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    sexta-feira, 29 de abril de 2016

    Travestis e transexuais militares podem mudar nomes em crachás no trabalho

    Travestis e transexuais militares.

    Decreto permite que servidor masculino inclua em seu crachá, além de seu nome, um prenome feminino, por exemplo

    iG
    Brasília - A presidente Dilma Rousseff assinou, nesta quinta-feira (28), decreto que permite ao público LGBT do funcionalismo público federal usar o "nome social" nos crachás de trabalho. Com a medida, travestis e transsexuais dos quadros civil e militar que preferem ser chamados por um prenome diferente do nome que consta de seu registro civil. Ou seja, uma servidora travesti ou transexual nascida com o corpo masculino pode ter em seu crachá, além de seu nome, um prenome feminino, de acordo com sua identidade de gênero.
    "O mais importante é que esse decreto é um instrumento de cidadania, tira da invisibilidade pessoas que querem ser reconhecidas", afirmou o secretário especial de Direitos Humanos, Rogério Sottili.
    Trangênero no Exército
    O decreto pode ser o início de um novo cenário para transgêneros e transexuais. Há 7 meses, um caso de discriminação de uma menor de idade transexual dentro de um quartel de São Paulo chegou ao noticiário. Marianna Lively, de 17 anos, foi a um quartel do Exército para resolver pendências referentes ao alistamento militar obrigatório. Um soldado fotografou a jovem nas dependências do Exército e divulgou suas fotos em redes sociais.
    Estadão/UNPP

    terça-feira, 26 de abril de 2016

    EDITAL DE CONVOCAÇÃO EXTRAORDINÁRIA .



    EDITAL DE CONVOCAÇÃO

    O PRESIDENTE DA UNIÃO NACIONAL DE PRAÇAS E PENSIONISTA (UNPP), CONVOCA TODOS OS SEUS SÓCIOS EM GOZO DE TODOS OS SEUS DIREITOS E  DEVERES PARA  PARTICIPAR DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA NO DIA 05 DE MAIO DE 2016, COM INÍCIO ÁS 14:00, NO ESCRITÓRIO SEDE NA RUA ACRE, 55 SALA 705 CENTRO .


    COM AS SEGUINTES PAUTAS :

    1- LEITURA, DISCUSSÃO E ESCLARECIMENTO SOBRE A ATA EM VIGOR.
    2 - ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA.

    Desafeto de BOLSONARO pode ser Ministro da DEFESA de Michel Temer.

    Desafeto de BOLSONARO pode ser Ministro da DEFESA de Michel Temer. Essa semana há grande especulação, alguns citam JOBIM, odiado por Bolsonaro.

    Durante a semana, quando chega cada vez mais próxima a saída definitiva de Dilma Roussef, já era esperada a grande especulação em torno dos nomes indicados por TEMER para os ministérios. No que diz respeito ao Ministério da Defesa um dos mais citados foi Nelson Jobim, que já foi Ministro da Defesa e Ministro do Supremo Tribunal Federal. O ex-ministro já foi muito próximo de Michel Temer, mas por questões políticas acabou se afastando. Jobim também é mencionado como cotado para assumir a Justiça.
    Bolsonaro há alguns anos criticou veementemente Nelson Jobim em seu esforço por implementar a Comissão da Verdade, para Bolsonaro ele estaria traindo as Forças Armadas.
    Jobim viveu momentos de grande polêmica à frente do MD. Chegou a exonerar um general com grande status diante da tropa. Maynard Marques de Santa Rosa era Chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército. O general afirmou que na verdade a Comissão da Verdade seria formada por fanáticos e viraria uma comissão da calúnia.
    Nelson Jobim era conhecido nos quarteis como o “genérico”. Metido a militar, ele mandou criar fardas para ele mesmo e chegou até a ser fotografado portando uma pistola.
     
