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    domingo, 26 de março de 2017

    Morre o general Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, ministro dos governos Itamar e FHC


    General Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, ministro dos governos Itamar e FHC.

    Resultado de imagem para general Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, ministro dos governos Itamar e FHC

    Militar morreu no Rio, no Hospital Geral do Exército. Além de ministro, ele foi Comandante Militar do Leste.
    Faleceu neste domingo (26), no Rio de Janeiro, o general Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena. Ele foi ministro do Exército dos governos de Itamar Franco e do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso. O militar faleceu no Hospital Geral do Exército, em Triagem, na Zona Norte do Rio.
    Nascido em 2 de janeiro de 1930, em São Bento do Una, em Pernambuco, o general Zenildo ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) em 1948, sendo declarado aspirante-a-oficial de Arma de Cavalaria em dezembro de 1950.
    Como general, ele foi Comandante Militar do Leste de 21 de agosto a 8 de outubro de 1992. Ele deixou o cargo para assumir o Ministério do Exército em 9 de outubro de 1992 e permaneceu no cargo até dezembro de 1998.
    O general Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena deixa esposa, duas filhas e cinco netos. Ele será velado no Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio, na próxima segunda-feira (27), das 9h às 12h. O funeral será realizado em uma cerimônia íntima no mesmo dia para a família.

    sábado, 25 de março de 2017

    Recruta do Exército morre de infarto durante treinamento físico .

    25 de março de 2017

    Recruta do Exército morre de infarto durante treinamento

     físico e causa comoção em cidade de MG

    Jovem soldado do Exército sofre infarto fulminante e morre no quartel em Araguari



















    Araguari (MG) 
    - Familiares e amigos de Lucas Thiago Araújo de Oliveira, de 18 anos, 
    estão abalados e inconformados com a perda do jovem. Lucas sofreu um infarto
     fulminante quando praticava atividades físicas dentro do quartel do exército em 
    Araguari.
    O jovem foi socorrido e encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
     onde acabou não resistindo. A unidade ficou movimentada com a presença de amigos
     e familiares de Lucas.
    “A família esta muito abalada, amigos abalados, foi um choque para todos, o Lucas era
     tão cheio de vida, objetivos, sonhos, um amigo inesquecível, eu nem sei expressar
     a dor que eu estou sentindo nesse momento.”, disse um amigo de Lucas.
    Lucas morava na rua Itatiaia, bairro Santa Terezinha. O jovem estudou na escola 
    estadual Polivalente Madre Maria Blandina. Lucas estava a aproximadamente um
     mês no exército. Conforme apurado, Lucas passou por todos os exames médicos
     antes de entrar no exército.
    A morte do jovem causou enorme comoção em Araguari.
    opiqui.com/montedo.com/UNPP

    Comandante do Exército revela em vídeo ter doença degenerativa .



    Comandante do Exército 

    Segundo general Eduardo Villas Bôas, doença tem causado dificuldades para caminhar e ele, então, passou a usar bengala. Apesar disso, militar afirmou estar no 'pleno desempenho da função'.
    Por G1, Brasília
    24/03/2017 18h03  Atualizado 24/03/2017 18h24
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao dizer que tem doença degenerativa (Foto: Reprodução) O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao dizer que tem doença degenerativa (Foto: Reprodução)



    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao dizer que tem doença degenerativa (Foto: Reprodução)


