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    segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

    MENSAGEM DE FIM DE ANO DO COMANDANTE DO EXERCITO

    25 de dezembro de 2017

    General Villas Bôas destaca a importância dos militares 

    para que o Brasil supere, em 2018, a 'crise moral 

    que o assola'

    A mensagem de fim de ano do comandante do Exército
    General Eduardo Villas Bôas gravou pronunciamento em que destaca a importância
     dos militares para que o Brasil supere, em 2018, a 'crise moral que o assola'
    O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, em Brasília (DF) - 22/06/2017
    O comandante do Exército, general Eduardo 
    Villas Boas, durante
     audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional 
    do Senado, em Brasília (DF) - 22/06/2017 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)






















    A página do Exército brasileiro no Facebook divulgou neste domingo uma mensagem
     de fim de ano do general Eduardo Villas Bôas, comandante das tropas. 
    No pronunciamento, ele destaca as realizações da corporação em 2017 e ressalta a
     importância dos militares para que o Brasil supere no ano que vem “a crise moral que
     o assola”.
    “Esse ano se está anunciando como um período de dificuldades materiais e políticas. 
    Mais do que nunca, a coesão de nossa instituição será um fator primordial e contribuíra 
    para que o Brasil supere a crise moral que o assola”, declarou o general. “Dentro de tal 
    contexto, nosso Exército é um fator de estabilidade. Não nos afastaremos da trajetória
     retilínea de serviços à nação brasileira sempre alicerçados na hierarquia e na disciplina.”
    Na mensagem, Villas Bôas também destacou o “sentimento de orgulho e missão cumprida”
     com o trabalho de seus comandados no ano que se encerra. O general citou as operações
    de garantia da lei e da ordem nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, 
    Rio Grande do Norte e Amazônia, além do fim da missão de paz no Haiti e do patrulhamento
     da enorme fronteira do país.

    Caso Mourão
    Neste ano, o comandante do Exército teve trabalho com um de seus subordinados.
     Em setembro, o general Antonio Hamilton Mourão defendeu em uma palestra a 
    possibilidade de uma intervenção militar caso a crise política no país não fosse solucionada.
     “Se não conseguirem, né, chegará a hora que nós teremos de impor uma solução”, afirmou 
    na época. Dias depois, Villas Bôas minimizou a fala de Mourão, mas deixou claro que,
    “sem dúvida”, a continuidade da democracia é o caminho ideal para o Brasil: “Ditadura 
    nunca é melhor”.

    UNPP DESEJA A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO !!!!!!




    Venho por meio desta  agradecer o carinho o apoio de todos nossos leitores, e compartilhar  juntamente com nosso Presidente, diretores,  familiares, sócios e amigos a passagem de mais um ano vitorioso.  Agradecer  a  confiança de todos  em nossa diretoria.
     Amigos,  2017  foi  pautado por muitas  lutas e desafios,  onde a ética, honestidade, perseverança  e principalmente a  Confiança  e  a  Fé  em nosso  Deus,  foram nossas  maiores  companheiras.  Ao completarmos  15 anos de existência no dia 19 de julho do corrente  ano,  entendi  que não me era permitido  voltar atrás  ou simplesmente  desistir de tudo.  Nas reflexões de cada dia  percebi o quanto valeu apena as noites mal dormidas os inúmeros  telefonemas, os diversos compromissos, reuniões  e desafios,  dessa nobre missão ao qual nosso Presidente,  em particular meu amigo e irmão Simeão Moura dos Santos me confiou .  Aqui  aprendi a superar as minhas dificuldades nos campos  administrativo,  econômico  e  social, onde diversas demandas a mim foram confiadas, na maioria das vezes de maneira particular e reservada .  Agradecer em nome de nosso Presidente  a todos  irmãos ex diretores (  Alan;  Madson;  Ricardo Mattos ; Alberto ; Luiz claúdio; Luizão; Germano;  Airton;  Eleonai etc......)  o grande legado deixado por cada um dos senhores,  que de maneira particular aprendi muito,  com a forma singular de resolver cada situação ou problema .
    Agradecer a todos os nossos Sócios, amigos, familiares e  leitores o apoio o carinho  pois sem cada um dos senhores nossa Instituição não permaneceria de pé,  saibam vcs  são cada dia mais  a razão de existirmos !
    COMPATILHE  NOSSO BLOG, DEIXE SUA OPINIÃO,  MADE MATÉRIAS DE INTERESSE COLETIVO, PARTICIPE !

