• Get Adobe Flash player
  • Contador de visitas ACESSOS AO BLOG

    domingo, 11 de junho de 2017

    Gen. Etchegoyen - ABIN não 'bisbilhotou' Fachin



    10 de Junho, 2017 - 13:30 ( Brasília )


    Sergio Etchegoyen, responsável pela agência, afirma que ligou para a ministra Cármen Lúcia para negar versão de revista sobre bisbilhotagem

    Sergio Etchegoyen, responsável pela agência, afirma que ligou para a ministra Cármen Lúcia para negar versão de revista sobre bisbilhotagem
    a
    a
    a
    Matérias Relacionadas

    1 - Agora é Guerra Reportagem de Veja

    2 - OESP - Matéria com o Gen Ex Etchegoyen e as Notas do Planalto e da Ministra Cármen Lúcia - Supremo Tribunal Federal (STF).

     
    Tânia Monteiro
    O Estado de S.Paulo

    BRASÍLIA - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sergio Etchegoyen, reagiu na noite desta sexta-feira, 9, após o site da revista Vejapublicar que o Palácio do Planalto mandou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) monitorar a vida do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, responsável por homologar as delações dos executivos da JBS que resultaram no inquérito aberto na Corte contra o presidente Michel Temer.
    "Tenho certeza de que isso não aconteceu. Confio na Abin, nos profissionais da Abin e eles têm dado reiteradas mostras de seu profissionalismo", afirmou ele ao Estado. A agência é subordinada ao gabinete do general. O Palácio do Planalto chegou a emitir uma nota à imprensa negando a versão da publicação. (Abaixo em box a nota do Planalto e da Ministra Cármen Lúcia - STF )

     
    Palácio do Planalto
    Nota à imprensa

    O presidente Michel Temer jamais “acionou” a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) para investigar a vida do Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, como publicado hoje pelo site da revista Veja. O governo não usa a máquina pública contra os cidadãos brasileiros, muito menos fará qualquer tipo de ação que não respeite aos estritos ditames da lei.

    A ABIN é órgão que cumpre suas funções seguindo os princípios do Estado de Direito, sem instrumentalização e nos limites da lei que regem seus serviços.

    Reitera-se que não há, nem houve, em momento algum a intenção do governo de combater a operação Lava Jato.

    Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

    Etchegoyen telefonou para a presidente do STF, Cármen Lúcia, para negar a versão da revista. "Eu não me prestaria a isso", afirmou ele, lembrando que disse à ministra que "a diretriz do presidente Michel Temer é que a Abin é uma agência de Estado" e que "o governo tem perfeita noção da independência dos Poderes" e "eu não me prestaria a isso".
    Para Etchegoyen, "é muito fácil atacar" os profissionais da Abin, referindo-se a problemas que ocorreram no passado. "Não sei falar sobre o passado. O que eu sei, o que eu tenho testemunhado, desde quando cheguei aqui, é que a Abin faz um trabalho admirável, cumprindo o seu papel, apesar de todas as suas dificuldades e limitações. Não iria bisbilhotar ninguém. Não faria isso. Tenho certeza que não faria", declarou.

     
    Supremo Tribunal Federal
    Nota Oficial

    Sábado, 10 de junho de 2017

    "É inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a Democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes.
    Própria de ditaduras, como é esta prática, contrária à vida livre de toda pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente.
    O Supremo Tribunal Federal repudia, com veemência, espreita espúria, inconstitucional e imoral contra qualquer cidadão e, mais ainda, contra um de seus integrantes, mais ainda se voltada para constranger a Justiça.
    Se comprovada a sua ocorrência, em qualquer tempo, as consequências jurídicas, políticas e institucionais terão a intensidade do gravame cometido, como determinado pelo direito.
    A Constituição do Brasil será cumprida e prevalecerá para que todos os direitos e liberdades sejam assegurados, o cidadão respeitado e a Justiça efetivada.
    O Supremo Tribunal Federal tem o inasfastável compromisso de guardar a Constituição Democrática do Brasil e honra esse dever, que será por ele garantido, como de sua responsabilidade e compromisso, porque é sua atribuição, o Brasil precisa e o cidadão merece.
    E, principalmente, porque não há outra forma de se preservar e assegurar a Democracia.
    Brasília, 10 de junho de 2017.
    Ministra CÁRMEN LÚCIA
    Presidente do Supremo Tribunal Federal
    Questionado a quem poderia interessar a divulgação desse tipo de notícia, que é atribuída pela revista a um auxiliar do presidente Temer, que pediu para se manter no anonimato, o general respondeu: "interessa a quem aposta na instabilidade". O general queixou-se, em seguida, por não ter sido procurado pela revista. "A Veja não me perguntou nada. Não me procurou. A prática certa seria me procurar, até porque nunca deixamos a imprensa sem resposta".
    Sobre a possibilidade de a Abin ter feito a espionagem sem o seu conhecimento, o ministro reiterou que não, e insistiu que os profissionais de lá não fariam isso porque "tem perfeita noção de que o trabalho deles é de uma agência de Estado".