    No plenário do Congresso Jair Bolsonaro chegou a dizer: “um general pode ser demitido, porque não há integrantes do clube militar… que verdade é essa? Há uma diferença, eu não posso ser demitido, um general pode…”
    Bolsonaro também chamou acusou Jobim de traição por causa de seu esforço pela criação da Reserva Raposa Serra do Sol, indo contra a opinião de muitos militares do alto escalão das Forças Armadas e população de Roraima.
    Jobim disse na época: “A idéia de que as reservas agridem a soberania é falsa e precisa ser combatida”.
    As discussões na época foram tão acirradas que um índio, o cacique Jecinaldo Sateré Maué, presente a uma das reuniões tentou agredir o deputado Bolsonaro.
    Novos Comandantes
    Diante de uma iminente troca de chefe do Executivo já surgem especulações acerca de um novo Comandante do Exército. Militares da reserva questionados durante essa semana por telefone divergiam em opiniões. Mas, a maioria parece crer que Temer manteria os mesmos comandantes à frente da tropa. Contudo, nos corredores do Ministério da Defesa ha alguns que creem que se Michel TEMER assumir deve sim ocorrer a chamada troca de cadeiras.  
    Entre os cotados estaria o General Hamilton Martins Mourão. Sobre essa opinião alguns discordaram, citando a “cara feia” que isso poderia gerar em setores da esquerda, que criticaram muito as falas de Mourão, realizadas quando foi Comandante Militar do Sul. Estes dizem que a escolha mais plausível recairia sobre o General de Exército Etchegoyen, Chefe do Estado Maior do Exército, outro militar que parece não se intimidar com cara feia de políticos da esquerda.
    Etchegoyen, “por coincidência”, esteve reunido com Temer ha algum tempo.
    Em dezembro passado, Etchegoyen fez um discurso duro. O Chefe do Estado Maior do Exército deixou claro que a espada do Exército está vigilante e atenta contra quem se aventurar a tentar jogar o país no caos.
    “A espada, senhores generais, tem estado e vigilante… oferecendo-lhes proteção contra aventuras, aventureiros ou radicalizações descabidas  que tentem conduzir-nos a rupturas sociais”

    Eventual governo Temer não deve mudar comandantes das três Forças .



    25 de Abril, 2016 - 09:50 ( Brasília )

    Temer deve manter atual cúpula militar

    Eventual governo Temer não deve mudar comandantes das três Forças; Abin deve ser transferida para novo Gabinete de Segurança.
    Tânia Monteiro

    Na tentativa de evitar inquietações e transmitir tranquilidade a uma área considerada "sensível" e "estratégica", o vice-presidente Michel Temer fez chegar aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica o aceno de que eles permanecerão em seus cargos, caso assuma o Palácio do Planalto, se for confirmada a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, pelo Senado.

    Ao transmitir este recado aos três comandantes militares, Temer quis mostrar que o setor, que é totalmente hierarquizado, estaria preservado e não enfrentaria nenhum tipo de turbulência ou influência política. Mas este não foi o único sinal que a área militar recebeu de um possível governo Temer que agradou à caserna.

    O vice-presidente compartilha da tese de que o País precisa de uma área de inteligência fortalecida e sob uma outra chefia, que não a atual Secretaria de Governo, atualmente comandada por Ricardo Berzoini. A ideia inicial é que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) volte para o guarda-chuva do atual Gabinete Militar que, a princípio, poderá passar a se chamar Gabinete de Segurança Nacional, com as atribuições semelhantes ao antigo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) desativado por Dilma.

    O desejo da Abin era ficar vinculado diretamente ao gabinete presidencial, mas esta possibilidade foi descartada por interlocutores de Temer. Apesar da vinculação da Abin a um setor nos moldes do GSI, a ideia não é que a pasta tenha característica eminentemente militar, como tem sido nos governos Dilma e Lula, mas funcione como um órgão de Estado. Todas as propostas foram bem recebidas pela área militar.

    Os três comandantes militares compartilham da ideia de que todos precisam ter uma área de inteligência forte e bem preparada. Num segundo passo, a intenção é que o setor seja reestruturado, justamente para ganhar mais musculatura.

    Fronteiras. Temer se aproximou da área militar, ironicamente, por determinação da presidente Dilma Rousseff, que o nomeou coordenador de um Plano Estratégico de Fronteiras, criado em 2011. Por isso mesmo, o vice conhece e conviveu de perto com os três comandantes militares.

    Em razão das viagens pelas fronteiras do País e em várias reuniões, Temer pôde conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelos militares, principalmente em decorrência dos cortes orçamentários que a área vem sofrendo. Para os militares, o sentimento é de que, apesar da turbulência política, não há sinais de que ela virá com tumulto nas ruas -em caso de uma transição.

    Eles acreditam que não precisarão ser acionados para garantia da lei e da ordem. Os movimentos sociais, que ameaçaram incendiar o País, têm se comportado dentro da normalidade."

    sábado, 23 de abril de 2016

    ONU e FHC repudiam discurso de Jair Bolsonaro .