    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou em um vídeo publicado no YouTube nesta semana que tem uma "doença neuromotora de caráter degenerativo". Segundo Villas Bôas, essa doença tem causado a ele dificuldades para caminhar e, por isso, passou a usar bengala (assista ao vídeo; a partir do minuto 10).
    A declaração foi dada durante uma entrevista ao programa "Comandante Responde", publicada na última terça-feira (21), pelo Exército. Na gravação, o general é questionado sobre um tratamento de saúde que começou no ano passado. Ele, então, responde:
    "Eu prossigo no tratamento. É uma doença neuromotora de caráter degenerativo, que me trouxe algumas limitações, algumas dificuldades para caminhar e isso me tira um pouco da mobilidade para percorrer as unidades, assistir, acompanhar uma operação, participar de determinadas cerimônias, por exemplo. Mas eu estou no pleno desempenho da função."
    O general tem 65 anos e está no Exército desde 1967. Nascido em Cruz Alta (RS), ele passou a comandar a corporação em janeiro de 2015, nomeado pela então presidente Dilma Rousseff.
    'Plenas condições'
    Na sequência da entrevista, Villas Bôas avalia que 2017 será um ano "muito denso", isso porque "já mostrou que exigirá muito de nós".
    Somente em janeiro e em fevereiro, por exemplo, militares do Exército tiveram de ser deslocados para estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo para garantir a segurança pública.
    Ao falar sobre a doença degenerativa, Eduardo Villas Bôas, então, acrescenta: "Eu me sinto plenamente em condições de prosseguir e de chegar até o final do comando, no momento em que o presidente julgar necessário".
    Por fim, ele brinca ao dizer que o "prejuízo maior" será para o esporte nacional, uma vez que ele não poderá competir nos próximos Jogos Olímpicos.
    "Como eu estou usando bengala, o Estado-Maior [das Forças Armadas] vai ter que elaborar as normas para utilização da bengala em serviços e cerimônias", acrescenta, sorrindo.

    G1/UNPP

    quinta-feira, 23 de março de 2017

    Prédio do Exército é atingido durante tiroteio no Morro da Providência .



    Intensos confrontos na Saúde assustou moradores. PM foi ferido por estilhaços em troca de tiros na favela nesta quinta-feira

    23/03/2017 14:08:52 - ATUALIZADA ÀS 23/03/2017 14:23:51
    O DIA
    Rio - O Palácio Duque de Caxias, onde fica o Comando Militar do Leste, foi atingido por disparos durante um intenso tiroteio no Morro da Providência, na Zona Portuária, na manhã desta quinta-feira. De acordo com o 5º BPM (Praça da Harmonia), um PM foi ferido por estilhaços no confronto, mas passa bem.



    PM interditou a Rua Barão de Tefé
    Divulgação
    Segundo testemunhas, um camelô também teria sido baleado na Central no momento do tiroteio. No entanto, a PM ainda não confirma essa informação. Desde cedo, os moradores relatam clima de insegurança na Saúde.


    Prédio do Comando Militar do Leste foi atingido por balas
    Google Maps
    A polícia fez uma operação para reprimir o tráfico de drogas dentro de um cortiço localizado próximo da Rua Barão de Tefé nesta manhã. Os PMs foram recebidos a tiros. A via ficou interditada por 40 minutos, causando impactos no trânsito em alguns pontos da cidade.