    quarta-feira, 7 de junho de 2017

    Servidores da Segurança ficam fora de mudanças nas regras de pensões

    Dependentes de soldados, cabos e sargentos da PM e dos Bombeiros terão direito a pensão em dobro
    07/06/2017 17:07:44 - ATUALIZADA ÀS 07/06/2017 19:59:02
    PALOMA SAVEDRA
    Rio - Os deputados da Alerj decidiram deixar de fora do projeto que altera regras de aposentadoria e pensões os servidores da Segurança. O texto, de autoria do Executivo, está sendo discutido na Casa nesta terça-feira e a redação final deverá ser publicada na sexta-feira.
    Com essa decisão, os policiais militares, policiais civis, bombeiros, agentes penitenciários e agentes do Degase não serão afetados pela nova lei.
    ·          
    Também foi acordado que será mantido o benefício ao pensionista que tiver entre 21 e 24 anos, caso esteja estudando. O governo tentou alterar essa regra – que vale atualmente – propondo que as pensões sejam pagas para dependentes até 21 anos.
    Outro item que entrará no texto final será a exigência de um calendário único de pagamento do funcionalismo, seja para ativos, inativos ou pensionistas. A exceção é o período da crise financeira.
    Os parlamentares derrubaram ainda outra proposta do governo: a que exigia que o servidor deficiente fosse duas vezes ao ano ao Rioprevidência para fiscalização do órgão. Agora, eles terão que ir apenas uma vez ao ano. 

    Discussão por WhatsApp
    Mais de 200 emendas foram apresentadas ao texto e diversas propostas estão sendo incorporadas ao projeto. O presidente da Comissão e Justiça, Edson Alebrtassi (PMDB), se comprometeu a enviar a redação final por WhatsApp aos parlamentares para publicação na sexta-feira no DO legislativo. 
    Pensão em dobro para dependentes de policiais e bombeiros
    Os dependentes de militares que morrerem durante o serviço terão direito a pensão em dobro. A medida também vale para agentes da Seap e Degase e foi acordada pelos parlamentares da Alerj em sessão desta terça-feira que discutiu o projeto que altera regras de pensões.
    A inclusão dessa proposta foi sugerida por emenda de Cidinha Campos, Luiz Martins e Jânio Mendes, todos do PDT. E o benefício em dobro só valerá para dependentes de soldados, cabos e sargentos. 
    O líder do PDT na Alerj, Luiz Martins, afirmou que os três parlamentares autores da proposta convenceram o governador Luiz Fernando Pezão a aprovar a emenda. "Não haverá veto", assegurou o deputado.


    Governador Pezão diz que Forças Armadas podem ser utilizadas em ações de segurança no Rio .



