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    quinta-feira, 25 de maio de 2017

    Comandante do Exército diz 'Clima no Exército é de consternação, choque e preocupação', diz Villas Bôas

    25 de maio de 2017

    " Nossa democracia não corre risco", diz Comandante do Exército

    'Clima no Exército é de consternação, choque e preocupação', diz Villas Bôas
    Comandante afirma que Força fica na 'expectativa caso algo fuja do controle'
    Resultado de imagem para general Eduardo da Costa Villas Bôas
    Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo
    O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, afirmou
     nesta quarta-feira, 24, que o clima no comando da instituição e no Palácio
    do Planalto é de "choque" e "muita insegurança". As declarações do militar foram
     dadas a jornalistas em referência à crise no governo motivada pelas denúncias 
    contra o presidente Michel Temer feitas com base nas delações dos empresários
     da JBS.
    "Clima de consternação, de choque e de preocupação. Muita incerteza e muita
     insegurança até que as coisas se definam", disse o general, que deu uma 
    palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso
     (PSDB), na capital paulista, ao lado do ex-presidente da República.
    O comandante comentou ainda o decreto do presidente Michel Temer nesta
     quarta-feira autorizando o uso das Forças Armadas na capital federal até o
     dia 31 de maio, após manifestações causarem confrontos em Brasília e 
    provocarem depredação e incêndio em alguns ministérios. O militar garantiu
     que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia.
    "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos
     em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", disse Villas Bôas.
    Ele negou que haja um risco para o direito às manifestações durante as ações.
     "Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas
     na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito
     funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a
     solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco."

    'Ameaça'
    Depois de falar que a corrupção ameaçava o futuro do País, Villas Bôas afirmou
     que os recentes acontecimentos envolvendo o presidente Temer complicam a
     situação ainda mais. "É um processo que estamos vivendo que vem de longo 
    tempo. Realmente ameaçam o futuro. Mas tenho plena certeza, convicção, de que
     o País, a nação e as instituições vão ter capacidade de encontrar os caminhos,
     de buscar essa regeneração necessária e a gente retomar o caminho de crescimento
     e de evolução", disse.
    Ele afirmou que, no caso da saída do presidente Michel Temer do cargo, as Forças
    Armadas terão um papel de garantir o cumprimento da Constituição e afastou
     qualquer possibilidade de intervenção e ocupação do poder por parte dos militares.

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