    Por fim quero desejar a cada um dos Senhores :

    UM FELIZ NATAL  E UM 2018 REPLETO DE REALIZAÇÕES , SAÚDE, PAZ E MUITO FELICIDADE  EXTENSIVO A TODOS AMIGOS E FAMILIARES !!!!!!!!!!!
       
     FLAVIO LIMA DA SILVA 
    VICE-PRESIDENTE  E
    DIRETOR FINANCEIRO- UNPP

    quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

    Coronel da ativa apoia Mourão, defende "intervenção cívica" e é punido pela FAB

    12 de dezembro de 2017

    Coronel da ativa apoia Mourão, é punido pela FAB

    CORONEL DA FAB É PUNIDO COM DETENÇÃO POR DEFENDER ‘INTERVENÇÃO CÍVICA’

    O coronel-aviador Mauro Rogério, do Estado Maior da Aeronáutica, foi punido 
    com quatro dias de detenção pelo comandante Nivaldo Rossato.
    Rogério lidera o Movimento Brasil Futuro e tem postado vídeos (veja abaixo) na internet
     em que fala da crise política, comenta as declarações do general Mourão e defende o que 
    chama de “intervenção cívica”.
    O Antagonista/montedo.com

    Assista ao vídeo que provocou a punição:
     

    domingo, 10 de dezembro de 2017

    Mourão sinaliza para projeto político .

    10 de dezembro de 2017

    Ao elogiar Bolsonaro e dizer que 'não há portas fechadas',

    Mourão sinaliza para projeto político

    Resultado de imagem para general mourão
    General Mourão (Imagem: EB)



















    O que ficou muito claro após as declarações da última quinta-feira é que o general 
    Mourão está seguindo cuidadosamente um roteiro previamente traçado. Não tenho ce
    rteza sobre seu objetivo final, mas permito-me fazer algumas ponderações dominicais. 
    Vamos lá!

    Fala aos maçons: ocasional, pero no mucho!
    Já não parece tão ocasional a fala de Mourão aos maçons no dia 15 de setembro.
     Respondendo a uma pergunta, ele disse que os militares poderão ter de "impor isso 
    [intervenção]" e que essa "imposição não será fácil".

    Panos quentes
    "Esta questão está resolvida internamente. Punição não vai haver. A maneira como
     Mourão se expressou deu margem a interpretações amplas, mas ele inicia a fala
     dizendo que segue as diretrizes do comandante. E o comando segue as diretrizes 
    de promover a estabilidade, baseada na legalidade e preservar a legitimidade das

    Seguindo as diretrizes, só que nao!
    Mourão não estava seguindo as diretrizes do Comando na semana passada, ao 
    defender novamente a aberração jurídica da intervenção militar 'dentro dos preceitos 
    constitucionais'.

    Bolsonaro
    Ao afirmar que "...obviamente, nós, seus companheiros, dentro das Forças, olhamos
     com muito bons olhos a candidatura do deputado Bolsonaro", Mourão quis passar a
    impressão de que falava em nome do Alto Comando. Nada mais falso. Basta relembrar
    a trajetória do pseudo-mito para saber que o Exército nunca morreu de amores por 
    Bolsonaro, chegando inclusive a proibí-lo de entrar nos quarteis. O general deu tom
     definitivo a uma opinião individual, que está longe de ser consenso.

    Portas abertas para a política?
    A declaração de simpatia pela candidatura de Bolsonaro vai ao encontro desta outra: 
    "Eu apenas digo uma coisa: não há portas fechadas na minha vida", disse Mourão 
    sobre uma possível candidatura.

    Caso pensado
    Analisando todos os fatos, fica evidente que Mourão agiu deliberadamente para
     provocar uma situação limite, tornando imperativa uma atitude enérgica do Governo 
    e do Exército. Com isso, ganhou mais visibilidade e atenção da mídia. Claramente, está
     semeando. Resta saber o que espera colher.

