1961 e na deposição de Jango, em 1964] a tentativa do Movimento Comunista Internacional de implantar no País um 'regime que nós não queríamos'. O Exército, segundo o general, foi um instrumento da nação para que ela não fosse comunizada. "A Nação pediu a intervenção das Forças Armadas", disse Mourão.
    Para o general, as verdades históricas do conturbado período pós 1964 só virão à tona quando todos os atores tiverem desaparecido e os historiadores puderem fazer uma análise isenta.
    Respondendo a pergunta de um telespectador, que quis saber se 'o Exército Brasileiro apoia Dilma ou apoia o provo', o general respondeu que 'a presidente foi eleita democraticamente e é a Comandante em Chefe das Forças Armadas'.

    sábado, 8 de agosto de 2015

    UMA HOMENAGEM A TODOS OS PAIS.



    PARABÉNS PAPAI





    Mensagem para Dia dos Pais Evangélica

    HOMENAGEM DA DIRETORIA DA UNPP A TODOS OS PAIS, QUE O SENHOR NOSSO DEUS DERRAME MUITAS BENÇÃOS  TODOS OS DIAS DE SUAS VIDAS.

    domingo, 2 de agosto de 2015

    ‘Nunca pedi propina’, afirma almirante Othon Luiz

    Eletronuclear
    Presidente da Eletronuclear se diz ‘profundamente consternado’
    Publicado: 31 de julho de 2015 às 17:46 - Atualizado às 20:15
    Redação
    Almirante está preso por suspeita de ter recebido R$ 30 milhões nas obras de Angra3 (Foto: Reprodução)
    Preso desde terça-feira, 28, quando foi deflagrada a 16ª fase da Operação Lava Jato, o presidente licenciado da Eletronuclear, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, negou à Polícia Federal ter recebido propinas para facilitar o acesso privilegiado a construtoras no contrato de construção de parte das obras da usina de Angra 3. Ao determinar a prisão temporária do almirante, o juiz federal Sérgio Moro levou em consideração as acusações da força-tarefa da Lava Jato, que afirma ter mapeado R$ 4,5 milhões em propinas recebidas pelo almirante reformado.
    Os investigadores suspeitam que o presidente licenciado da estatal pode ter recebido até R$ 30 milhões de empreiteiras que integram o Consórcio Angramon. Os recursos teriam transitado por empresas de fachada até aportar no caixa da Aratec Engenharia e Consultoria, fundada pelo almirante, hoje sob controle de uma filha dele.
    No depoimento prestado nesta quinta-feira, 30, Othon Pinheiro afirmou que “nunca recebeu nenhuma orientação de alguém da Eletrobrás, do Governo Federal ou dos partidos políticos para que cobrasse das empresas que compunham o consórcio Angramon alguma doação a políticos ou partidos”.
    Pinheiro declarou ainda que “nunca solicitou ou exigiu qualquer vantagem econômica para si ou sua família”. Diante das acusações de que teria recebido propina, o presidente da Eletronuclear afirmou estar “profundamente consternado, pois nunca agiria dessa forma”. Ele argumentou que tem ‘uma atuação profissional reconhecida e de longa data’. Othon Pinheiro é referência no meio acadêmico brasileiro em energia nuclear.
    Ele afirmou que resistiu e não cedeu a ‘grandes pressões’ quando a construtora Andrade Gutierrez resolveu paralisar as obras de Angra 3. Se houvesse algum conluio, exemplificou, ‘não teria os embates que teve em todo esse processo’.
    O almirante argumentou ainda que possui conhecimentos que lhe permitiriam ganhar “muito mais do que os valores que o acusam ter recebido”.
    Othon Pinheiro defendeu, do ponto de vista econômico, a metodologia usada no modelo de construção de Angra 3. Segundo ele, “o que se pagou em Angra 2 daria para construir duas usinas de Angra 3 e ainda sobraria R$ 5 bilhões, segundo dados da Aneel, referidos a dezembro de 2012″.
    Ele afirmou que desde antes de 2005 já prestava consultoria por meio de sua empresa, a Aratec Engenharia, e que, ao entrar para a Eletronuclear deixou a empresa para a filha, Ana Cristina, que tinha interesse em abrir uma companhia na área de traduções. Sobre os pagamentos à Aratec listados pelo Ministério Público, ele afirmou que “são relacionados a trabalhos prestados por sua filha na área de traduções, ou de engenharia por parte de seu genro”.
    O almirante disse que seu afastamento da estatal, em abril, ‘foi motivado pelo interesse de não prejudicar a Eletronuclear’, a partir da citação seu nome na delação premiada do ex-presidente da Camargo Corrêa, Dalton dos Santos Avancini. (AE)

    DIARIO DO PODER/UNPP

     
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