    23/04/2016 00:03:26


    Apologia à tortura assustou autoridades

    ESTADÃO CONTEÚDO
    Rio - -A Organização das Nações Unidas (ONU) manifestou repúdio “à retórica de desrespeito contra os direitos humanos”, proferidas durante a votação do do impeachment, na Câmara dos Deputados, no último domingo.
    A entidade condenou o discurso do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que fez referência a Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reconhecido pela Justiça brasileira como torturador durante a ditadura militar.
    “Repudiamos qualquer tipo de apologia às violações de direitos humanos como a tortura, que é absolutamente proibida pela Constituição brasileira e pelo direito internacional. Estes comentários são inaceitáveis, especialmente vindos de representantes das instituições brasileiras e eleitos por voto popular”, criticou a ONU, em nota oficial.
    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também classificou como “estapafúrdia” a declaração de Jair Bolsonaro. Para FHC, o PSDB, seu partido, deve repudiar as declarações.
    “É inaceitável que tantos anos após a Constituição de 1988 ainda haja alguém com a ousadia de defender a tortura e, pior, elogiar conhecido torturador. O PSDB precisa repudiar com clareza essas afirmações, que representam uma ofensa aos cidadãos

    PALESTRA DO COMANDANTE DO EXERCITO :O PAPEL DO EXÉRCITO BRASILEIRO

              PALESTRA DO COMANDANTE DO EXERCITO :


    O PAPEL DO EXÉRCITO BRASILEIRO NA VIDA NACIONAL



    "O Brasil, da década de trinta até a década de oitenta foi o país do mundo que mais cresceu. Pega ali, Getúlio Vargas - né!- Juscelino e os governos militares. Nas décadas de sessenta,  setenta, oitenta, nós cometemos um erro, nós permitimos que a linha de fratura da Guerra Fria, linha de confrontação, passasse dentro da sociedade brasileira e nos dividisse. 

    quinta-feira, 21 de abril de 2016

    Generais com FUZIL na mão e equipados declaram que se for necessário o exército agirá. VEJA VIDEO

    Comando Militar da Amazônia 


    Manaus (AM) – O Comando Militar da Amazônia (CMA) realizou, no dia 15 de abril, sua cerimônia de passagem de comando, na qual o General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira transmitiu o cargo ao General de Exército Geraldo Antonio Miotto.


    O evento foi presidido pelo Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, e contou com a presença do Ex-Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General de Exército José Elito Carvalho Siqueira; do Ministro do Superior Tribunal Militar, General de Exército Luiz Carlos Gomes Mattos; de oficiais-generais do Alto-Comando do Exército; além de autoridades do executivo, do legislativo e do judiciário do Estado do Amazonas e da cidade de Manaus, bem como de autoridades militares e de grupos organizados ligados ao Exército, como os "Velhas Onças", do qual todos os seus integrantes se fizeram presentes.

    As atividades tiveram início com a inauguração do retrato do Comandante sucedido, passando, em seguida, para a formatura militar. O diferencial da cerimônia foi a entonação do Hino Nacional Brasileiro, cantado, pela índia Djuenae, no dialeto indígena Ticuna, e a utilização, pela tropa do CMA, da camuflagem de guerra das etnias Tukano, Inhagatu, Kuripaku e Baniwa.

    Para comandante, Exército ‘acredita nas instituições' .



    21 de Abril, 2016 - 

    Terrestre

    Comandante do Exército 


    Tânia Monteiro

    Na mensagem do Dia do Exército, comemorado ontem, o comandante da Força, general Eduardo Villas Bôas, disse acreditar no funcionamento das instituições.

    Segundo ele, o Exército, "na condição de instituição de Estado, em meio à crise que assola o País, norteia-se pela preservação da estabilidade e da paz social, pela crença de serem condições essenciais para que as instituições, no exercício legítimo de suas competências, delineiem os rumos a seguir".

    O general destacou que "nos dias de hoje", o Exército "não se deixa abater pelas dificuldades materiais impostas por restrições orçamentárias e salários defasados, que não condizem com a nobreza da profissão".

    Ele disse ainda que as Forças Armadas possuem altos "índices de confiabilidade e credibilidade" conferidos pela população do País e que o Exército é feito "de brasileiros portadores da simplicidade própria dos que têm a vocação de servir e da grandeza dos que se orgulham da profissão de soldado".