    Cenas dos próximos capítulos
    A provável passagem Mourão para a reserva nos próximos dias e os desdobramentos 
    do cenário político deverão indicar com mais clareza qual o objetivo do general. Aguardemos.

    sábado, 9 de dezembro de 2017

    General Mourão diz que Temer faz 'balcão de negócios' para governar


    9 de dezembro de 2017

    General Mourão

    Comandante Militar do Sul, General de Exército Antonio Hamilton Martins Mourao. Foto: Divulgacao/Exercito Brasileiro ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
    General Mourão (Imagem: EB)


















    DE SÃO PAULO
    O general do Exército Antonio Hamilton Mourão, que em setembro sugeriu que pode
     haver intervenção militar no Brasil se o Judiciário não conseguir resolver 
    "o problema político", voltou a falar nesta quinta-feira (7) sobre a possibilidade de atuação
     das Forças Armadas caso haja uma situação de "caos" no país.
    O militar comentou a situação brasileira para uma plateia no Clube do Exército, em Brasília,
     a convite do grupo Ternuma (Terrorismo Nunca Mais). Sua palestra, com o tema "Uma 
    visão daquilo que me cerca", reuniu críticas aos governos Lula e Dilma Rousseff 
    (ambos do PT) e também a Michel Temer (do PMDB).
    "Não há dúvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa 'Sarneyzação'. Nosso
     atual presidente [Michel Temer] vai aos trancos e barrancos, buscando se equilibrar, e,
     mediante o balcão de negócios, chegar ao final de seu mandato", afirmou ele.
    Sobre a possibilidade de intervenção, Mourão repetiu o raciocínio que gerou repercussão
     há três meses, dizendo que a instituição poderia ter o papel de "elemento moderador e 
    pacificador", agindo "dentro da legalidade".
    Segundo ele, o Exército tem como missão defender a pátria e possui a democracia e a 
    paz social como valores supremos.
    "Se o caos for ser instalado no país... E o que a gente chama de caos? Não houver 
    mais um ordenamento correto, as forças institucionais não se entenderem, terá que 
    haver um elemento moderador e pacificador nesse momento [...]. Mantendo a estabilidade
     do país e não mergulhando o país na anarquia. Agindo dentro da legalidade, ou seja,
     dentro dos preceitos constitucionais, e usando a legitimidade que nos é dada pela população 
    brasileira", disse.
    As Forças Armadas, de acordo com ele, estão atentas "para cumprir a missão" que cabe
     a elas. "Mas por enquanto nós consideramos que as instituições têm que buscar fazer
     a sua parte."
    O Exército, por meio de nota enviada à Folha, disse que "as declarações emitidas estão 
    sendo objeto de análise pelo Comando da Força". O relato da palestra foi antecipado 
    pelo jornal "Gazeta do Povo".
    Em setembro, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que
     o subordinado não receberia punição pelas afirmações da época.
    Hoje secretário de economia e finanças da Força, em 2015 Mourão foi exonerado do
     Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, e transferido para Brasília após fazer críticas 
    ao governo de Dilma Rousseff.

    'POVINHO CONTINUA'
    Ao abrir sua fala nesta quinta-feira, o militar disse que faria uma análise de conjuntura e
     que apresentaria ali sua opinião dos fatos.
    Ele discorreu sobre a crise política, econômica e de valores (que ele chamou de crise
     "psicossocial") no Brasil, fazendo comparações com outros momentos históricos e países.
    Numa referência às descobertas da Operação Lava Jato, o oficial disse que ter "as grandes
     empreiteiras praticamente se assenhorando do Estado" foi um exemplo de quando
     corporações desafiam os Estados nacionais.
    Para Mourão, catástrofes ambientais e climáticas "passaram a nos assolar também".
     "Aqui havia aquele velho ditado: não teríamos enchentes nem furacões. Teríamos 
    apenas um povinho meio complicado. Agora temos enchentes, furacões, e o povinho 
    continua aí."
    Ele também atacou a política econômica dos anos do governo do PT, citando iniciativas 
    como a ampliação do crédito e o programa de desonerações.
    Segundo ele, Lula, no segundo mandato, "sobrevivente ao mensalão, ele achou que 
    podia tudo". "E as comportas foram abertas do lado da incompetência, da má gestão
     e da corrupção."
    A polícia, afirmou, "vive o pior dos mundos". "Porque, se ela atua em força contra o
     bandido, ela é estigmatizada pela imprensa. E, se ela cruza os braços, ela é omissa".
    Em outro momento, com tom de voz indicando ironia, o general afirmou: "A nossa
     infraestrutura logística, a maior parte dela, foi montada durante o período da cruel
     ditadura militar, aquela insana ditadura, né?".
    E concluiu: "De lá para cá praticamente nada foi feito [em infraestrutura]".