    O DIA / UNPP

    domingo, 19 de março de 2017

    Cabo do Exército será indenizado por perseguição e abuso de poder de comandante

    19 de março de 2017

    Cabo do Exército será indenizado por abuso de poder 

    A União terá que pagar R$ 44 mil de indenização por danos morais e materiais
     a um cabo do Exército da 13ª Companhia de Comunicações Motorizada de São 
    Gabriel (RS) que teria sofrido perseguição e abuso de poder por parte do comandante.
     O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou a sentença condenatória
     em sessão de julgamento realizada na última semana.
    O militar ajuizou ação na Justiça Federal sob alegação de que teria passado a ser 
    perseguido pelo comando após obter o reingresso no Exército por via judicial. 
    Desincorporado em 2007, ele sofre até hoje de problema ósseo em um dos ombros
     que teria se desenvolvido durante o serviço militar.
    Segundo o autor, o comandante tentava interferir no seu tratamento de saúde, 
    negando saídas para consultas médicas ou aplicando prisões disciplinares quando
     ele voltava destas. O militar contou ainda que teve as férias canceladas sem 
    motivação e o pagamento de uma cirurgia negado pela Fusex uma hora antes do
     início do procedimento a mando do posto médico de sua unidade.
    Após a condenação em primeira instância, a Advocacia-Geral da União (AGU), 
    recorreu ao tribunal sustentando que a natureza do serviço militar está baseada
     em princípios de disciplina e hierarquia, sendo as medidas disciplinares impostas
     ao autor legais e regulares, e requerendo a reforma da sentença proferida pela 
    1ª Vara Federal de Santana do Livramento.
    Segundo a relatora do caso, desembargadora federal Vivian Josete Pantaleão 
    Caminha, a peculiaridade do serviço militar, que estaria baseado em princípios
     de disciplina e hierarquia, não pode ser alegada para justificar os atos praticados
     contra o autor.
    “No conjunto probatório, restou evidente o quadro de abuso de poder e de perseguição
     perpetrado pelo comandante em detrimento do autor, notadamente pelos
     depoimentos testemunhais de colegas do quartel, que demonstram que a atuação
     do comandante, no que tange à condução da situação do autor, deu-se em 
    contrariedade ao Direito, pois eivada de pessoalidade e sem qualquer amparo
     normativo, remanescendo evidente o clima de animosidade para com o autor”, 
    avaliou a desembargadora.
    Ele receberá o valor de R$ 4 mil pela cirurgia referente a danos materiais e R$ 40 mil
     pelos danos morais, que deverão ser corrigidos monetariamente a partir da data 
    da sentença, proferida em março de 2015. Ainda cabe recurso.
    TRF4/UNPP

    Vídeo : Secretário de Recursos do TCU fala sobre a Proteção Social dos Militares das Forças Armadas



    Secretário de Recursos do TCU fala sobre a Proteção Social dos Militares das Forças Armadas




    quarta-feira, 15 de março de 2017

    Bolsonaro: "A carreira militar tem tanto privilégio que nenhum deputado tem filho militar"

    13 de março de 2017

    Bolsonaro: 

    Não é a imprensa ou o STF que vai falar o limite pra mim, diz Bolsonaro
    THAIS BILENKY
    ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA
    O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), 61, promete nomear militares para metade de
     seu ministério se eleito presidente. Ele atribui seu desempenho –tem 9% das 
    intenções de voto no Datafolha à defesa da violência como meio para combater a violência.
    Bolsonaro conversou com a Folha em seu gabinete na Câmara na terça (7) e por telefone
     na sexta (10). Disse que nem imprensa nem Supremo "vão me falar o que é limite".
    Ele determinou que um assessor filmasse a entrevista para evitar "deturpações".

    *
    Folha - Sua candidatura nem sempre é levada a sério. Qual sua expectativa para 2018?
    Jair Bolsonaro - Quando vou para qualquer capital de Estado, tem no mínimo mil pessoas
     me esperando. Tenho bandeiras que um presidente pode levar avante e o povo está gostando.
    Quem sou eu na política perto de Serra, Aécio, Alckmin, Marina, Ciro? Ninguém. Sou um 
    deputado que vocês chamam de baixo clero. Só que não sou uma coisa antes das eleições
     e outra depois.

    Quais setores o apoiam?
    Tenho simpatia enorme das Forças Armadas e auxiliares, do público evangélico.

    Parte da comunidade judaica o apoia e parte diz que suas ideias fomentam neonazismo.
    Só na cabeça de vocês. Onde tem uma frase minha, um gesto meu, um "heil, Hitler"?

    O senhor diz que não defende tortura, mas acusa de vitimização quem a condena.
    Quando disse "isso que dá torturar e não matar", foi uma resposta para os vagabundos
    aqui que estavam se vitimizando que foram torturados pelos militares. Ninguém é
     favorável à tortura.

    E a métodos de violência para obter informação?
    Tem de ter métodos enérgicos. Eu proponho, o Congresso aprova. Ninguém é candidato
     para ser ditador.

    O que é método enérgico?
    Tratar o elemento com a devida energia.