    07 de Junho, 2017 - 11:00 ( Brasília )

    Pezão diz que Forças Armadas podem ser utilizadas em ações de segurança no Rio


    Militares da FAB durante a JO 2017 no Rio de Janeiro - Foto: FAB
    Cristina Indio Do Brasil

    O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, admitiu que as Forças Armadas podem ser utilizadas em ações de segurança no estado, se houver necessidade. Segundo Pezão, os comandos já se colocaram à disposição do Rio para ajudar. “Tem 415 homens aqui da Força de Segurança Nacional e se a inteligência descobrir algum lugar, algum paiol ou alguma coisa, que necessite que as Forças Armadas entrem, eles vão entrar”, disse hoje (6) em entrevista à rádio CBN.
    Pezão acrescentou que conforme relatos feitos a ele pelo secretário de Estado de Segurança, Roberto Sá, pelo comandante da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, e pelo chefe da Polícia Civil, Carlos Augusto Leba, a atuação das unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) instaladas em comunidades ainda é eficiente, os índices de mortes reduziram, mas é preciso fazer alterações no programa.
    “Eles acreditam que os índices de mortes nesses locais é muito menor do que quando não tinha a UPP e que precisa fazer reparos”, disse Pezão. “Eu acredito ainda que a gente posse levar a paz”.
    Contratação de policiais
    O governador acrescentou que uma das medidas a serem tomadas é a contratação de policiais. De acordo com ele, dos 6 mil aprovados em concurso, foram contratados 2 mil. Pezão conta com a entrada em vigor do acordo de recuperação fiscal do estado para equilibrar as finanças do Rio e fazer as contratações que faltam. Outro fator de impacto no quadro das polícias é a aposentadoria dos agentes de segurança.
    “É uma coisa que a gente tem que discutir, mas hoje as pessoas saem. Sei que há enfrentamento, que é uma carreira especial, mas as pessoas saem, quase todas, com menos de 50 anos de idade”, disse.
    Medidas
    Pezão reconheceu que sem uma ação social nas comunidades fica muito difícil terminar com os conflitos entre policiais e traficantes. Para isso, após a reunião de ontem (5) no Palácio Guanabara, com a presença de ministros, secretários do estado e do município, está sendo elaborado, no estado e no município do Rio, um levantamento para a implantação de medidas nas áreas de esporte, saúde e cultura. Além disso, haverá integração dos serviços de inteligência das Forças Armadas com os órgãos de segurança do Rio.
    “Sempre foi cobrado a nós e, apesar de eu achar que algumas comunidades têm equipamentos sociais, algumas outras não têm e têm até dificuldade de espaço para a entrada social nessas comunidades. Vamos fazer este esforço agora de trabalhar junto. O governo federal está se predispondo a ajudar e colocar recursos. É mais uma tentativa que a gente tem que fazer. Não adianta entrar só com a polícia”, disse.
    Outra medida que Pezão destacou é a instalação de creches nas comunidades, embora, em tempos de conflito, as crianças não possam ir para as escolas. “Sei que é um momento difícil, mas temos que encontrar também uma maneira de combater.

    Virou uma banalidade assaltar as pessoas em um ponto de ônibus com um fuzil, que é uma arma de guerra”, disse, defendendo mudanças na legislação para torná-la mais rígida. “O prefeito Marcelo Crivella [quando era senador] tinha passado um projeto no Senado. A gente tem que aumentar a pena. O cara é preso com um fuzil na mão, a pena dele é de 3 anos, cumpre um ano e está na rua. O fuzil em qualquer lugar do mundo é um ato terrorista”.
    Pagamento de salários
    Quanto ao pagamento dos salários dos servidores e aposentados que ainda estão em atraso, a solução, segundo o governador, só virá após a aprovação pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) das leis que faltam para as contrapartidas ao acordo de recuperação fiscal fechado com o governo federal. Hoje os deputados aprovaram o projeto de lei do Executivo de adesão do Rio à lei de recuperação fiscal.

    Agora, o governador terá 15 dias úteis para sancionar a nova legislação. Assim, o governo do estado poderá pedir a homologação do plano de recuperação fiscal junto ao governo federal.
    Pezão admitiu que os bloqueios, pelo governo federal, nas contas do estado devido ao não pagamento da dívida do Rio, impedem a movimentação de recursos para cumprir os compromissos, inclusive com servidores, aposentados e pensionistas, mas destacou que isso é feito de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Se o governo federal não fizesse os bloqueios estaria acusado de omissão.
    “Ontem mesmo nós fomos bloqueados em R$ 128 milhões, que o Tesouro não pode abrir mão de deixar de fazer os bloqueios. Isso serve para os 27 estados, o que a gente precisa é melhorar as nossas condições. Fazer os ajustes que a gente está se propondo é um ajuste mais forte ainda com essas medidas. A principal ação nossa, junto com toda a equipe, é tentar viabilizar para colocar, o mais rápido possível, todos os salários em dia e o décimo terceiro”, disse.