    CANDIDATURA
    Mourão foi aplaudido sem parar durante um minuto, após falar por cerca de 45.
     Depois, ao longo de aproximadamente 50 minutos, ele respondeu a perguntas da plateia.
    Diante de pedidos para se candidatar, o oficial respondeu: "Eu apenas digo uma coisa:
     não há portas fechadas na minha vida". O militar disse que seu domicílio eleitoral 
    é em Brasília e que passará para a reserva em 31 de março do ano que vem. 
    Depois  disso, deverá morar no Rio de Janeiro.
    Militares da ativa são impedidos de participar de atividades político-partidárias
    . Para Mourão, a obrigação de se licenciar para concorrer a cargo eletivo é "saudável".
    Ele disse ter fé de que a Justiça irá brecar a candidatura do ex-presidente Lula em 2018 
    —o petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro no caso do tríplex de Guarujá (SP)
     e pode ter a candidatura inviabilizada se a segunda instância confirmar a decisão.
    Questionado sobre o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que é militar da reserva 
    do Exército, Mourão afirmou que o deputado federal "é um homem que não tem 
    telhado de vidro, não esteve metido nessas falcatruas e confusões".
    "Ele terá que se cercar de uma equipe competente. [...] Obviamente, nós, seus 
    companheiros, dentro das Forças, olhamos com muito bons olhos a candidatura do
     deputado Bolsonaro."
    Ao fim do evento, o palestrante foi tietado por pessoas da plateia —muitas delas militares
     e familiares— e posou para fotos.
    Uma das presentes, destacou o general ao microfone no início de sua fala, era Joseita
     Ustra. Viúva do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (um dos símbolos da 
    repressão durante o regime militar), ela foi descrita pelo palestrante como "uma lutadora, 
    uma grande mulher".

    sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

    Planejamento das atividades do próximo ano é debatida durante a 316ª Reunião do Alto-Comando do Exército


    08 de Dezembro, 2017 - 10:20 ( Brasília )

    Terrestre

    Planejamento das atividades do próximo ano 


    Entre os dias 4 e 7 de dezembro, foi realizada a 316ª Reunião do Alto-Comando do Exército (RACE). A atividade ocorreu no Forte Caxias, Quartel-General do Exército, em Brasília, com as presenças dos oficiais-generais que ocupam os postos mais altos na hierarquia da Instituição, sendo presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas.

    Essa edição da RACE foi de cunho administrativo, tendo foco no planejamento e execução das atividades programadas para o ano de 2018. Entre os temas analisados pelos participantes estiveram a conjuntura nacional e internacional, racionalização do Exército, Projetos Estratégicos, Orçamento e Operações.

    A temática operacional também incluiu o emprego de tropa nas atividades de Garantia da Lei e da Ordem, uma constante nos últimos anos, e de Garantia da Votação e Apuração, uma vez que 2018 será um ano marcado por eleições em vários níveis.

    No campo logístico, a reunião tratou de assuntos como a implantação do modal aéreo na Amazônia e os reconhecimentos realizados na República Centro-Africana, onde existe a possibilidade do Exército Brasileiro integrar o componente militar de Missão de Paz, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU).



    Adjuntos de Comando

    Em paralelo à realização da RACE, também em Brasília, ocorreu a 4ª Reunião dos Adjuntos de Comando do Alto Comando do Exército, promovendo a integração entre os graduados que ocupam a função de assessorar os oficiais-generais da alta administração do Exército. "O objetivo dessa reunião é reforçar o comprometimento de cada um de nós em fazer com que a criação desse cargo siga contribuindo para o Exército. O Adjunto de Comando não vive por si só. Ele é um meio para fazer com que a Instituição seja cada vez mais eficaz", destacou o Subtenente Osmar Crivelatti, Adjunto de Comando do Comandante do Exército, na abertura da atividade.