    Bater?
    Qual o limite entre bater e tratar com energia? Não tem limite, pô. O cara senta ali, faz 
    a pergunta, ele responde. Se não responde, bota na solitária. Fica uma semana, duas
     semanas, três meses, quatro meses... Problema dele.

    Com comida?
    Dá comidinha para ele, dá. Dá um negocinho para ele tomar lá, um pãozinho, 
    uma água gelada, um brochante na Coca-Cola, tá tranquilo.

    O que é brochante?
    Calmante, um "boa-noite, Cinderela".

    Acha construtivo adotar um discurso violento?
    Você não combate violência com amor, combate com porrada, pô. Se bandido tem
     pistola, [a gente] tem que ter fuzil.

    O sr. não teme ser punido?
    Por que seria? Eu tenho imunidade para quê? Sou civil e penalmente inimputável
     por qualquer palavra. Posso falar o que bem entender, isso é democracia.
     Já dei soco em alguém, dei tiro, dei coice?

    Mas é réu por incitação ao crime de estupro e injúria.
    Não vou discutir. Não é a imprensa nem o Supremo que vão falar o que é limite
     pra mim. Vão catar coquinho, não vou arredar em nada, não me arrependo de
     nada que falei.

    O senhor é a favor que militares assumam postos como, por exemplo, no Congresso?
    Pelo voto, pode assumir qualquer coisa. E tenho certeza que a gente vai botar muito
     militar aqui dentro em 2018.

    O senhor já disse ser favorável a fechar o Congresso. Mudou?
    Eu demonstrei uma indignação popular. Se você perguntar para o povo, ele diz 
    que tem de fechar o Congresso e tocar fogo. Eu não vou pregar fechar o Congresso
     nunca. Mas vocês têm que ajudar a mudar isso aí [a qualidade do Legislativo].

    O sr. disse que fuzilaria FHC.
    Falei pela forma como ele privatizou a Vale do Rio Doce. Lembrei-me do pai dele, 
    quando passamos do Império para a República, quando perguntaram [o que 
    ocorreria] se a família real não fosse embora, ele falou "fuzila a família real". 
    [O avô de FHC teria dito isso.]

    Está valendo?
    Não. São metáforas, formas de expressão.

    O sr. o admira?
    Ele [FHC] está para ganhar o título de princesa Isabel da maconha, porque quer
     liberar as drogas no Brasil.

    E Lula?
    Pelo amor de Deus, não vou nem responder [risos].

    Como avalia o governo Temer na economia?
    A âncora da inflação é a perda de poder aquisitivo, não tem mérito do governo.
     A legislação trabalhista é completamente madrasta para quem quer empregar.
     Segundo os empresários, não segundo Bolsonaro, o trabalhador vai ter de decidir: 
    menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego.

    Por que é contra a reforma da Previdência?
    Completamente contra. É um remendo de aço numa calça podre. Está muito forte a
     proposta dele.

    É a favor da exclusão dos militares da reforma?
    A carreira militar tem tanto privilégio que nenhum deputado tem filho militar.

    O senhor tem três filhos no Legislativo.
    Não tem nada a ver. Eles viram que o pai sofreu, trabalhava 80 horas por semana
     [no Exército], com salário lá embaixo. Não queriam essa vida.

    E vida de deputado é boa?
    É o céu e o inferno. Se bem que vai virar inferno na semana que vem, quando o
     nome do pessoal vem à tona [na lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral
     da República, Rodrigo Janot, com base em delações da Lava Jato].

    Nas Forças Armadas, não teria de ter reforma previdenciária?
    Se nos colocarem os mesmos direitos trabalhistas, vão ver as Forças Armadas 
    em greve, é isso que vocês querem? Não estou pedindo hora extra, só reconhecimento.
     Na hora da dor de barriga, lembram-se da gente. É Olimpíada, Copa, o problema no
     Espírito Santo.