    GenEx Villas Boas Consulta as Linhas Políticas do Exército .

    06 de Junho, 2017 - 19:40 ( Brasília )

    Editorial DefesaNet - A Reunião

    Foto da Reunião com o Comandante do Exército com representantes de várias alas Polítco-Militares. Na foto Gen Ex Villas Boas, Gen Ex Cardoso e Gen Ex Heleno Foto @gen_VillasBoas





    Editorial DefesaNet

    A Reunião

     
    Talvez a reunião mais importante das últimas semanas aconteceu hoje (06JUN2017), em Brasília DF, no Quartel General do Exército, foi a do Comandante do Exército General-de-Exército Eduardo Villas Boas, com representantes de diversas alas do pensamento político-militar.

    O GenEx Villas Boas tem sido o fiador da Posição Legalista e uma posição firme, nos últimos acontecimentos políticos, em Brasília. Seus três princípios, adotado pela Força Terrestre, têm sido:
    Legalidade – Nada fora da Constituição. Seguirão as determinações do STF
    Estabilidade – Política, Social, Lei e Ordem.
    Legitimidade – As Forças Armadas, caso necessário, têm legitimidade para intervir

    Os últimos movimentos que ocorreram com a Procuradoria Geral da República e o próprio STF envolve (Caso JBS), no Brasil, com a ação coordenada de movimentos internos de agitação com ações diplomáticas contra o Brasil começaram a ruir esta posição clara da Força Terrestre.

    A mesa conduzida pelo Gen Ex Eduardo Villas Boas tinha representantes de várias alas do pensamento político-militar.
    - Gen EX Alberto Cardoso – Ligado ao ex-presidente Fernando Henrique;
    - Gen Ex Augusto Heleno – Representa um maior protagonismo das Forças Armadas;
    - Gen Ex Bolivár Goellner – Ligado ao Gen Ex Etchegoyen (GSI), e,
    - Gen Div Rocha Paiva – Pensador militar.
    Também presenta à reunião membros do Alto-Comando do Exército presentes em Brasília

    DefesaNet considera que, no dia 24MAIO2017, foi o início das ações de Guerra Híbrida contra o Brasil. Observar que não estamos falando de ações contra o atual governo, mas a Sociedade Brasileira como um todo.

    Com manobras de Guerrilha Urbana (ou até mesmo Guerra Urbana), e vinculadas a ações diplomáticas contra o Brasil no Foro da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    As ações de Guerra Econômica conduzidas por Grupos Internos, com dois intuitos: o de criar fatos e com estes forçar alterações institucionais e o outros de pura especulação financeira.

    Aos poucos, no início, e agora de forma rápida, ruem os três princípios seguidos pela Força Terrestre e o seu Comandante.

    As contínuas operações Midiáticas com claro intuito de desestabilização da Ordem Pública.

    O novo cenário muito longe da clara visualização (branco preto), tem inúmeros tons de cinza, tornando difícil a clara identificação do cenário e fatos correntes.  
    Some-se a isso uma confusa e não explicada participação do Senhor Comandante do Exército, em um evento na cidade de São Paulo, no mesmo dia em Brasília pegava fogo com ações de Guerra Urbana.

    domingo, 28 de maio de 2017

    Temer passa a manhã no Jaburu e recebe o general Etchegoyen .


    É a segunda conversa entre ambos neste final de semana.




    AFP PHOTO / EVARISTO SA

    O presidente Michel Temer passa a manhã no Palácio do Jaburu, onde recebe o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen. É a segunda conversa entre ambos neste final de semana.

    No sábado, o general participou de um almoço na residência presidencial ao qual compareceram também os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, das Cidades, Bruno Araújo, e da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy. Aloysio e Etchegoyen chegaram acompanhados de suas mulheres, que foram recebidas pela primeira-dama, Marcela Temer. Segundo um dos convidados, não se falou em crise no almoço de ontem. "Nos demos um tempo de descontração", contou. 