    O cargo de Adjunto de Comando está em fase final de implantação. Desde o Projeto Piloto, iniciado em maio de 2015, já tem atendido mais de 80% das Unidades Operacionais e Grandes Comando, Estabelecimentos de Ensino e da Alta Administração da Força.

    Durante a reunião os Adjuntos de Comando, orientados pelos seus Comandantes Militares de Área, estão discutindo a conclusão do atual planejamento de implantação e a expansão para as Unidades não-operacionais.

    Os valores da hierarquia e da disciplina cultuados pela Força Terrestre, são um dos focos do trabalho dos Adjuntos de Comando no apoio à gestão do pessoal, visando a manutenção do moral da tropa elevado e o fortalecimento do espírito de corpo, fatores importantes para aumentar a eficiência operacional da Instituição.

    quinta-feira, 9 de novembro de 2017

    Quadro Especial: sugestão de promoção a subtenente é aprovada e vai virar projeto de lei


    9 de novembro de 2017


    Quadro Especial: vídeo 

    Intervenção de Kelma Costa durante a audiência da Comissão de Legislação Participativa da 
    Câmara dos Deputados, que debateu a SUG (Sugestão de Projeto de Lei) 195/2010 CLP,
     que propõe a promoção dos Sargentos do Quadro Especial e Taifeiros-Mor até a
     graduação de subtenente. O parecer favorável do Deputado Subtenente Gonzaga
    (PDT/MG) foi aprovado por unanimidade. Após ser transformada em Projeto de Lei,
     a SUG deverá seguirá os trâmites normais no Legislativo e Executivo federais.


    Leia também:
    Quadro Especial: proposta para promoção até subtenente será debatida no Congresso

    Passagem de cargo de Adjunto de Comando ressalta a importância dos sargentos para o Exército Brasileiro.


    Passagem de cargo de Adjunto de Comando 

    Publicação: Qui, 09 Nov 2017 09:47:00 -0200
    Crédito: Sgt Negreiro








    Brasília (DF) – No Quartel-General do Exército, uma cerimônia de passagem de cargo de Adjunto de
     Comando da Secretaria-Geral do Exército destacou a importância dos militares graduados na gestão da 
    Organização Militar. 
    Na presença do Secretário-Geral do Exercito, General de Divisão Sérgio da Costa Negraes
    o 2º tenente Luciano Moura Gonçalves passou o cargo para o 1º sargento Antônio Alves de Souza.
    A função de Adjunto de Comando foi criada em maio de 2015 e tem destacado subtenentes e 
    primeiros-sargentos com patente liderança, reconhecida competência profissional e ilibada conduta pessoal, 
    contribuindo para a gestão das organizações militares e a obtenção da sua operacionalidade.
    O Adjunto de Comando tem como atribuições: ser divulgador da ética e dos valores militares, ser 
    fortalecedor dos padrões do Comportamento Militar, ser o facilitador da comunicação entre o 
    Comando e as praças, ser divulgador da missão e da visão da Unidade e dos conceitos do Comando,
     assessorar o Comando em assuntos disciplinares, de instrução, do bem-estar, incluindo o da Família 
    Militar, e em outros que envolvam as praças.


    A Praça no Exército Brasileiro

    A história do sargento tem sua origem ainda no Exército Português. Naquela época, o sargento 
    tornava-se merecedor da graduação após ter se destacado em combate. No Brasil colonial, durante
     as Batalhas dos Guararapes, berço da nacionalidade e do Exército Brasileiro, sargentos se 
    destacaram, principalmente, pela liderança militar demonstrada durante aquelas históricas ações de combate.
    Já em uma época mais recente, podemos citar o sargento Max Wolff Filho que, dentre os
     muitos heróis da Força Expedicionária Brasileira tombados durante a 2ª Guerra Mundial, é
     reconhecido em todo o Exército por seus destacados atributos, evidenciados pela liderança 
    expressiva no cumprimento das missões no campo de batalha.
    A história do Exército Brasileiro apresenta vários exemplos de valorosos sargentos que se 
    empenharam no cumprimento da nobre missão de defender a Pátria, firmando a máxima 
    de ser o sargento o elo fundamental entre o Comando e a Tropa.