    Apesar de ser a principal data do Exército, nem a presidente Dilma Rousseff, nem o vice Michel Temer compareceram à solenidade, que foi comandada pelo ministro da Defesa, Aldo Rebelo. Em seu discurso, Rebelo, ressaltou que esta era a celebração "da data magna de uma instituição que, assim como a Marinha e a Aeronáutica, é desprovida de qualquer busca por protagonismo fácil no cenário político institucional".

    Dilma encaminhou uma mensagem destacando que "as brasileiras e brasileiros sabem que podem contar com o Exército brasileiro". "Saibam que o País é extremamente grato a vocês pela permanente demonstração de abnegação, de confiabilidade e de eficiência no cumprimento do seu dever constitucional."

    Ver mesagem da Presidente Dilma:
     "País é extremamente grato a vocês, diz Dilma sobre Dia do Exército" [Link] 

     
    Mensagem na integra do Comandante do Exército, General Villas Boas, por ocasião do aniversário da Primeira Batalha dos Guararapes e do Dia do Exército Brasileiro

    - A segurança coletiva dos agrupamentos humanos evoluiu com o tempo, da tarefa de proteger a vida e a liberdade para incorporar a guarda dos laços psicológicos coletivos, sínteses do sentimento de nacionalidade, semente sagrada que faz germinar, simultaneamente, a nação e o seu exército.

    Em nossa história, o episódio de Guararapes reflete emblematicamente esse processo. Em 1645, os líderes luso-brasileiros da Insurreição Pernambucana, inconformados com a presença holandesa na costa nordestina, haviam firmado o compromisso de lutar pela expulsão dos invasores e lançaram um manifesto:

    “Nós, abaixo assinados, nos conjuramos, e prometemos, em serviço da liberdade, não faltar a todo o tempo que for necessário, com toda a ajuda de fazendas e pessoas, contra qualquer inimigo, em restauração da nossa pátria (...)”

    Pela primeira vez, o termo Pátria era utilizado na então colônia, expressando a identidade de propósito que os unia.

    Pátria, que no dizer de Rui Barbosa “é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados”. Pátria, vocábulo encontrado uma única vez na Constituição Federal, significativamente associado à existência e à destinação das Forças Armadas.

    Pátria, cujo  significado vê-se frequentemente esquecido na dinâmica dos processos em que se debate o país.

    A epopeia dos Guararapes, que hoje celebramos, amalgamou negros, brancos e índios, grupos étnicos matrizes de nosso povo, em torno do nascente sentimento de nacionalidade que os lançou, de armas em punho, a defender aquela terra que já identificavam e amavam como a sua pátria.

    Produzia-se, naquele longínquo 1648, o fato seminal da brasilidade, e com ele surgia o jeito brasileiro de fazer a guerra, as chamadas Guerras Brasílicas, que foi capaz de superar, com denodo e engenho, uma das maiores potências militares do Século XVII.

    Ali nascia o Exército Brasileiro.

    De que é feito esse exército?

    É feito da têmpera de seus heróis, desde João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão e Henrique Dias, em Guararapes, passando pelos que derramaram o sangue na Guerra da Independência, nas revoluções do período regencial, nas lutas no Prata, em Caiena, em Tuiuti, em Monte Castelo, em Canudos e Contestado, no Acre, no Haiti, na pacificação de comunidades carentes das grandes cidades e na disposição de fazê-lo novamente, sempre que a Pátria o exigir.

    É feito do protagonismo nos episódios delineadores da trajetória histórica do país.

    É feito do espírito democrático com que combateu os totalitarismos do Século XX.

    É feito dos exemplos de seus patronos e da têmpera de estadista e soldado de Caxias.

    É feito do suor dos que, desde sempre, contribuem para o desenvolvimento do país.

    É feito do espírito humanitário dos que, desde os tristes episódios das endemias do início do século passado, arriscam suas saúdes, e mesmo a vida, no combate aos vetores de propagação.

    É feito da solidariedade que o anima a distribuir água a quatro milhões de compatriotas afligidos pela seca no Nordeste e dos que proporcionam o atendimento de necessidades básicas aos moradores de áreas remotas da Amazônia.

    É feito do sentimento de responsabilidade dos que protegem o meio ambiente e os irmãos indígenas.