    E na política, como vê o governo Temer?
    Está fazendo tudo para se manter vivo, só isso. Não vou ajudar a desestabilizar, 
    mas não votar tudo o que ele quer. Meu voto não é comprado.

    O que acha de Temer ter auxiliares envolvidos na Lava Jato ?
    Se eu chegar lá um dia, vou botar militares em metade dos ministérios, gente igual 
    a mim. Ele está botando gente igual a ele. Quer que eu continue? Acho que não precisa.

    Na outra metade do ministério, colocaria mulheres, gays?
    Eu não vou perguntar, não vou ter cota de lésbica.

    Se for uma pessoa publicamente gay?
    Se ela for competente, vai ocupar a função, se eu convidar e se ela topar, né...
     Agora, você não pode fazer da sua opção sexual carteira de trabalho. 
    Você vê a Eleonora Menicucci. Declarou que faz sexo com homens e mulheres 
    e seu grande orgulho é a filha gay. A Dilma a escolheu para secretária de Política
     para as Mulheres. Você acha que ela representa a minha mãe, dona Olinda, de 89 anos?

    Se tivesse alguém que falasse isso que achasse competente, o senhor nomearia?
    Não, não, não. Vocês estão desgastando os valores familiares. Daqui a pouco vai virar
     uma anarquia esse Brasil aí.

    E isso não é homofobia?
    Se eu sou deputado e te canto agora, você vai se sentir bem? Não, né? Então, o trabalho
    nosso não tem nada a ver com opção sexual. Você começa a falar por aí "eu sou 
    lésbica" para ver se uma mulher aí simpatiza contigo...

    O sr. foi acusado de homofobia e racismo várias vezes.
    Sou acusado de tudo, só não de corrupto. Viu algum deputado devolver dinheiro que
     recebeu de empresário para campanha? Só eu.

    O sr. tem um braço direito?
    Tenho amigos. Ontem [segunda] almocei com gente do sistema financeiro. Não vou falar
     quem. Já tive reuniões com variados setores que mexem com bilhões em SP.
    O empresariado não quer mais curtir férias na Flórida. Quer ficar no Brasil. Como 
    podemos ajudar a resolver a violência? Não vai ser com política de direitos humanos.

    Uma das medidas que o senhor defende é o armamento.
    Foram fazer um escracho na minha casa e ameaçaram entrar. Eu falei: "Se entrarem, 
    não sairão". Agora o Ministério Público quer saber o que é "não sairão". É atirar neles. 
    Não, "não sairão" é dar cafezinho, água gelada.
    Tenho três armas e muito cartucho. Ia embalar e dar balinha para chupar.
     Entra na minha casa, estupra minha mulher, fode a minha filha, e eu tenho que bater
     palmas para liberdade de expressão?
    Por isso que essa porra desse país está nessa merda aí. E por isso que o pessoal gosta 
    de mim. Eu não estou maluco! E vocês, né, de esquerda, jornalista de esquerda está 
    cheio, né? Vocês estão cavando a própria sepultura.
    FOLHA/UNPP

    Próxima missão de paz do Brasil deve ser na África, diz Jungmann.


    14 de março de 2017
    Jungmann : MINISTRO DA DEFESA
    Avaliação é que país caribenho retomou a estabilidade, segundo ministro da Defesa