    Fonte:SGEx

    domingo, 5 de novembro de 2017

    Marinha põe em operação seu navio mais importante .

    Marinha do Brasil 

    Mais opções
    O mais importante e imponente navio da Marinha do Brasil foi "homologado" faz alguns dias –isto é, está agora plenamente operacional, o que foi obtido durante uma viagem de ida e volta entre o Rio de Janeiro e Santos, no litoral paulista.
    Como ele é dotado de dois conveses de voo para helicópteros, faltava apenas poder operar à noite essas aeronaves ditas de "asas rotativas". Isso foi feito, e o Navio Doca Multipropósito Bahia está apto a cumprir todas as missões que sua exótica denominação define.
    "Multipropósito" significa –e isso é autoexplicativo– servir para várias finalidades.
    Como diz a Marinha, ele serve para "transportar e controlar embarcações de desembarque, viaturas anfíbias e carros de combate; conduzir movimento navio-terra por superfície ou helitransportado; realizar atividades benignas em assistência humanitária e em casos de desastres naturais; dar apoio à realização de operações especiais; prover apoio logístico; e efetuar operações de busca e salvamento".
    O Bahia também pode servir de navio capitânea de uma esquadra e lançar helicópteros antissubmarinos ou armados com mísseis antinavios.
    Andar pelo navio é cansativo; ele é enorme, tem vários "conveses" –isto é, andares. Existe até um pequeno elevador de uso exclusivo do comandante, mas que só vai do quarto ao sétimo convés.
    A maior parte do tempo se passa subindo e descendo escadas, e se perdendo por inúmeros corredores, que ainda têm placas de ruas de Marselha, cidade francesa que era ligada ao navio.
    Mas justamente por ter bastante espaço –o Bahia tem uma tripulação de 299 militares e pode embarcar 359 homens de tropa, normalmente fuzileiros navais–, os camarotes são confortáveis.
    E a "praça d'armas", o salão no quarto convés onde os oficiais fazem suas refeições e descansam, parece tirado de um navio de cruzeiro. É ideal para recepcionar autoridades, uma função tradicional de um navio de guerra.
    O navio foi adquirido da Marinha francesa –na qual se chamava Siroco–, como uma "compra de ocasião". Isto é, foi colocado à venda já pronto, em vez de ser projetado e construído no país. Mas valeu cada euro.
    Além da capacidade de operar três helicópteros de cada vez, o navio tem uma "doca" da qual entram e saem embarcações de desembarque.
    Seu armamento é apenas defensivo, mísseis de curto alcance e metralhadoras. Mas a versatilidade também fica clara pelas extensas instalações hospitalares a bordo.
    Até agora o navio mais importante da Marinha era o porta-aviões São Paulo –igualmente francês, o antigo Foch. Ele cumpriu sua missão de fazer a Marinha operar de novo aviões de asas fixas, algo que tinha sido cassado na década de 1960, e está agora desativado.
    O Bahia é menor, tem menos da metade do deslocamento, mas é mais versátil. Ele foi transferido para a Marinha do Brasil em 17 de dezembro de 2015, em Toulon, cidade ao sul da França.
    Os franceses construíram recentemente uma classe mais moderna desse tipo de navio porta-helicópteros de "intervenção e projeção", a Mistral. Por isso o Siroco estava disponível e foi colocado à venda.
    A estrutura hospitalar inclui duas salas de cirurgia, oito leitos de terapia intensiva, três leitos para queimados, quatro leitos de triagem, 24 leitos de extensão, além de consultórios médicos, consultório odontológico, laboratório e sala de raios-X.

    quinta-feira, 26 de outubro de 2017

    Comandante do 3º BPM é morto a tiros no Méier

    Crime ocorreu na Rua Lins de Vasconcelos nesta quinta-feira. 