    É feito dos que vigiam os 17 mil quilômetros de fronteiras, garantindo a integridade territorial e que, ao mesmo tempo, coíbem os ilícitos que afligem a população dos grandes centros.

    É feito do processo de modernização e transformação, em que ciência e tecnologia são agregadas como multiplicadores das capacidades necessárias ao Exército de um Brasil potência.

    É feito dos que se preparam para atuar nos jogos olímpicos, motivados pelo mesmo entusiasmo e esmero com que garantiram o sucesso dos grandes eventos anteriores.

    É feito dos valores essenciais da nacionalidade brasileira, guardados zelosa e tenazmente como chama sagrada.

    É feito de brasileiros portadores da simplicidade própria dos que têm a vocação de servir e da grandeza dos que se orgulham da profissão de soldado.

    É feito dos índices de confiabilidade e credibilidade com que a Nação o identifica, junto com a Marinha e a Força Aérea.

    Esse é o Exército Brasileiro, que nos dias de hoje não se deixa abater pelas dificuldades materiais impostas por restrições orçamentárias e salários defasados, que não condizem com a nobreza da profissão.

    Exército que, na condição de instituição de Estado, em meio à crise que assola o país, norteia-se pela preservação da estabilidade e da paz social, pela crença de serem condições essenciais para que as instituições, no exercício legítimo de suas competências, delineiem os rumos a seguir.

    Exército único e invicto, “O Exército da Nação Brasileira.”

     
    Brasilia, DF, 19 de abril de 2016
    General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas
    Comandante do Exército

    TEMER ESCOLHERÁ PRIMEIRO MINISTROS DA ECONOMIA, BC, CASA CIVIL, DEFESA E JUSTIÇA

    NOVO GOVERNO
    PRIORIDADE DE MICHEL 
    TEMER É DEFINIR 5
    MINISTROS CAPITAIS
    ELE ESCOLHERÁ PRIMEIRO ECONOMIA, BC,
     CASA CIVIL, DEFESA E JUSTIÇA
    Publicado: 21 de abril de 2016 às 00:00 - Atualizado às 00:56
    Redação
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    quarta-feira, 20 de abril de 2016

    Dia do Exército é comemorado em Brasília .

    Dia do Exército 


    Brasília (DF) – No dia 19 de abril, uma formatura militar comemorou o Dia do Exército na Capital federal. Autoridades civis e militares, como o Ministro do Estado da Defesa, Aldo Rebelo, e o Chefe do Estado-Maior Geral da Argentina, General de DivisãoDiego Luis Suñer, estiveram presentes na comemoração dos 368 anos da Instituição.

    Durante a solenidade, o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas,  fez a leitura da Ordem do Dia, destacando a Batalha dos Guararapes: “a epopeia dos Guararapes, que hoje celebramos, amalgamou negros, brancos e índios, grupos étnicos matrizes de nosso povo, em torno do nascente sentimento de nacionalidade que os lançou, de armas em punho, a defender aquela terra que já identificavam e amavam como a sua Pátria.”.


    O Ministro da Defesa também mencionou as origens da Instituição: “precisamos continuar integrando militares e civis no Brasil, respeitar a memória dos grandes defensores e construtores de nossa Nação e fazer da Defesa, cada vez mais, um compromisso prioritário para todo o Brasil. A história do Exército Brasileiro confunde-se com a trajetória de construção de nosso País e nossa identidade nacional. Celebramos hoje a data magna de uma Instituição que, assim como a Marinha e a Aeronáutica, são desprovidas de qualquer busca por protagonismo fácil no cenário político institucional. Que o aniversário dos Guararapes seja, também, a oportunidade de celebrar o sentido de permanência que as Forças Armadas conferem à soberania da Nação.”

    No decorrer da cerimônia, civis e militares foram agraciados com a Medalha Sangue do Brasil, para os que receberam algum ferimento durante operações de guerra e de paz, de garantia da lei e da ordem e ações humanitárias. Além disso, também foi realizada a imposição da Medalha Exército Brasileiro, que distingue cidadãos e instituições que tenham praticado ações relevantes em prol da Força, e a Medalha Ordem do Mérito Militar, a mais alta distinção para aqueles que prestaram importantes serviços ao Exército. Todas as condecorações buscam, de alguma forma, agradecer aos trabalhos desenvolvidos para a Instituição.

    Um desfile da tropa, composta por militares do Batalhão da Guarda Presidencial e do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, encerrou a formatura militar. 
     
    UNPP

     
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