    RENATA MARIZ
    BRASÍLIA - Após investir R$ 2,5 bilhões, dos quais R$ 930 milhões foram restituídos pela Organização das Nações Unidas (ONU), segundo dados contabilizados pelo governo até setembro passado, o Brasil deve deixar o Haiti em outubro deste ano. Apesar de ser possível uma extensão da operação até abril de 2018, a tendência é que as tropas brasileiras saiam antes, por considerar que o país caribenho retomou a estabilidade, disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Com isso, o endereço da próxima missão de paz já vem sendo discutido pela pasta em conjunto com o Itamaraty.
    Segundo as análises feitas até agora pela cúpula do governo, o destino mais cotado é a África, entre os 16 convites endereçados ao Brasil. Até porque metade desse total de opções está em território africano, aponta Jungmann. Há a possibilidade ainda de expansão de missões em andamento, como a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), que tem homens brasileiros no comando da parte marítima e poderia contar com tropas também em terra.
    Mas os interesses diplomáticos ainda estão sendo estudados antes de uma definição da próxima missão de paz. A continuidade das operações é a única questão fechada pelo governo brasileiro, mesmo com a economia combalida após um segundo ano consecutivo de recessão:
    — Participar de missões de paz é uma política de diplomacia do Brasil importante para ampliar sua projeção no exterior. Isso representa muito em termos diplomáticos e o Haiti se transformou num paradigma. Vamos continuar as missões, mas sempre sob o manto da ONU (Organização das Nações Unidas) — disse Jungmann.
    Uma reunião do Conselho de Segurança da ONU marcada para o fim de março e início de abril vai analisar a situação do Haiti e o melhor momento para a saída dos capacetes azuis, como são conhecidos os homens da missão de paz que há mais de uma década operam no país, arrasado por dois terremotos no período. No comando da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), o Brasil mandou 36.058 homens e mulheres, substituídos a cada seis meses, ao país.
    Os gastos brasileiros com a Minustah somaram R$ 2,5 bilhões, incluindo o treinamento feito antes da missão, a logística de envio de homens e materiais e a manutenção das tropas no local. Em 2010, houve um salto nos recursos dispendidos, que atingiram R$ 673 milhões. A ONU reembolsa o Brasil apenas pelos custos assumidos durante a execução da missão no Haiti. Os valores somam R$ 930,9 milhões calculados com base na cotação do dólar da época.
    A decisão pela saída da missão de paz do Haiti se consolidou com o fim do processo eleitoral que alçou Jovenel Moise à presidência sem contestações ou distúrbios de violência no início deste ano. Um grupo de avaliação estratégica da ONU esteve no país e constatou um nível de estabilidade suficiente para a retirada dos capacetes azuis. Além do equilíbrio político, foi verificada também a infraestrutura haitiana que, embora arrasada por dois terremotos desde a chegada da missão, vem melhorando paulatinamente.
    O Globo/UNPP

    Proposta das Forças Armadas aumenta idade-limite de transferência para a reserva.


    14 de março de 2017

    Previdência: 
    Militares querem manter benefício em troca de se aposentar mais tarde
    Reforma da Previdência e os principais pontos



    LAÍS ALEGRETTI
    DE BRASÍLIA
    A cúpula das Forças Armadas vai sugerir mudanças no seu próprio regime de aposentadorias, elevando para até 70 anos, por exemplo, a idade em que são obrigados a ir para a reserva.
    Os militares querem usar o envio de propostas ao Planalto como uma forma de tentar evitar que a área econômica promova mudanças em pontos do sistema que querem manter, como a alíquota de contribuição, hoje em 7,5%.
    O dinheiro da cobrança dos 7,5% de militares ativos e inativos se destina ao pagamento de pensões, e não ao financiamento das despesas com os que foram para a reserva (jargão usado para quando eles deixam a ativa, mas podem ser convocados em situações de guerra). Servidores civis da União pagam uma alíquota de 11% para financiamento da despesa total.
    Apesar de rejeitarem a elevação, os militares aceitam acabar com a isenção para cabos e soldados com menos de dois anos de serviço.
    Os militares ficaram de fora da atual reforma da Previdência, mas o governo Michel Temer já disse que vai enviar ao Congresso uma proposta de mudança no regime deles.
    Pela proposta em discussão no Ministério da Defesa, a idade para passar à reserva subiria para um intervalo de 55 a 70 anos.
    Hoje essas idades variam de 44 anos (soldado e marinheiro) até 66 (general de Exército, almirante de esquadra e tenente-brigadeiro).
    Com o teto de 55 anos para o soldado, estaria garantido um tempo médio de contribuição de 36 anos para esse posto, já que eles ingressam, em média, com 19 anos, argumenta um militar envolvido na discussão com o governo.
    Hoje, soldados passam para a inatividade com cerca de 25 anos de contribuição, abaixo dos 30 exigidos para que militares optem pela inatividade antes da idade-limite (com aposentadoria integral. Eles dão como certo que o tempo mínimo de contribuição será elevado para 35 anos.
    A avaliação nas Forças Armadas é que o efeito da regra será pequeno nos postos mais altos, pois a maioria vai para a reserva pela idade-teto.
    Segundo a Fazenda, os militares responderam por 44% (R$ 34 bilhões) do deficit de R$ 77 bilhões dos servidores da União em 2016. A Defesa diz que o rombo, contando só as pensões, é de R$ 15 bilhões.
    Especialista em Previdência, o consultor da Câmara Leonardo Rolim defende um sistema diferente para os militares, mas aponta que a contribuição deve ser elevada.
    "No mundo inteiro, militar tem regra especial, e tem que ter, mas não pode ser absurdamente diferente", disse.