    PM chegou a ser levado para o Hospital Salgado Filho, 

    mas não resistiu



    Comandante do 3º BPM, o coronel Luiz Gustavo Teixeira estava na corporação há 26 anosDivulgação











    Rio - O comandante do 3º BPM (Méier), coronel Luiz 
    Gustavo Teixeira, 48 anos, foi morto a tiros dentro de
     uma viatura descaracterizada, no início da tarde desta
     quinta-feira, na Rua Lins de Vasconcelos, esquina com
     a Rua Hermengarda, no Méier, Zona Norte do Rio.
     A informação foi confirmada ao DIA pelo comandante-geral
     da Polícia Militar, Wolney Dias.
    O relatório da ocorrência do batalhão da área diz que 
    um carro que vinha na frente da viatura parou no meio da via.
     Depois, os bandidos desembarcaram para iniciar um arrastão.
     Houve troca de tiros e o oficial levou um tiro de fuzil no peito 
    e o motorista foi atingido na perna. No Twitter, a corporação 
    caracterizou o fato como um atentado.
    Segundo as primeiras informações, o motorista também é 
    um policial, que fazia a segurança do comandante, e teria 
    sido baleado. Teixeira, que foi alvejado no peito, chegou a 
    ser levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, mas já 
    chegou morto na unidade. Já o outro PM, identificado como 
    Nei Filho, passou por uma cirurgia na unidade e não corre 
    o risco de morrer. Ele foi transferido para o Hospital da 
    Polícia Militar, no Estácio.
    PM é transferido do Hospital Salgado Filho para o Hospital da Polícia Militar, no EstácioAlexandre Brum / Agência O Dia
    O comandante é o 111º policial militar assassinado no estado
     em 2017. Teixeira estava na corporação há 26 anos e estava 
    à frente do 3º BPM há um ano e seis meses. Ele também 
    trabalhou na Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), 
    de 2011 a 2014. O policial deixou uma mulher e dois filhos. 
    A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) assumiu as
     investigações. 
    Comandante do 3º BPM (Méier) foi morto dentro de carroDivulgação
    Por conta do ocorrido, 130 policiais da Unidade de Polícia 
    Pacificadora (UPP) Lins realizam um cerco nos acessos às 
    comunidades do Lins, Camarista-Méier e São João.
     A estrada Grajaú-Jacarepaguá, nos dois sentidos, está
     fechada por causa da operação policial. O Centro de 
    Operações da Prefeitura (COR) pede para os condutores 
    evitarem a região. Os motoristas devem optar pelo Alto da
     Boa Vista ou Linha Amarela. A Rua Lins dos Vanconcelos,
     na altura da Rua 24 de Maio, também chegou a ser interditada, 
    mas já foi liberada. 
    Tiroteio no Lins
    Na tarde desta quinta-feira, moradores também relataram 
    um tiroteio no Complexo do Lins. Segundo o comando da
     Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Lins, policiais se 
    depararam com criminosos armados durante patrulhamento
     no Comunidade do Amor. Houve confronto e, até o momento, 
    não há informações sobre feridos. A polícia não informou se
     o caso ocorreu durante buscas na comunidade por conta
     da morte do comandante. 
    Pezão se pronuncia
    O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, se pronunciou
     sobre o crime. Em nota, Pezão afirmou lamentar a morte
     trágica do comandante do 3°BPM (Méier) e disse que o
     crime é inaceitável. "Não vamos descansar enquanto os
     responsáveis por esse crime hediondo não estiverem nas
     mãos da Justiça", diz um trecho do comunicado.
    Pezão embarca na tarde desta quinta-feira para Rio Branco,
     no Acre, onde vai participar do encontro de governadores 
    para tratar de Segurança Pública e controle das fronteiras: 
    "Narcotráfico, uma emergência nacional".
    Portal oferece recompensa por informações que levem ao
     suspeitos de matar comandante
    O Portal dos Procurados divulgou nesta quinta-feira, um 
    cartaz com recompensa de R$ 5 mil por informações 
    que levem aos envolvidos na morte do coronel Luiz 
    Gustavo Lima Teixeira e do cabo Djalma Virissimo
     Pequeno, de 36 anos. 
    Portal dos Procurados oferece recompensa por informações que levem aos suspeitos de matar os militaresDivulgação
    O cabo Djalma do 41º BPM (Irajá) foi morto durante uma
     troca de tiros em um shopping em Guadalupe, Zona 
    Norte do Rio, na tarde desta quinta. Ele e o outro policial
     estavam de folga e foram atingidos em uma tentativa de 
    assalto a uma joalheria, dentro do shopping Jardim Guadalupe. 
    O Portal pede para quem tiver informações a respeito da 
    identificação e a localização dos envolvidos denuncie pelos

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