Em visita a Santa Cruz, presidente Dilma Rousseff diz que mosquito será exterminado até a Olimpíada
CAIO BARBOSA
Rio - No Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil viveu “décadas de abandono” no saneamento público. Durante visita à comunidade Zeppelin, no bairro de Santa Cruz, Dilma anunciou que haverá uma ação dirigida para o Rio no combate ao mosquito transmissor do vírus da zika, dengue e chikungunya devido aos Jogos Olímpicos.
Na véspera, o prefeito Eduardo Paes disse que zika não é tema olímpico e que gripe mata mais do que a doença. Segundo a presidente Dilma, o objetivo da campanha de combate ao Aedes não é mostrar à comunidade internacional que o país está preparado para sediar a Olimpíada.
Dilma, Pezão e Paes visitam à comunidade Zeppelin, no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste da cidade
Foto: Daniel Castelo Branco / Agência O Dia
“Não é um compromisso nosso com o exterior, mas conosco mesmo. Algumas cidades terão prioridade e o Rio é uma delas por razões óbvias. Mas há uma conscientização dos órgãos ligados ao esporte de que esta situação não compromete a Olimpíada. O mosquito é perigoso para grávidas e nós achamos que conseguiremos, até as Olimpíadas, ter um sucesso bastante considerável no extermínio do mosquito”, disse a presidente.
Questionada acerca da falta de saneamento básico em grande parte do Rio, Dilma criticou os governos anteriores. “Em 2007, quando cheguei ao governo, a União investia R$ 2,5 bilhões por ano em saneamento. Nós chegamos a investir R$ 20,5 bilhões por ano. Mudamos o patamar de investimento em saneamento. Se tem muito coisa para fazer? Você nem imagina quanto. Estamos correndo atrás de décadas de abandono na questão do saneamento”, discursou. LEIA MAIS: Ministro defende aborto em caso de microcefalia
Dilma visita bairro com alto índice de infestação de Aedes
Ao lado do governador Luiz Fernando Pezão e de Eduardo Paes, Dilma afirmou que investiu-se mais em saneamento nos últimos anos no Rio de Janeiro do que em toda a história do país. “As pessoas não valorizam o saneamento. Principalmente os ex-governantes, porque o investimento fica enterrado e não se capitaliza (eleitoralmente). Tenho orgulho do que fizemos. Não tenho problema em reconhecer que falta muito a fazer, mas não vou deixar de enfatizar o quanto fizemos”, disse.
Logo após a rápida visita, Dilma informou que o Ministério da Saúde está com todas as forças voltadas para a descoberta de uma vacina contra a zika. E que o governo firmou uma parceira com a Universidade do Texas, nos EUA, com este objetivo. “Não é fácil (descobrir uma vacina), e sabemos que vai levar um certo tempo. Não é possível esperar. Temos de combater o mosquito porque que é o transmissor do vírus. Temos de impedir que ele procrie”, disse Dilma. Aplausos na Zona Oeste
Alvo de críticas frequentes desde o início do seu segundo mandato, a presidente Dilma escolheu a dedo o lugar da visita. Na comunidade Zeppelin, o apoio foi total e seu discurso terminou sob aplausos dos moradores, que abraçaram a campanha Zika Zero.
A dona de casa Lucimara Delfino estava orgulhosa por ter recebido pela primeira vez na sua humilde casa a visita da presidente.
“Ter a Dilma e os governantes perto do povo numa hora como essa é muito importante”, disse Lucimara, que teve dengue há alguns anos, e garante estar ciente das precauções que tem de tomar para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Eis a documentação que tramita no Ministério do Planejamento a respeito do pagamento da diferença do reajuste de 28,86% concedido aos militares pelo então Presidente Itamar Franco, em 1993. Os valores e percentuais são escalonados de acordo com o posto ou graduação que os militares ocupavam à época. O índice da diferença do reajuste será devido aos militares das Forças Armadas, ativos ou inativos e pensionistas (de aprendiz de marinheiro a major, inclusive) que perceberam remuneração, proventos ou pensão, no período de 01 de janeiro de 1993 a 29 de dezembro de 2000 (data da primeira edição da MP .
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