    APREENSÃO
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, enviou um comunicado interno na quarta-feira (8) para recomendar "tranquilidade" diante das informações de reforma para militares.
    Ele diz que todos os escalões estão "engajados decisivamente" e que "importantes lideranças do governo e do Poder Legislativo reconhecem as peculiaridades" do militar.

    A PROPOSTA DAS FORÇAS ARMADAS

    Reserva remunerada
    Atualmente, os militares são obrigados a ir para a reserva com idades que variam de 44 anos (soldado e marinheiro) até 66 (general de exército, almirante de esquadra e tenente-brigadeiro)

    Mudança
    A proposta em estudo pelo Ministério da Defesa prevê o aumento desse intervalo para 55 anos a 70 anos, o que representa um aumento de 11 anos para graduações mais baixas e de 4 anos para postos mais altos

    Opção
    Antes dessas idades, os militares que atingem 30 anos de contribuição podem optar para ir para a reserva. Os militares dão como certo que o governo ampliará esse piso para 35 anos

    De quanto é o deficit
    R$ 34 bi em 2016 segundo a Fazenda. O do regime dos servidores civis da União foi de R$ 43 bilhões no ano passado
    R$ 14,6 bilhões segundo o Ministério da Defesa, que considera apenas o pagamento das pensões. O valor pago a inativos, argumentam os militares, é um encargo da União.

    Folha/UNPP

    quinta-feira, 9 de março de 2017

    DECRETO do Presidente MICHEL TEMER DIMINUI número de OFICIAIS de ARMAS no posto de CAPITÃO e 2º TENENTE

    DECRETO do Presidente MICHEL TEMER DIMINUI número de OFICIAIS de ARMAS no posto de CAPITÃO e 2º TENENTE e aumenta número de MILITARES TEMPORÁRIOS

    Março 9, 2017 - 11:23


    DECRETO do Presidente MICHEL TEMER MODIFICA sensivelmente número de oficiais em diversos postos e especialidades do Exército Brasileiro.

    Nos quadros oriundos da Academia Militar das Agulhas Negras os postos de Major, Capitão e Segundo-Tenente terão a partir de agora menor número de oficiais. Temer também aumentou em quase 1.000 o número de vagas de oficiais do Quadro de Oficiais Auxiliares, aumentando assim as oportunidades para que graduados alcancem o oficialato.

    Seguindo a linha já anunciada pelos comandantes militares paar auxiliar na reduçao de gastos relacionada a pagamento de pensões e remuneração de militares na reserva, os quadros de oficiais temporários receberão mais militares enquanto os quadros de armas e complementares serão aos poucos diminuídos. Outras mudanças sensíveis autorizadas pelo DECRETO Nº 9.001,  DE 8 DE MARÇO DE 2017 são relacionadas ao AUMENTO DE VAGAS para oficiais nos maiores postos do círculo de oficiais superiores.

    O efetivo de Subtenentes também foi reduzido a partir de 2017.


     
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