    A agenda de Temer no sábado foi intensa. Antes do almoço, ele havia recebido o deputado Júlio César (PSD-PI), que foi tratar do projeto de lei da convalidação dos incentivos fiscais estaduais, matéria que deve ser votada na Câmara na terça-feira. O parlamentar disse que foi pedir apoio do presidente para conter alterações no texto que reduzem o alcance da legalização desses incentivos, concedidos contrariamente à Constituição.
    /UNPP
    Após o almoço, Temer recebeu o ex-presidente José Sarney (PMDB), que chegou por volta das 16h30. Duas horas depois, juntou-se a eles o secretário-geral da Presidência, Wellington Moreira Franco.

    Correio Braziliense /UNPP

    quinta-feira, 25 de maio de 2017

    Comandante do Exército diz 'Clima no Exército é de consternação, choque e preocupação', diz Villas Bôas

    25 de maio de 2017

    " Nossa democracia não corre risco", diz Comandante do Exército

    'Clima no Exército é de consternação, choque e preocupação', diz Villas Bôas
    Comandante afirma que Força fica na 'expectativa caso algo fuja do controle'
    Resultado de imagem para general Eduardo da Costa Villas Bôas
    Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo
    O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, afirmou
     nesta quarta-feira, 24, que o clima no comando da instituição e no Palácio
    do Planalto é de "choque" e "muita insegurança". As declarações do militar foram
     dadas a jornalistas em referência à crise no governo motivada pelas denúncias 
    contra o presidente Michel Temer feitas com base nas delações dos empresários
     da JBS.
    "Clima de consternação, de choque e de preocupação. Muita incerteza e muita
     insegurança até que as coisas se definam", disse o general, que deu uma 
    palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso
     (PSDB), na capital paulista, ao lado do ex-presidente da República.
    O comandante comentou ainda o decreto do presidente Michel Temer nesta
     quarta-feira autorizando o uso das Forças Armadas na capital federal até o
     dia 31 de maio, após manifestações causarem confrontos em Brasília e 
    provocarem depredação e incêndio em alguns ministérios. O militar garantiu
     que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia.
    "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos
     em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", disse Villas Bôas.
    Ele negou que haja um risco para o direito às manifestações durante as ações.
     "Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas
     na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito
     funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a
     solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco."

    'Ameaça'
    Depois de falar que a corrupção ameaçava o futuro do País, Villas Bôas afirmou
     que os recentes acontecimentos envolvendo o presidente Temer complicam a
     situação ainda mais. "É um processo que estamos vivendo que vem de longo 
    tempo. Realmente ameaçam o futuro. Mas tenho plena certeza, convicção, de que
     o País, a nação e as instituições vão ter capacidade de encontrar os caminhos,
     de buscar essa regeneração necessária e a gente retomar o caminho de crescimento
     e de evolução", disse.
    Ele afirmou que, no caso da saída do presidente Michel Temer do cargo, as Forças
    Armadas terão um papel de garantir o cumprimento da Constituição e afastou
     qualquer possibilidade de intervenção e ocupação do poder por parte dos militares.

    quinta-feira, 18 de maio de 2017

    Ministro Jungmann Confirma Permancer no Governo Temer .

    18 de Maio, 2017 - 17:20 ( Brasília )

     Jungmann Confirma Permancer no Governo Temer


    Ministro da Defesa Raul Jungmann confirma permanecer no Governo Michel Temer
    NOTA À IMPRENSA
     
     

     
    Brasília, 18/05/2017 – Face às notícias divulgadas pela imprensa, o Ministro de Estado da Defesa, Raul Jungmann, comunica que permanece no cargo, no pleno exercício da direção superior das Forças Armadas, em cumprimento das funções para as quais foi nomeado pelo Senhor Presidente da República.
     


    quarta-feira, 17 de maio de 2017

    Militares devem ter idade mínima para aposentadoria, diz Jungmann .


    17 de maio de 2017

    Militares devem ter idade mínima para aposentadoria


    Resultado de imagem para jungmann













    Por Lisandra Paraguassu e Anthony Boadle
    BRASÍLIA (Reuters) - A reforma da Previdência para os militares incluirá idade 
    mínima, mas não deve chegar aos 65 anos para homens e 62 para mulheres,
     como a do regime geral, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
    "Deve haver uma idade mínima. Se deve fixar uma idade mínima para militares",
     disse o ministro em café da manhã com correspondentes estrangeiros.
    Jungmann ressaltou, no entanto, que os militares precisam estar em boas condições
     físicas, é por isso a categoria seria diferentes. "Do militar se exige uma plena capacidade",
     explicou.
    De acordo com Jungmann, o Conselho Militar de Defesa se reunirá na quinta-feira 
    para discutir o assunto e tentar chegar a um consenso sobre qual seria essa idade mínima.
    A intenção do governo é estabelecer para eles o mesmo que foi oferecido às polícias, uma 
    idade mínima geral de 55 anos tanto para homens quanto para mulheres.
    Conforme a Reuters adiantou em janeiro, havia decisão interna no governo de que a
     reforma dos militares teria de incluir idade mínima, tempo maior de contribuição 
    e teto para o pagamento da aposentadoria. Inicialmente, a intenção era que a idade 
    mínima fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e
     o teto de 5.578 reais, como o do INSS.
    O governo, no entanto, encontra muita resistência. As negociações estão sendo feitas
     em um grupo de trabalho desde o final de 2016 e já há a decisão de ser menos rígido
     com os militares.
    Prevista para ser enviada ainda em maio, a proposta só deverá chegar ao Congresso
     depois que a reforma geral da Previdência for aprovada na Câmara dos Deputados.
    Inicialmente, as Forças Armadas não passariam por nenhuma mudança. Atualmente,
     os militares se aposentam com salário integral, sem idade mínima e com 30 anos de
     contribuição.

    domingo, 7 de maio de 2017

    Em nome de mineral 'xodó', Bolsonaro quer vetar novas áreas indígenas

    Mineral 'xodó', Bolsonaro quer vetar novas áreas indígenas

    Ricardo Borges/Folhapress
    Rio de Janeiro, Rj, BRASIL. 10/03/2017; Retrato do deputado Jair Bolsonaro em clube de subtenentes e sargentos do exército na cidade do Rio de Janeiro. ( Foto: Ricardo Borges/Folhapress)
    O deputado Jair Bolsonaro em clube de subtenentes e sargentos do exército, no Rio
    PUBLICIDADE

    Pré-candidato à Presidência em 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tem usado parte do tempo em suas palestras pelo país para atacar demarcações de terras indígenas e defender a exploração de recursos estratégicos nesses locais, como o nióbio, produto retirado de minerais que abundam no território brasileiro.


    Segundo pesquisa Datafolha publicada no domingo (30),
    Bolsonaro tem trajetória ascendente e chega a 15% em um dos cenários pesquisados.
    O deputado costuma dizer que o país deveria ter maior controle sobre suas reservas de nióbio e afirma haver jazidas gigantes do produto ainda inexploradas justamente por estarem sob terras demarcadas em Roraima.
    O nióbio é considerado um recurso estratégico. Se misturado ao ferro, cria uma espécie de superliga, mais leve e resistente que o aço comum.
    É utilizado em gasodutos, turbinas, chassis de carros e até em foguetes espaciais e reatores nucleares.
    O Brasil tem a maior reserva conhecida e domina o mercado mundial. É o quarto produto mais exportado da balança comercial mineral brasileira. O país tem 98% das reservas comercializáveis do nióbio. No mercado mundial, tem 90% das vendas. O Canadá, os 10% restantes.
    Países sem o recurso em seu território fazem reservas estratégicas do produto. Na China, é crescente o uso na indústria de construção.
    Em 2010, relatório do Departamento de Estado do EUA vazado pelo WikiLeaks colocava o nióbio no rol dos produtos estratégicos para o país, o que estimulou teorias da conspiração de que o mineral brasileiro estivesse sob risco iminente.


    MITOS
    Bolsonaro, que tem forte discurso nacionalista, tem prestado muita atenção nesta pauta, embora exagere quanto a alguns fatos.
    "O nióbio vale mais do que o ouro", disse, por exemplo, em uma palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, no início de abril.
    Na verdade, uma tonelada de nióbio, já transformado em liga, custa atualmente cerca de US$ 15 mil. O quilo do ouro, na cotação de sexta-feira (21), custava US$ 41,3 mil –a tonelada, portanto, valeria US$ 41,3 milhões.
    Bolsonaro diz que a maior reserva de nióbio está sob terras indígenas. Ele leva às suas palestras um mapa feito pelos militares brasileiros nos anos 1970 que lista os principais recursos naturais sob o solo brasileiro. "Dentro de Roraima vocês acham tudo o que existe na tabela periódica. De A a Z. Nióbio, ouro, bauxita, diamante, tudo."
    Ele se refere à reserva indígena Raposa Serra do Sol, alvo de disputas em razão de sua riqueza e pela impossibilidade de exploração por causa das demarcações.
    A maior jazida inexplorada de nióbio do país, contudo, fica em outra reserva indígena e ambiental chamada de Morro dos Seis Lagos, no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas.
    Segundo o CPRM, o Serviço Geológico Brasileiro, Seis Lagos pode ter uma reserva de minerais com presença de nióbio de até 2,8 bilhões de toneladas, mas questões logísticas e de exploração no meio da selva amazônica inviabilizam comercialmente o ativo. Bolsonaro disse desconhecer a informação.
    Bolsonaro ataca indígenas, mas afirma desconhecer, por exemplo, o modelo da mina de estanho Pitinga, em Presidente Figueiredo (AM). Índios da reserva Waimiri-Atroari controlam a passagem dos caminhões da mineradora.
    Segundo Marcos Tune, do Instituto Brasileiro de Mineração, a Constituição de 1988, que definiu o modelo de demarcação de terras, carece até hoje de regulamentação sobre a exploração de recursos em áreas demarcadas.
    Questionado se a regulamentação não seria opção ao fim das terras, Bolsonaro disse desconhecer o exemplo. "E fora que PT, PC do B, PSOL e até a Rede não iriam deixar", afirma. 

    Dois generais, cinco demandas e um caminhão de água fria .

    5 de maio de 2017

    Remuneração dos militares: dois generais, 

    cinco demandas e um caminhão de água fria

    De general para general
    Em correspondência dirigida ao general Mourão, responsável pelas finanças
     do Exército, o general Silva e Luna, secretário-geral da Defesa, tratou de jogar –
     não um balde! – mas um caminhão pipa de água fria sobre as expectativas
    dos militares em relação a um punhado de demandas relacionadas com a 
    remuneração dos fardados. As informações servirão de subsídio para a primeira
     reunião da Comissão Permanente de Remuneração do Exército (CPREx), presidida
     pelo general Mourão.
    Resultado de imagem para remuneração dos militares
    Diferença dos 28, 86%
    Após seis anos na gaveta do Planejamento, uma exposição de motivos foi devolvida
     ao MD em setembro de 2015, com sugestões e um aviso: não há previsão orçamentária!
     Em nova discussão em julho de 2016, o aviso se repetiu: não há previsão orçamentária!
     E para 2017? Não há previsão orçamentária! 2018? ...esqueça! Em 2014, o valor total era
     de R$ 7,5 bilhões.

    Reajuste de diárias
    Por ter impacto em toda a administração pública e considerando as restrições 
    orçamentárias, o assunto não avançou, mas será objeto de novas interlocuções, sine die.

    Reajuste da tabela de transporte de bagagem
    Fica para depois. A negociação com o Planejamento foi suspensa, para não 
    atrapalhar asa tratativas sobre as restruturação da remuneração dos militares.

    Conversão em pecúnia da Licença Especial não gozada e não computada em dobro
     para a inatividade
    O MD aguarda a manifestação do Exército e da Aeronáutica.

    Nova política de remuneração para as Forças Armadas
    A exposição de motivos faz aniversário mês que vem. Foi enviada a Casa Civil e 
    devolvida ao MD, que promete retomar o assunto e reapresentar a matéria em breve.

     
    contador de visitas gratis ACESSOS AO BLOG
    Blogger